Arquivo do mês: julho 2012

As melhores campanhas publicitarias de Conscientização.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

 
Criar anúncios inovadorese que chamem a atenção definitivamente não é tarefa fácil. Porém a cada dia mais as empresas apercebem-se da importância de criarem tal tipo de publicidade a fim de chamar a atenção de seu público. Essa Campanha Publicitária aborda questões como desmatamento, fumo, beber e dirigir, entre outras coisas.

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Campanhas publicitárias premiadas

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Hehehe!!! 03

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Stop Motion?

Stop Motion (que poderia ser traduzido como “movimento parado”) é uma técnica que utiliza a disposição sequencial de fotografias diferentes de um mesmo objeto inanimado para simular o seu movimento. Estas fotografias são chamadas de quadros e normalmente são tiradas de um mesmo ponto, com o objeto sofrendo uma leve mudança de lugar, afinal é isso que dá a ideia de movimento.
Cientificamente falando, o Stop Motion só é compreendido como movimentação pelo fenômeno da Persistência Retiniana. Ele provoca a ilusão no cérebro humano de que algo se move continuamente quando existem mais de 12 quadros por segundo. Na verdade, o movimento desta técnica cinematográfica nada mais é que uma ilusão de ótica.
E como isso tudo começou?
A história do Stop Motion remonta aos primórdios do cinema. O mágico e ilusionista francês George Mélies viu nesta arte uma ótima possibilidade para dar sequência aos seus truques misteriosos que encantavam a todos. A partir da técnica do Stop Motion ele alcançou o ápice de sua carreira cinematográfica com o filme Viagem à Lua, de 1902. No curta, a chegada na Lua de um foguete com tripulação humana é criada a partir desta técnica.
Ao longo do século XX a técnica foi sendo desenvolvida e aprimorada por diversos diretores de cinema e durante muito tempo foi a base para efeitos especiais em filmes com robôs e monstros, pois como ainda não existia toda esta tecnologia capaz de criar qualquer coisa a partir de um computador, os cineastas recorriam à movimentação quadro a quadro.
Alguns exemplos:

 

 

 

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Propagandas pelo mundo 02

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Propagandas pelo mundo!

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Hehehe!!! 02

Razões para comprar uma TV de tela plana ...

Ela conseguiu se recuperar ... atualmente está em silêncio na cozinha.

Gifs de Sexta (4)

Gifs de Sexta (9)

Onde o menos é mais...

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Propagandas engraçadas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DéJàVu é um Fenômeno Instigante

O fenômeno se traduz por uma estranha impressão de já ter vivenciado a cena presente e mesmo saber o que se vai passar em seguida, ainda que a situação que esteja a ser vivida seja inédita. Conhecido como déjà vu, ou paramnesia (como também é conhecido), tem sido, ao longo dos anos, objeto das mais díspares tentativas de interpretação. Para Sigmund Freud, as cenas familiares seriam visualizadas nos sonhos e depois esquecidas e que, segundo ele, eram resultado de desejos reprimidos ou de memórias relacionadas com experiências traumáticas. Fabrice Bartolomei, Neurologista francês, a paramnesia é resultado de uma fugaz disfunção da zona do córtex entorrinal, situado por baixo do hipocampo e que se sabia já implicada em situações de “déjà vu”, comuns em doentes padecendo de epilepsia temporal.Experiências, conduzidas por investigadores do Leeds Memory Group, permitiram recriar, em laboratório e através da hipnose, as sensações de “déjà vu”. Outros dados explicam que situações de stress ou fadiga possam favorecer, nesse contexto disfuncional, o aparecimento do fenômeno, mas a causa precisa deste “curto-circuito” cerebral permanece, ainda, uma incógnita.

Muitos de nós já tivemos a sensação de ter vivido essa situação que acabamos de relatar. Como já ter estado em um determinado lugar ou já ter vivido certa situação presente, quando, na realidade, isto não era de conhecimento anterior? Em alguns casos, ocorre a habilidade de, até, predizer os eventos que acontecerão em seguida, o que é denominado premonição. Seria um bug cerebral, premonição ou mera coincidência? A psiquiatria e a Doutrina Espírita explicam esta questão de formas diferentes.

Sabe-se que nossa memória, às vezes, pode falhar e nem sempre conseguimos distinguir o que é novo do que já era conhecido. “Eu já li este livro?” – “Já assisti a este filme?” – “Já estive neste lugar antes?” – “Eu conheço esse sujeito?” Estas são perguntas corriqueiras de nossa vida. No entanto, essas dúvidas não são acompanhadas daquele sentimento de estranheza que é indispensável ao verdadeiro déjà vu. Para alguns estudiosos, quando a sensação de familiaridade com as situações, lugares ou pessoas desconhecidas é freqüente e intensa, pode, até, ser um dos sintomas da epilepsia, na área do cérebro responsável pela memória, mas, essa mesma sensação pode indicar outros sintomas. Déjà Vu é um fenômeno anímico muito comum , embora de complexa definição científica.

Pode ocorrer com certa freqüência em indivíduos com distúrbios neuropatológicos, como a esquizofrenia e a epilepsia. Mas há, também, outras predisposições maiores por fatores não patológicos, como fadiga, estresse, traumas emocionais, excesso de álcool e drogas. Há, ainda, as teorias da psicodinâmica, da reencarnação, holografia, distorção do senso de tempo e transferência entre hemisférios cerebrais. São tão complexas as análises, que especialistas reagem contra a limitação do “vu”, que restringiria ao mundo do que pode ser “visto”, e já utilizam formas paralelas que fariam referência mais específica aos vários tipos de situação: “déjà véanus” (“já vivido”), “déjà lu” (“já lido”), “déjà entendu” (“já ouvido”), “déjà visité” (“já visitado”) – o que pode, um dia, acarretar um “déjà mangé” (“já comido”) ou um “déjà bu” (“já bebido”).

Os especialistas, ainda, não sabem, concretamente, como ocorre, exatamente, a sensação do déjà vu em pessoas não epilépticas. A que ocorre em pessoas com a doença, no entanto, existem algumas hipóteses, como a batizada, pelo psicólogo Alan Brown, de “duplo processamento”. (1) Segundo o psicólogo Alan Brown, professor da Universidade Southern Methodist, nos Estados Unidos, e autor do livro “The Déjà Vu Experience” (a experiência do déjà vu), dois terços da população mundial relatam ter tido, ao menos, um déjà vu na vida.

Para os conceitos espíritas tudo o que vemos e nos emociona, agradável ou desagradavelmente, nesta e nas encarnações pretéritas, fica, indelevelmente, gravado em alguma parte da região talâmica do cérebro perispiritual, e, em algumas ocasiões, a paramnesia emerge na consciência desperta. Pode, também, ser uma manifestação mediúnica se o médium entra, em dado momento, em um transe ligeiro, sutil, e capta a projeção de uma forma-pensamento emitida por um espírito desencarnado; essa é outra possibilidade.

A tese da reencarnação é difundida há milhares de anos. No Egito, um papiro antigo diz: “o homem retorna à vida varias vezes, mas não se recorda de suas pretéritas existências, exceto algumas vezes em sonho. No fim, todas essas vidas ser-lhe-ão reveladas.” (2)

Em que pese serem as experiências déjà vu, segundo o academicismo, nada mais do que incidentes precógnitos esquecidos, urge considerar, porém, que existem situações dessa natureza que não podem ser explicadas dessa maneira. Entre elas, está em alguém ir a uma cidade ou a uma casa, pela primeira vez, e tudo lhe parecer muito íntimo, ao ponto de prever, com exatidão, detalhes sobre a casa ou a cidade; descreve, inclusive, a disposição dos cômodos, dos móveis, dos objetos e outros detalhes que estão muito além do âmbito da precognição normal. “Em geral, as experiências precógnitas são parciais e enfatizam certos pontos notáveis, talvez alguns detalhes, mas nunca todo o quadro. Quando o número de detalhes lembrado torna-se muito grande, temos que desconfiar, sempre, de que se trata de lembranças de uma encarnação passada”. (3)

Apesar de não serem abundantes as publicações e depoimentos sobre o assunto, há teorias que associam o déjà vu a sonhos ou desdobramento do espírito, onde o espírito teria, realmente, vivido esses fatos, livre do corpo, e/ou surgiriam as lembranças de encarnações passadas, como disse acima, o que levaria à rememoração na encarnação presente. (4) Hans Holzer, registra uma história, em que ele descreve a experiência déjà vu: “durante a Segunda Guerra Mundial, um soldado se viu na Bélgica e, enquanto seus companheiros se perguntavam como entrar em determinada casa, em uma cidadezinha daquele país, ele lhes mostrou o caminho e subiu a escada à frente deles, explicando, enquanto subia, onde ficava cada cômodo. Quando, depois disso, perguntaram-lhe se havia estado ali antes, ele negou, dizendo que nunca havia deixado seu lar nos Estados Unidos, e estava dizendo a verdade. Não conseguia explicar como, de repente, se vira dotado de um conhecimento que não possuía em condições normais”. (5)

Cremos que a experiência déjà vu é muito profunda e o sentimento é de estranheza. Devemos distinguir um sintoma do outro, pois, cada caso é um caso e nada acontece por acaso. Por ser um fenômeno profundamente anímico, é prudente separarmos as teorias da reencarnação, sonhos ou desdobramentos, das teorias de desejos inconscientes, fantasias do passado, mecanismo de autodefesa, ilusão epiléptica, entre outras, para melhor discernimento do que, realmente, seja uma paramnesia e o que seja, apenas, uma fantasia de nosso imaginário fecundo.

Jorge Hessen
E-Mail: jorgehessen@gmail.com
Site: http://jorgehessen.net
Blog: http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com

FONTES:
(1) Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u566377.shtml
(2) Papiro Anana” (1320 A.C.)
(3) Revista Cristã de Espiritismo, edição 35
(4) Idem
(5) Idem

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Opção pela ignorância

De algum tempo para cá temos notado uma certa dificuldade em se estender qualquer conversa séria quando se trata de assuntos relacionados à política, em seu sentido amplo, aos problemas sociais, econômicos, culturais, científicos e até mesmo éticos.
Pode-se notar isso até mesmo nos programas de TV.Dessa observação ressalta a resistência de muitas pessoas em encarar a verdade e a realidade de frente, como se soubessem de antemão que o desvelamento da verdade trouxesse consigo um certo desconforto interior e alguma responsabilidade diante dos acontecimentos. Curioso sinal dos nossos tempos.

Será que o antiintelectualismo reinante é decorrência da aculturação norte-americana sobre a América Latina, em especial sobre o Brasil, ou o fenômeno é mais amplo e explicaria também a queda do nível de qualidade da programação das TVs e da produção cultural em geral?

As pesquisas mais recentes realizadas no campo da educação, por exemplo, demonstram que apesar de uma nova legislação, aliás, discutível, o nível e qualidade de ensino encontra-se em declínio. O chamado “Provão” acabou deixando ainda mais clara a nossa pobreza educacional, e os mecanismos de correção (?) criados pelo Governo resumem-se a emendas que só têm piorado o soneto.

No meio espírita a maioria dos leitores procura apenas romances para seu deleite nas horas vagas, deixando de lado o esforço de arranjar tempo e espaço para o estudo e reflexão de obras com conteúdo doutrinário consistente e para obras científicas e filosóficas que dariam um novo impulso à sua existência, além de explicar melhor a vida e o mundo através do desenvolvimento do espírito de crítica e da análise bem fundamentada.

Fora do meio espírita as coisas não acontecem de modo muito diferente. A literatura mística e esotérica tem encontrado bom número de leitores e os livros didáticos, por mais atraentes e bem redigidos que sejam, só são adquiridos por obrigação, quando são indicados – ou exigidos – pelos professores. No geral, os romances e livros esotéricos significam uma fuga à realidade ou puro entretenimento, a par de uma inegável possibilidade de reencantamento do mundo.

O fato é que a maioria das pessoas se sente tão perdida e vulnerável num mundo cada vez mais incerto, e por isso mais amedrontador, que a ignorância e a alienação voluntária tornou-se um refúgio seguro. Não saber é melhor para se viver, pois na medida em que aumenta o conhecimento, aumenta também o sofrimento, agravado por uma permanente sensação de impotência diante de tudo.

Um grave erro de avaliação, sempre e cada vez mais explorado por aqueles que têm o poder decisório em suas mãos (ou acreditam ter) por algum suposto privilégio de origem qualquer, seja de raça, classe ou casta.

A história mostra que são as minorias conscientes que dão rumos novos às sociedades, catalisando situações emocionais coletivas que desembocam em mudanças ou rupturas, transições pacíficas ou comoções sociais que podem levar a verdadeiros banhos de sangue, sempre explicados pelos políticos através das “razões de Estado”, pelos economistas através das “crises econômicas” , pelos místicos e esotéricos como “fim de ciclos”, pelos espiritualistas através da “vontade divina”, pelos fundamentalistas pela “ira sagrada”, “punição divina” ou “está escrito”, pelos espíritas como “carma coletivo” ou pela ação das leis de Deus.

Seja como for, cada um de nós encontra uma explicação e uma justificativa para os acontecimentos, isentando-se de uma participação mais efetiva no rumo das coisas da vida, como se não fizéssemos parte de um imenso condomínio chamado Universo, no qual insere-se um condomínio menor chamado Terra, outro chamado nação, outro chamado estado, cidade e o próprio bairro onde moramos. Estamos todos ligados a tudo; interdependentes, interagentes e interatuantes.

Nesse contexto existencial, a alienação voluntária ou induzida, explorada ou provocada, a opção pela ignorância sobre as realidades da vida de relação, de nossas obrigações, direitos e deveres, de nossa realidade espiritual, significa um acréscimo de sofrimento e um retardamento da hora de sermos um pouco mais felizes, aqui mesmo e agora. O caminho é a ação coletiva, comunitária e solidária, para darmos uma nova rota à nossa vida pessoal e social, na Terra ou em outro lugar.

Texto retirado do site Panorama Espírita – http://www.panoramaespirita.com.br
Paulo R. Santos
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