Arquivo do mês: novembro 2012

Barclaycard: A difícil missão de comprar um presente de Natal

 

 

Poderíamos esperar um ótimo comercial assim de uma loja de brinquedos, mas fica ainda melhor quando você percebe que foi feito por um banco, passando longe das enfadonhas campanhas de cartões de débito/crédito e seus discursos de auto-elogio.

Para promover o pagamento com o simples uso do smartphone, o banco Barclays leva aqui um pai para a complicada tarefa de escolher um presente de Natal para o seu filho. Uma loja de brinquedos, com milhares de opções, e pouco tempo.

Numa referência óbvia a “Toy Story”, os brinquedos ganham vida e tentam impressionar o pai para serem levados pra casa. Antes mesmo do fim, você certamente já deve imaginar quem será o escolhido. O momento do pagamento, claro, é o único sem stress e filas.

Algo que certamente contribui para o charme do filme, foi se manter longe de computação gráfica. Cada brinquedo foi manuseado individualmente, e depois inseridos na composição final feita pela Framestore. A exceção é o macaco, que é um homem fantasiado, e o Bumblebee, filmado em stop-motion.

A criação é da BBH London, e vale ver também o making of:

Fonte:http://www.brainstorm9.com.br/

 
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StockLogos “prevê” o futuro de logos famosos

Dizem que para se ter uma ideia do futuro, é preciso conhecer o passado. Com muito bom humor, o site StockLogos aplicou essa filosofia na prática para tentar prever como será a evolução de alguns logos famosos. A Apple, em sua incansável busca pela simplicidade, atingirá o máximo do minimalismo – caminho também a ser seguido pela Volkswagen. Já o KFC terá de se render à onda vegetariana, mudando não apenas sua identidade visual, mas também seu posicionamento no mercado. A Shell também enfrentará o mesmo desafio, voltando-se para a produção de energia solar.

A Coca-Cola permanecerá a mesma, enquanto a Pepsi terá de cortar os excessos, em algum momento… A Ford alcançará um patamar de outro mundo, enquanto Explorer e Nokia parecem estar com os dias contados…

Fonte:http://www.brainstorm9.com.br/

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Outdoor humano

Quando você leu o título deste post deve ter imaginado uma pessoa fazendo algo curioso em cima de um outdoor. Mas, na verdade, trata-se da ação da Samsung para divulgar em Portugal o seu Note 10.1 utilizando um painel interativo para chamar a atenção do público.

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Um artista foi chamado para ficar “dentro” do painel com objetivo de desenhar as pessoas que estavam no outro lado da tela. Logicamente, o bom e velho Facebook estava envolvido já que o artista enviou pra lá os desenhos, que foram feitos pelo Note, para facilitar o compartilhamento dos usuários e divulgar com mais facilidade a marca e o produto.

Fonte:http://blogcitario.blog.br

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Mídias sociais, os bons aliados do Marketing

Já é notícia velha que Twitter, Facebook, Foursquare e outras mídias sociais já fazem parte da rotina de milhões de pessoas ao redor do mundo e no Brasil não é diferente. Já falei sobre a relação do Twitter com a publicidade e como anunciar no Facebook, mas e como o departamento de marketing pode usar estas ferramentas tão populares a favor da sua marca?

Se você acompanha o blog com frequência, deve ter percebido que muitos posts são sobre ações realizadas com objetivo de fazer as pessoas tirarem fotos e gravar pequenos vídeos para serem compartilhados de forma espontânea. No Brasil, grandes empresas já perceberam como é importante monitorar a conversa que os usuários postam na rede para fortalecer o seu relacionamento com os atuais e potenciais clientes.

A Cielo, por exemplo, colocou o Facebook em suas máquinas de cartão de crédito. Depois que a pessoa cadastrar o cartão, a máquina funcionará como uma espécie de Foursquare na hora de pagar a conta. Ao contrário do que as pessoas possam imaginar, o cartão não postará informações do que foi comprado, apenas fará check-ins e recomendações do local automaticamente no perfil. Os amigos que curtirem essas recomendações também poderão ganhar brindes. A Cielo Linkci, como a máquina será chamada, estará disponível em fase beta a partir do dia 6 de dezembro na Grande São Paulo e Campinas, sendo ampliado para o Brasil no próximo ano.Facebook na máquina da Cielo

A empresa quer pegar carona no hábito que muita gente já tem em recomendar produtos, serviços e filmes para seus amigos no Facebook. Segundo Alexandre Hohagen, presidente da mídia social na América Latina, 92% das recomendações postadas tem mais força que campanhas de mídia de massa para os usuários. O desafio da Cielo e outras empresas é oferecer algo relevante para seus fãs na rede. Quem navega com regularidade sabe que as pessoas se comportam como crianças: falam com sinceridade sobre o que sentem em relação a determinada empresa.

Por isso, os departamentos de Marketing devem recrutar boas agências ou profissionais que saibam oferecer conteúdo de qualidade para seus fãs e seguidores. Promoção é uma ótima isca para chamar a atenção das pessoas, mas sozinho ele tem efeito a curtíssimo prazo. A promoção deve estar envolvida com outras ações que despertem interesse dos usuários e que, se possível, seja útil de alguma forma para a vida de quem curte a marca. Mesmo com o reforço das mídias sociais, a essência do Marketing continua em satisfazer as necessidades e desejos do consumidor.

Fonte:http://blogcitario.blog.br/

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Mediunidade e responsabilidade

O mundo espiritual interage constantemente com o plano físico. Os espíritos não são uma realidade distante, à parte, mas, ao contrário, muito mais próxima do que muitos pensam. Conforme a Bíblia, Paulo de Tarso, já naquela época, teria afirmado: “(…) Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta,” – (Hebreus 12 : 1).

Todos sentimos a influência dos espíritos, em maior ou menor grau, porém, a mediunidade propriamente dita é um fenômeno mais complexo e que depende de outros fatores. É mais do que simplesmente captar o pensamento de algum espírito ou sofrer uma leve influência dele.

Kardec diz: “(…) Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns. Todavia, usualmente, assim só se qualificam aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva. E de notar-se, além disso, que essa faculdade não se revela, da mesma maneira, em todos. Geralmente, os médiuns têm uma aptidão especial para os fenômenos desta, ou daquela ordem, donde resulta que formam tantas variedades, quantas são as espécies de manifestações.” – O Livro dos Médiuns, capítulo XIV.

Portanto, devido à complexidade do fenômeno, requer muito estudo, metódico e aprofundado, e um desenvolvimento equilibrado e com acompanhamento.

Mediunidade não significa, necessariamente, que a pessoa que a possua seja um espírito evoluído. Existem aqueles, médiuns ostensivos ou não, que são bastante sensíveis aos espíritos mais sábios ou equilibrados por viverem em um clima interior mais elevado. É uma conquista pessoal. Mas a grande maioria dos médiuns tem, na mediunidade, uma oportunidade “extra” de evolução e de repararem certos erros cometidos em outras encarnações através da caridade, do auxílio ao próximo.

Independente disso, podemos receber as sugestões dos nossos benfeitores espirituais nos momentos que necessitarmos. Basta que elevemos nossos corações em prece e amor para que a paz resplandeça em nós.

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Dia de finados e os espíritas


Dia de Finados: Data em que muitos visitam os cemitérios para prestar homenagens aos seus entes desencarnados. É interessante discorrer sobre questionamentos com os quais, de vez em quando, somos questionados por conhecidos, curiosos ou interessados em se iniciar nos assuntos relativos à espiritualidade…

De vez em quando alguém pergunta “por que o espírita não vai ao cemitério” (no dia de finados, mais especificamente). Cabe aqui, portanto, um esclarecimento útil.

Primeiro:
– Nenhum espírita, em virtude de ideologia religiosa ou limitação de qualquer tipo imposta pela doutrina, “não pode” ir ao cemitério em qualquer época. Efetivamente, conheço muitos, simpatizantes ou espiritualistas convictos, que narram suas visitas a túmulos de parentes ou conhecidos.

Segundo: – O que ocorre mais amiúde é que, detendo o espírita a tranquila convicção de que seu ente querido não mais se demora por estas bandas, tendo demandado estâncias outras, mais ricas de vida, guarda a consciência clara de que tudo o que ficou na sepultura foi a “roupagem gasta”, e não mais, portanto, a pessoa com quem compartilhou experiências e afeto.

Terceiro: – Isto não implica em que o espírita sincero condene ou critique o posicionamento dos demais semelhantes que, de todo o coração, prestam com sinceridade as suas homenagens aos seus afeiçoados que se anteciparam na viagem deste para o outro lado da vida. Aliás, reza no próprio conhecimento da doutrina que muitos desencarnados visitam, efetivamente, os cemitérios por ocasião da data, em consideração às demonstração de amor com que ali são distinguidos. E muitos outros, ainda, afeitos aos costumes dentro dos quais desenvolveram suas experiências na matéria, conferem ainda muita importância a este gesto, ressentindo-se, de fato, daqueles que não o prestem nas datas de molde a serem lembrados.

Vistas estas considerações, é sensata a conclusão de que jamais cabe padrão algum de conduta no que toca ao sagrado universo íntimo humano. Cada agrupamento familiar terreno é único e peculiar, e ninguém melhor do que os seus componentes para estarem inteirados do que atinge ou não atinge mais de perto a cada um; o que convém ou o que não convém em matéria de sentimento e dedicação, cujos estágios e características se multiplicam ao infinito correspondente do número de habitantes do vasto universo humano.

Efetivamente, somos do lado de “lá” o que fomos aqui. É dever básico não só do espírita, quanto de qualquer pessoa que se diga civilizada, respeitar a diversidade dos caminhos escolhidos que, destarte, haverão de conduzir a cada ser, no tempo certo, ao mesmo ponto de encontro comum na intimidade das luzes divinas.

Questão de temperamento, de agrupamento humano, de fé e de hábitos, o ir ou não ir ao cemitério, de vez que é na sinceridade do gesto e não no gesto em si que se vislumbra a verdadeira homenagem aos desencarnados, de forma que, amor pelos mesmos, podemos dirigir-lhes tanto do recesso abençoado do nosso recanto de meditação no lar, quanto do ambiente de qualquer templo religioso, ou ainda diariamente, no movimento tumultuado das ruas ou também no cemitério, a qualquer dia do ano.

De forma que aqueles que partiram nos amando de todo o coração haverão de valorizar e entender a nossa melhor intenção ao seu respeito, seja de onde for que se irradie, colhendo-os de pronto, pela linguagem instantânea do coração e do pensamento. Os que foram afeitos aos hábitos costumeiros do dia de finados, na medida de suas possibilidades espirituais após a transição lá estarão, junto à sepultura física, colhendo com sincera afeição os votos de paz e as preces que lhes estejam sendo dirigidas.

Os provenientes dos lares espiritualistas na Terra receberão as mesmas demonstrações de amor a qualquer tempo, em qualquer data que faça emergir naqueles que ficaram para trás no aprendizado físico as gratas lembranças com que são evocados.

O importante é que espíritas e não-espíritas têm em comum, em relação aos seus amados que já se foram, à qualquer época, a linguagem inconfundível do amor entre as almas. Enxerguemos acima dos horizontes das limitações de visão humanas para alcançarmos com clareza a compreensão de que é assunto individual a forma como celebramos o nosso afeto para com os nossos entes queridos, e que o fator da sinceridade e da intenção é o que de fato conta, na certeza de que nossas preces e votos de paz serão bem recebidos por aqueles que prosseguem nos amando de igual forma na continuidade pura e simples da vida, que a todos aguarda para além das portas da sepultura, sob as bênçãos de Jesus.
Fonte:http://www.rcespiritismo.com.br

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Fiat mostra o que os adesivos de família fazem quando ninguém está olhando

Os onipresentes e odiados adesivos de família em automóveis já foram aproveitados pela publicidade antes, principalmente em anúncios impressos.

Porém, esse filme da Fiat mostra o que seus colantes fazem quando ninguém está olhando. A ideia é dizer que no Grand Siena há espaço para todos, e com isso você já deve ter matado a charada.

A criação é da Leo Burnett Argentina, com produção da Palermo Films.

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Canon exalta a imaginação mostrando quão longe vai um fotógrafo para conseguir uma boa foto

 

Pelos poucos dias entre as produções, certamente não é uma resposta, mas impossível não comparar a campanha da Sony lançada na semana passada com a nova da Canon.

Para promover sua linha de cameras compactas, a Sony fez piada com os usuários de DSLR. Gente com máquinas grandes, mas que pouco sabem usar.

Já a Canon defende seu lado, fazendo justamente o inverso, é claro. O comercial “Inspired” pergunta quando foi a última vez que algo o inspirou a ser criativo. Nesse caso, o “algo” é a nova EOS Rebel T4i.

Quando foi a última vez que algo o inspirou a ser criativo?

O filme traz diversos fotógrafos se empenhando e arriscando a própria vida para conseguir uma bela foto, mostrando que DSLR da Canon te acompanha naquilo que você imaginar. No final, são exibidas as fotos, resultado dessas situações perigosas e desconfortáveis

Como trilha sonora, a música “Beautiful Dreamer”, composta por Stephen Foster em 1862, aqui numa versão de Michelle Featherstone.

A campanha da Sony foi bem humorada e divertiu muita gente, mas essa abordagem emocional da Canon torna, imediatamente, o conceito da concorrente menor e rasteiro. Acredito que ambas atingem seus objetivos, mas ainda assim prefiro a valorização da imaginação do que do trabalho fácil.

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O estúdio londrino SPOV vem fazendo um ótimo trabalho de motion design com a série “Call of Duty”, começando pelo primeiro “Modern Warfare” de 2007. Desde então, todos os títulos da franquia contam com excelentes conceitos visuais e animações cinemáticas, que servem de prelúdio para as missões, além de desenvolverem a narrativa.

Com o novo “Call of Duty: Black Ops II”, a produtora criou dois estilos diferentes, para conseguir distinguir os períodos em que a trama do jogo se passa: Parte na década de 1980, e outra no futuro, em 2025.

Trabalhando por 18 meses em conjunto com a Activision e a Treyarch, desenvolvedora do game, a SPOV misturou live action, motion graphics e arquivo histórico para contextualizar as ações dos jogadores.

Como inspiração para as sequências de 2025, estudaram protótipos militares atuais, e que poderiam ser completamente verossímeis num futuro não tão distante.

São diferentes estilos para apresentar os dois períodos da narrativa do jogo: 1980 e 2025

Confesso que esse não é o meu trabalho preferido da SPOV. Gosto muito mais do que fizeram para o “World at War”, e mesmo para o “Modern Warfare 3″ no ano passado.

Ainda assim, é brilhante a atenção aos detalhes e o cuidado com algo que grande parte dos jogadores nem deve dar tanto valor entre um tiroteio e outro. Porém, essencial para criar a atmosfera épica que um lançamento como esse precisa.

Fonte:http://www.brainstorm9.com.br

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Camisinha realmente segura

A Durex continua me surpreendendo com a criatividade que ela tem para vender camisinhas. Depois desta ação em um avião, a marca veiculou um comercial muito divertido e que, de certa forma, faz o seu público-alvo lembrar algumas travessuras feitas entre a infância e pré-adolescência.

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Se você é homem, certamente já pegou uma camisinha pelo menos uma vez na vida para fazer balão com ela. Alguns chegavam a fazer bomba d´água para brincar com os amigos ou jogar nas pessoas, como o comercial mostra. Já que o objetivo é mostrar que a camisinha da marca oferece segurança extra, fica fácil deduzir como será o final. Mesmo assim, não deixa de ser divertido.

O que me impressiona que a marca é muito criativa sem apelar diretamente para apelos sexuais, divertindo o público com muita qualidade.

Fonte:http://blogcitario.blog.br/2012/11/camisinha-realmente-segura/

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