Arquivo do mês: fevereiro 2013

E a chuva caía…

 
Na mesinha ao lado da poltrona, coloquei uma xícara com chá para ir bebendo enquanto estou aqui, no entanto, devido ao tempo de espera – por causa das reflexões – ficou frio, mas ainda é uma erva em infusão. Demorei alguns segundos olhando para a xícara e tanto mais me veio à mente. Olhei pela janela e tudo continuava.
A chuva mansa me deixa tão bem, a poltrona macia ampara, confortavelmente, meu corpo. Pelo vidro, mesmo com gotículas, posso ver o horizonte, a paisagem, a vida mais calma; é domingo à tarde.
Depois do horizonte, olhei para o céu, só para o céu, e agradeci a ocasião. Também pedi força para seguir e, mais uma vez, me senti feliz: amanhã é outro dia, outro presente do Pai. Entretanto, atentei-me que não devo deixar sempre para depois o que hoje posso realizar.
Tomei o restinho do chá frio, olhei mais uma vez a paisagem e o sentimento de que somos eternos me envolveu, contudo, a construção da estrada depende do agora. Posso ajudar e receber ajuda, mas o caminho a perseverar é individual.
Foram algumas reflexões num domingo à tarde.
Esplêndido! Junto com a chuva veio o sol. 
Chuva de verão!
Fonte:contoecronica.wordpress.com   
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Já adultos; crianças sempre

 
Mesmo com muitas primaveras no caminho, sempre seremos crianças para os nossos pais. A comida de que o filho gosta, a mãe faz para agradá-lo; se o vento está fresco, a mão materna logo traz o casaco e arruma, com ternura, o cabelo despenteado.
O pai lhe pergunta se precisa de alguma coisa e afirma:
– Sabe que o pai está aqui – diz o patriarca para seu herdeiro.
Quantos amanheceres esses pais já viveram ao lado dos seus filhos e quantos mais ainda o querem! Os cuidados paternais são eternos.
Há quem diga que já é grande o suficiente para se resolver na vida; contudo, na primeira ocasião mais delicada, é da fisionomia do pai e da doçura da voz materna que a mente do filho se lembrará.
A mãe é o porto de amor e afeto a esperá-lo, é a esperança que os olhos mais novos carecem avistar; o pai, com menos palavras e afagos mais leves, é o sim quando devido e o não, decidido, para orientá-lo nas escolhas do andamento da vida; em alguns casos, essa ordem se inverte, porém, são eternos ninhos de proteção e amparo. São dois companheiros importantes em nossa jornada.
Hoje escrevo como filha, com enorme amor e admiração por meus pais queridos.
Sei que ainda sou, para eles, a menina da infância, a filha pequena que precisava de atenção; e eles continuam, para mim, o meu abrigo seguro com a orientação equilibrada quando necessito.
Assim são os pais. Para eles, nós, os filhos, sempre seremos eternas crianças.
Saibamos respeitá-los e amá-los como nossos companheiros mais velhos e tão valorosos. E que esse apreço se estenda aos pais de nossos amigos, conhecidos, avós e a todos aqueles que hoje são pais e para os que o serão no futuro.
 
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Heineken realiza entrevista de emprego nada convencional para contratar estagiário

 Heineken

A Heineken queria contratar um estagiário para atuar nos eventos que patrocina, como a Champions League, por exemplo, e para isso realizou uma entrevista de emprego nada convencional com 1734 candidatos. Com diversos testes estranhos, a intenção principal era tirar os entrevistados do modo padrão de perguntas e respostas prontas e ensaiadas.

  

Fonte:www.brainstorm9.com.br

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Deus da morte para motoristas bêbados

Yama

A McCann Erickson de Nova Déli aproveitou que os indianos respeitam e temem seus deuses e colocou Yama, o deus da morte dos hindus, como garoto-propaganda do departamento de polícia para transmitir a tradicional mensagem “se beber, não dirija” na base do susto. Quando a pessoa bebia e pegava o carro na mão do manobrista do bar, Yama estava pronto para entregar a mensagem: “sua vez ainda não chegou. Beba e chame um motorista”. Veja como as pessoas reagiram.


Fonte: blogcitario.blog.br

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A Vida te coloca onde você escolheu estar…

A Vida te coloca onde você escolheu estar…
“Nasceste no lar que precisavas.
Vestiste o corpo físico que merecias.

Moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com teu adiantamento.

Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.

Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.

Teus parentes e amigos são as almas que atraístes, com tua própria afinidade.

Portanto, teu destino está constantemente sobre teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas, tudo aquilo que te rodeia a existência.

Teus pensamentos e vontade são a chave de teus atos, atitudes, são as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivencial.

Não reclames nem te faças de vítima.
Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograme tua meta,
Busque o bem e viverás melhor.”

Chico Xavier

 

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O que ocorre no momento da morte

Um amigo pergunta-nos por que o desprendimento da alma é facilitado no estado de sono e não o é no momento da morte?
A emancipação da alma por ocasião do sono corporal é um fato corriqueiro, mas não passa de um desprendimento parcial, visto que a alma continua ligada ao corpo físico. O que ocorre então é apenas uma expansão do laço perispiritual que une a alma ao corpo, permitindo a ela deslocar-se a lugares distantes do local em que o corpo material repousa.
No caso da morte corpórea, mesmo antes do desligamento completo da alma – fato que o Espiritismo chama de desencarnação – pode ocorrer a emancipação parcial semelhante à do sono, o que explica os fatos de comunicação espírita por ocasião da morte, estudados por vários pesquisadores, como Ernesto Bozzano.
O desprendimento completo da alma, ou a desencarnação, é que requer algum tempo, visto que no processo reencarnatório o perispírito se liga ao corpo molécula a molécula, o que implica dizer que é preciso tempo para que essa ligação molecular se desfaça.
Conforme a questão 155 d´O Livro dos Espíritos, como regra geral, a separação da alma não se dá instantaneamente. Ela se liberta gradualmente e não como um pássaro cativo que, de repente, ganhasse a liberdade.
Tudo, a princípio, é confuso no momento da morte. O Espírito desencarnante precisa de algum tempo para entrar no conhecimento de si mesmo. Ele se acha como que aturdido, no estado de uma pessoa que despertou de profundo sono e procura orientar-se sobre sua situação. A lucidez das ideias e a memória do passado lhe voltam aos poucos, à medida que se apaga a influência da matéria que ele acaba de abandonar e se dissipa a espécie de névoa que lhe obscurece os pensamentos.
O processo de desprendimento espiritual é lento ou demorado, conforme o temperamento, o caráter moral e as aquisições espirituais de cada ser. Não existem duas desencarnações iguais. Cada pessoa desperta ou se demora na perturbação, conforme as características próprias de sua personalidade.
A perturbação pode, pois, ser considerada o estado normal no instante da morte, e perdurar por tempo indeterminado, variando de algumas horas a alguns anos, de conformidade com o estado evolutivo do Espírito.
Breve no caso das almas elevadas, pode ser longa e penosa no caso das almas culpadas. Para aqueles que já na existência corpórea se identificaram com o estado que os aguardava, menos longa ela é, porque compreendem imediatamente a posição em que se encontram.
 
 
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Destino e fatalidade existem?

Uma leitora nos pergunta: Como o Espiritismo vê a questão do destino?
O vocábulo “destino” é usado na obra espírita com dois sentidos. Na questão 177 d´O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ele é utilizado como sinônimo de objetivo, de finalidade da existência humana, que é a perfeição e a suprema felicidade.
No sentido vulgar do vocábulo, que é provavelmente o proposto na pergunta acima, o tema é tratado de modo especial nas questões 259, 851, 866 e 872 d´O Livro dos Espíritos.
Resumidamente, ensina o Espiritismo que nem todas as provas da vida são previstas ou propostas pelo Espírito que se prepara para reencarnar, o qual elabora, com esse objetivo, sua programação reencarnatória.
A chamada fatalidade existe, portanto, tão-somente pela escolha que o Espírito fez de enfrentar, ao encarnar, determinada prova. Escolhendo-a, institui para si uma espécie de destino, que é a consequência mesma da posição em que vem a achar-se colocado.
Na aludida programação são previstos apenas os fatos principais, os que influem no destino e o gênero das provas. As particularidades correm por conta da posição em que a pessoa se acha e são, muitas vezes, consequências de suas próprias ações.
Escolhendo, por exemplo, nascer entre malfeitores, o Espírito sabe a que arrastamentos se exporá. Ignora, porém, quais os atos que virá a praticar. Esses atos resultam do exercício de sua vontade, ou do seu livre-arbítrio. Sabe também que, escolhendo tal caminho, terá que sustentar lutas de determinada espécie e não ignora, desse modo, de que natureza serão as vicissitudes que se lhe depararão.
Os acontecimentos secundários de uma existência corpórea originam-se quase sempre das circunstâncias e da força mesma das coisas. Se tomamos uma estrada cheia de sulcos profundos, sabemos que teremos de andar cautelosamente, porque há muitas probabilidades de cairmos. Ignoramos, porém, em que ponto cairemos e bem pode suceder que não caiamos, se formos bastante prudentes.
 
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Lição que a vida dá

Fim de tarde. Debrucei-me na janela para ver o trânsito, o transeunte, o brilho do entardecer. Tudo comum. Carros apressados, pessoas mais correndo que andando e dessa forma acontecia.

       Quase deixando a paisagem, vi um homem um pouco magro, mas muito forte –  falando assim parece estranho. E vinha ele, seu   carrinho puxado por ele, toda a reciclagem em cima e… olha só seu grande amigo: um cão vira-lata bondoso. Foi o que senti ao observar aquele simples cachorrinho.
       Era mais subida do que reta e estavam com calma, aproximando-se cada vez mais de onde me encontrava. Incrível era o companheirismo do cão. Não havia coleira, nem corrente, nada que o prendesse a seu dono, ou melhor, a seu companheiro, isto é, ao homem; no entanto, o cãozinho ficava tão pertinho que até mesmo a passada das pernas era da mesma distância e velocidade, harmonia plena.
       Pararam próximos ao lixo e pude realmente perceber tamanha cumplicidade e amizade. O homem procurando encontrou alguma comida, mas antes de comer, pegou o melhor daquele alimento e ofereceu a seu cão, que, delicadamente, só matou a fome quando teve a certeza de que para seu amigo também haveria.
       Em meio a tanto movimento, pressa – muitas vezes, sem saber para quê – e a famosa falta de tempo, vi uma cena que transforma a vida: dois companheiros de jornada que já possuem o amor, o respeito e a fraternidade. Após comerem seguiram caminho, certos de que a felicidade já conquistaram, pois de suas vidas já fazem parte a humildade, o entendimento e a liberdade para amar.
 
(Cínthia Cortegoso)
 
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Como foi no trabalho?

Aproveitando que o carnaval acabou, é uma boa hora para assistir o comercial acima e refletir: Você é um mentiroso?

A Monster – um site de empregos – sempre veicula ótimos filmes sobre trabalho (1, 2, 3), desafiando o espectador a questionar sua situação atual.

A criação é da BBDO New York.

Monster

 
Fonte: http://www.brainstorm9.com.br/

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Pegadinha da Coca Zero

Não é por acaso que a Coca-Cola é considerada um belo case de marketing e comunicação em geral por anos a fio pelo esforço em sempre surpreender o público com ações que fogem do lugar-comum, mesmo sendo líder de mercado. Fica a lição para aquelas empresas que acham publicidade é sinônimo de desperdício de dinheiro.

Coca_Zero

E um dos grandes desafios da marca ainda é convencer que a Coca Cola Zero é tão saborosa quanto a original. Já que a bebida não tem açúcar, boa parte das pessoas resiste em tomar um gole, como você verá nesta ação feita em um avião na Espanha.

Tá, a pegadinha é válida para tentar a mudança de opinião de quem não gosta da Zero, mas acredito que a Coca correu um risco considerável dessas mesmas pessoas se sentirem enganadas com o disfarce do copo. De qualquer forma, foi uma boa sacada.

E você, como reagiria se tivesse participado da ação?

Fonte: http://blogcitario.blog.br

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