Arquivo do mês: março 2013

Água Irradiada para os nossos irmãos menores, os animais

Ainda existe certa resistência quando se fala em passes para animais ou irradiação da água para estes irmãos, mas tudo é simples quando visto a luz da própria Doutrina. 

 
Porém a dúvida sempre persiste: Água fluidificada ou água irradiada? A resposta também é simples : Para seres humanos água fluidificada, para animais água irradiada. Mas há diferença? 
 
Sim, e muita. Iniciemos com uma importante frase de Bezerra de Menezes, do livro Loucura e Obsessão – As Consultas -, quando ele coloca que : “A água, em face da constituição molecular, é elemento que absorve e conduz a bioenergia que lhe é ministrada”. 
 
Ou seja, a fluidificação da água é aquela em que fluídos vitais necessários à cura do Espírito são colocados e agem como medicamentos no corpo astral, já que nos seres humanos, devido à lei de Causa e Efeito, a doença se inicia no Espírito e posteriormente surge no corpo físico. 
 
Nos animais o processo da doença não é o mesmo, ela se inicia no corpo físico , na maioria das vezes as doenças surgem mais por culpa, se podemos assim colocar, do tutor do que propriamente pela necessidade do tutelado, pois que os animais não estão sujeitos a lei de Causa e Efeito, portanto é necessário que a água aja não no corpo espiritual e sim no corpo material que absorve o magnetismo negativo que muitas vezes provêm dos tutores, por isso a necessidade de se atentar a grande responsabilidade que os tutores têm por seus tutelados.
 
Nos dois casos o processo de mudança ocorre através da prece e do auxílio dos benfeitores espirituais, tanto para irradiá-las quanto para fluidificá-las. 
 
Assim, diferentemente da água fluidificada onde os fluidos medicamentosos agem no Espírito a água irradiada é, em suas moléculas, acrescida de componentes magnéticos mais materiais, que irão criar uma condição diferente para a melhora da saúde física dos animais, já que, tal como ocorre no passe, muito embora a matéria destes irmãos assemelhe-se a nossa, a energia que a reveste bem como suas necessidades materiais e espirituais são diferentes das dos seres humanos, mas ambas possuem a mesma finalidade, a qual foi bem definida por André Luiz, quando se refere a cura : “[…] precioso esforço de medicação pode ser levado a efeito. 
 
Há lesões e deficiências no veículo espiritual a se estamparem no corpo físico, que somente a intervenção magnética consegue aliviar, até que os interessados se disponham à própria cura”. 
 
 No caso dos animais, onde a doença existe no corpo material, esses componentes da água irradiada irão criar uma aglutinação nas células desses irmãos, fortalecendo-as assim como a seus órgãos afetados, possibilitando que o tratamento recebido pelos veterinários da Terra surtam um efeito mais positivo, pois a irradiação da água vem para unificar esses tratamentos e harmonizar o sistema nervoso central de nossos irmãos. 
 
Ao contrário da água fluidificada, a qual sempre se pode adicionar mais água e o efeito será o mesmo, a adição de mais água, no caso da irradiada, não permitirá que o mesmo efeito ocorra, exatamente por se tratar mais da parte material que espiritual, assim, a adição de água acaba por enfraquecer, diminuindo a quantidade de componentes que iriam agir na matéria. 
 
Uma questão que pode surgir ainda é: pode-se irradiar a água em casa ou em clínicas veterinárias para fortalecer assim o campo magnético do animal assistido? Sim, tal como é possível fluidificar a água durante o Evangelho no Lar, é possível também irradiar a água que será ministrada aos irmãos menores animais, basta para isso a utilização de um recurso simples, o recurso da prece e da comunhão de pensamentos com os irmãos zoófilos que irão transformar nosso magnetismo, tal como no passe, para a energia necessária a esses irmãos. 
 
A água é um recurso necessário tanto para os animais humanos, quanto para os animais não humanos, tal como diz Allan Kardec ao se referir à água em seu livro A Gênese : “[…] as mais insignificantes substâncias, como a água, por exemplo, podem adquirir qualidades poderosas e efetivas, sob a ação do fluido espiritual ou magnético, ao qual elas servem de veículo, ou, se quiserem, de reservatório.” 
 
Sendo assim, a irradiação da água para os irmãos menores animais, bem como a fluidificação da água para os seres humanos, ou animais humanos, serve como veículo, ou ainda como coloca o próprio Kardec “como reservatório de poderosos componentes que irão agir no organismo de cada um”, transformando-se num poderoso recurso para as necessidades e desequilíbrios que causamos a nossos pequemos irmãos .
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ESTUDO SOBRE DESENCARNE

Equipes de Desligamento
Somente alguns espíritos encarnados tem a capacidade de auto-desligamento, ou seja, de desligar os laços que o prendem ao corpo físico.
A grande maioria precisa de ajuda e amparo, pois o processo de desligamento é difícil para nós, que ainda estamos ligados “vibratoriamente” ao planeta.
Por esse motivo existe na espiritualidade equipes especializadas no desligamento. Elas realizam suas tarefas de acordo com o merecimento dos espíritos que estão desencarnando.
Quando o espírito é merecedor do auxílio que chamaremos de “completo”, eles realizam as seguintes tarefas:
 
  • Preparação ? O ambiente doméstico, os familiares e o próprio espírito que desencarnará em breve recebem visitas quase que diárias para auxílio magnético e preparação. Alguns recebem uma aparente melhora para consumação das sua últimas tarefas e para o último contato com os que lhe são queridos.
  • Proteção ? Existem vampiros, obsessores e equipes das trevas especializadas em “vampirizar” os recém-desencarnados. A equipe espiritual tem como tarefa proteger o corpo físico e etérico (até o desligamento total) e o espírito contra as investidas das trevas.
  • Desligamento ? Será abordado no próximo item, contempla todo o processo de desligamento do corpo físico.
  • Encaminhamento ? Os espíritos recém-desencarnados são auxiliados para o encaminhamento ao local onde serão amparados, seja um Posto de Socorro, uma Colônia Espiritual ou, infelizmente, largados ao léu, isso só acontece com os que não podem ser auxiliados, devido a grandes débitos ou apego em que se encontra. Ninguém pode se levado para planos superiores do Astral sem estar preparado.
O tamanho das equipes é variado e geralmente organizado para amparar grupos de espíritos que desencarnarão em um período específico.
Junto a equipe de desligamento encontram-se os amigos espirituais dessa ou de outras vidas, os familiares, os amigos espirituais de trabalho (no caso de médiuns), etc ..
Mesmo os médiuns que trabalham em casas onde existem mentores experientes nas ledes espirituais, recebem o auxílio da equipe de desligamento. Sobre esse tópico retiramos esse interessante texto do livro Obreiros da Vida Eterna:
“Porque se formara expedição destinada a socorro de servidor que dispunha de amigos de tamanha competência moral? Fabriciano demonstrava conhecimentos elevados e condição superior. O obsequiosos amigo, porém, evidenciando extrema acuidade perceptiva, antes que eu fizesse qualquer pergunta inoportuna, acrescentou:
– Não obstante nossa amizade ao médium, não nos foi possível acompanhar-lhe o transe. Temos delegação de trabalho, mas, no assunto, entrou em jogo a autoridade de superiores nossos, que resolveram proporcionar-lhe repouso, o que não nos seria possível prodigalizar-lhe, caso viesse diretamente para nossa companhia.”
Nem todos recebem auxilio de equipes especializadas de desencarne, recebendo os outros o atendimento de equipes gerais que não podem interceder “muito” junto ao moribundo, sobre esse tema retiramos o seguinte texto do livro Obreiros da vida eterna:
“- Nem todas as desencarnações de pessoas dignas contam com o amparo de grupos socorristas?
– Nem todas – confirmou o interlocutor, e acentuou, todos os fenômenos contam com o amparo da caridade afeta às organizações de assistência indiscriminada; no entanto, a missão especialista não pode ser concedida a quem não se distinguiu no esforço perseverante do bem.”
5. O Desligamento
5.1 Horário
O período da noite não possui os raios solares, que desintegram as energias negativas e eliminam as formas pensamento criadas pelo pensamento desregrado dos encarnados e desencarnados.
Além disso, temos uma diminuição na vitalidade existente no ambiente, o que piora as condições do doente, facilitando seu desencarne no período da noite, embora, de nenhuma forma isso seja uma regra, é simplesmente uma tendência, podendo por isso ocorrer desencarnações a qualquer hora do dia ou da noite.
5.2 O Processo de Desligamento
Falaremos aqui sobre o processo mais comum de desligamento, suicídio e mortes abruptas serão abordadas em outros tópicos.
5.3 Preparando o Ambiente
Em casos de doença, onde o moribundo está há algum tempo sofrendo, e junto com ele estão os familiares e amigos, cria-se uma ?aura? de imantação que dificulta o trabalho de desligamento.
Fica muito difícil para os espíritos criarem barreiras protetoras, o procedimento adotado pelas equipes especializadas é criar uma melhora fictícia para afastar os que “prendem” o agonizante ao corpo carnal.
Retiramos o seguinte trecho do livro Obreiros da Vida Eterna:
“- Nossa pobre amiga é o primeiro empecilho a remover. Improvisemos temporária melhora para o agonizante, a fim de sossegar-lhe a mente aflita. Somente depois de semelhante medida conseguiremos retirá-lo, sem maior impedimento. As correntes de força, exteriorizadas por ela, infundem vida aparente aos centros de energia vital, já em adiantado processo de desintegração.”
 
O Rompimento do Cordão de Prata
A grande maioria dos espíritos em processo de desencarne ainda se acha ligado de alguma forma à matéria física, seja por amor a família, aos bens, preocupações com os que vão deixar, etc.
Em vista disso o processo desencarnatório é gradual e o rompimento do cordão de prata, última etapa no processo de desligamento, só é realizado (na maioria dos casos) após algum tempo.
Sobre esse assunto temos a sábia palavra de Bezerra de Menezes, no livro Voltei:
“Esclareceu Bezerra que na maioria dos casos, não seria possível libertar os desencarnados tão apressadamente, que a rápida solução do problema liberatório dependia, em grande parte, da vida mental e das idéias a que se liga o homem na experiência terrestre. “.
Até o rompimento do cordão de prata o espírito encontra-se como um balão cativo (palavras de Bezerra de Menezes), e fica mais suscetível à influência do ambiente onde se encontra, também menos consciente e fraco. Após o rompimento, ocorre um gradual aumento da consciência e fortalecimento.
Para os mais evoluídos o rompimento é quase imediato.
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PARA QUEM AMA OS ANIMAIS

Em “Céu dos Bichos – A Vida Espiritual dos Animais que Amamos”, a médium e mestre espiritual Sylvia Browne tenta decifrar esse enigma. O livro é resultado de 40 anos de pesquisas e depoimentos.
Entre outras coisas, a autora concluiu que os animais têm personalidades distintas, particularidades e hábitos que compõem seu espírito e sua alma. E é enfática ao afirmar que eles vão para o céu.
“Eles possuem habilidades que nos levarão a histórias impressionantes de laços criados com os seres humanos. Há ainda episódios vivenciados na companhia de animais –tanto neste mundo quanto do outro lado– que comprovam a ligação estreita que temos com nossos bichinhos”, afirma Sylvia.
Para a autora, os animais possuem a capacidade de neutralizar energias negativas sem sequer precisarem absorvê-las, como se fossem espécies de anjos da guarda na Terra. O livro explora, a partir de pesquisas cientificas e relatos pessoais, histórias de amor e lealdade entre os seres humanos e seus animais de estimação.
Leia abaixo um trecho:
 
Trecho
Os elefantes africanos desenvolveram uma estrutura social maravilhosa baseada no matriarcado. Todos os elefantes machos são expulsos do bando depois de certa idade, mas o cuidado que as fêmeas dedicam aos filhotes e aos mais velhos e em especial o sentimento de luto demonstrado por elas quando um membro do grupo se vai são características admiráveis. Nessas ocasiões, a tristeza do bando é palpável; os elefantes tentam fazer o companheiro moribundo se levantar, enquanto o resto do bando forma um círculo protetor em torno dele. É possível ver e sentir a angústia dos animais. Eu já testemunhei uma cena assim, e vi a imensa elefanta que era a matriarca do grupo fazer soar sua tromba de um jeito que nunca vou esquecer – num grito de dor inconfundível.
No relato a seguir, veremos um caso de luto animal mais próximo de nossa experiência cotidiana. Debra escreveu: “Minha filha sempre adorou os animais. Não foram poucas as vezes, quando ela era pequena, em que apareceu em casa trazendo bichinhos perdidos para tomar conta. Certa vez, quando ela estava com dez anos, nosso lindo e bagunceiro labrador preto estava passando o dia no canil atrás de nossa casa. Minha filha deixou Sady sair para que ele fizesse um pouco de exercício. No meio do bosque, o cachorro encontrou um filhote de coelho. Infelizmente, ele não se deu conta da fragilidade do bichinho e começou a brincar com ele de uma forma meio bruta demais. Minha filha, quando viu o que Sady havia feito sem querer, embrulhou o coelhinho numa toalha e o levou para casa chorando. Eu fiz o que pude, mas não consegui salvar o animal.
“Nós o levamos para enterrar no quintal e, enquanto dissemos nossas orações, minha filha plantou um ramo de flores no túmulo. Cerca de duas horas mais tarde, saímos de casa e vimos a mãe coelha sentada imóvel à beira do túmulo – foi um momento carregado de espiritualidade, muito comovente. Muitas vezes, as pessoas dizem que os animais não têm sentimentos ou que são incapazes de ter emoções, mas, depois desse episódio com o coelhinho, nunca mais pensei dessa forma. Já se passaram muitos anos desde o incidente, mas as flores continuam crescendo no local exato onde enterramos o coelhinho.”
Todos os animais têm sentimento de luto. Há alguns anos, um dos meus dois lhasa apsos amados faleceu. Os dois eram irmãos e haviam sido criados juntos desde que nasceram, sem jamais se separarem. Mitsy, a cadelinha que ficou, meteu-se debaixo da cama de tão triste e, por mais que eu a chamasse, não conseguia fazer com que viesse brincar, comer ou beber água. Por fim, eu tive a ideia de sair e comprar um novo filhote, o mais parecido possível com nosso falecido Chewy.
No instante em que entrei com o filhote em casa, Mitsy pôs a cabeça para fora e começou a observá-lo. Depois de duas horas, ela saiu de baixo da cama para brincar com ele. Talvez ela tenha pensado que seu querido irmão havia encolhido ou, talvez, mesmo notando a diferença, isso não importasse para ela. Desse dia em diante, assim como era com o Chewy, os dois tornaram-se inseparáveis. A única diferença era que Mitsy mostrava um instinto protetor especialmente aguçado com o novo Chewy – imagino que por ter medo de perdê-lo novamente.
Nós, humanos, não somos os únicos a ter corações, mentes e espíritos sujeitos a sentir luto, dor e arrependimento. Sabendo disso, por que não conseguimos entender que os animais se sentem solitários, abandonados e enlutados da mesma maneira que nós?
Não consigo sequer mencionar episódios de crueldade ou mesmo os experimentos que são feitos com animais, pois não suporto pensar no assunto e ele fica me assombrando por dias a fio. Mas tenho a esperança de que, um dia, com o trabalho educativo que fazemos com as pessoas e os protestos constantes, o ser humano acabe com a brutalidade contra essas criaturas maravilhosas que nada fazem senão nos ajudar e, muitas vezes, salvar nossas vidas.
Não tenha medo de chorar. As lágrimas libertam a mente dos pensamentos tristes.
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SOBRE PSICOGRAFIA

Em Missionários da Luz, André Luiz descreve a sua percepção de uma sessão de psicografia. Ele destaca a idéia de que o médium não é um ser passivo, um mero aparelho, mas um espírito, tendo por conseqüência participação ativa no fenômeno da psicografia. Ele descreve minuciosamente as intervenções que os espíritos fazem no sistema nervoso dos médiuns, e, posteriormente, se detém na glândula pineal, descrevendo o seu papel nas comunicações mediúnicas de uma forma geral. Ela, entre outras funções, participaria no processo de “recepção e emissão das ondas peculiares à esfera espiritual”, que se intensificaria no exercício mediúnico. Outra descrição curiosa diz respeito à atuação dos espíritos no cérebro do médium. André Luiz descreve o espírito “vasculhando” o centro da memória do psicógrafo, minutos antes da comunicação, em busca de elementos que lhe facilitem a expressão das idéias (Meu Mentor já falou sobre isso. Ele diz que é como montar um quebra-cabeças com as peças disponíveis no cérebro do médium). Outra descrição curiosa diz respeito à atuação de um terceiro espírito junto às “fibras inibidoras do lobo frontal”, O processo de “apossar-se do braço” do médium para escrever se dá com a atuação no cérebro do mesmo, e não diretamente sobre o braço. No livro citado acima, ele registra uma “mudança de coloração da zona motora do cérebro” durante a comunicação através da psicografia, causada, portanto, em decorrência da atuação do espírito.

Num outro livro (André Luiz, de 1977), o autor espiritual retoma a discussão dos mecanismos da psicografia, deixando ainda mais clara esta sua afirmação: 
“Com base no magnetismo enobrecido, os instrutores desencarnados influenciam os mecanismos do cérebro para a formação de certos fenômenos, como acontece aos musicistas que tangem as cordas do piano na produção da melodia. E assim como as ondas sonoras se associam na música, as ondas mentais se conjugam na expressão”. Ou seja, atuam por meio da vibração. Afinal de contas, TUDO é vibração. 

Como vêem, o processo é complexo e sujeito a falhas e influências indesejadas do médium. Por isso que Kardec afirma “A mediunidade é uma flor delicada que tem necessidade, para se expandir, de precauções atentas e de cuidados permanentes”. Até mesmo Chico Xavier não escapou de errar, quando já estava muito doente e com mais de 80 anos. Certa vez ele psicografou uma carta de um filho desencarnado para a mãe. Ela acreditou em cada palavra, mas, com delicadeza, apontou que três nomes estavam errados. Chico não se fez de rogado: pegou a borracha e apagou o errado, dizendo: “A borracha é como a reencarnação. Apaga o que está errado para escrever o correto.”
PS: Há quase 150 anos, Kardec perguntou aos Espíritos por que não ensinaram desde todos os tempos o que ensinam hoje. A resposta foi: “Não ensinai às crianças o que ensinai aos adultos e não dais ao recém-nascido um alimento que ele não possa digerir. Cada coisa tem o seu tempo. Eles ensinaram muitas coisas que os homens não compreenderam ou desfiguraram, mas que atualmente podem compreender. Pelo seu ensinamento, mesmo incompleto, prepararam o terreno para receber a semente que agora vai frutificar”. 

Fonte: vomariaconga.blogspot.com.br

 

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TUDO É ENERGIA

Um fenômeno muito comum, mas pouco compreendido e, na maioria das vezes, mistificado: o relacionamento energético entre pessoas e ambientes.
Não nos comunicamos apenas através dos cinco sentidos: visão, audição, tato, paladar, olfato.
Também enviamos e recebemos mensagens através do nosso campo energético. Ou seja, você emite energias que chegarão aos ambientes e pessoas e também recebe a influência de energias das outras pessoas e lugares.
Todo mundo sabe do que estou falando: vocês acordam bem humorados, de bem com a vida e animados. Chegam no ambiente de trabalho e encontram um chefe de mal com a vida, colegas desanimados ou competitivos, fofoca e muito baixo astral. A tendência da maioria das pessoas é se contaminar e chegar ao final do dia esgotado ou de mau humor. Às vezes isso acontece em casa. Brigas, ressentimentos antigos, implicância, negativismo, parentes depressivos ou doentes. Resultado, você não tem nem vontade de voltar para casa.
O contrário também é válido: encontrar aquele amigo ou amiga super animado, sempre em alto astral, ou então o “palhaço da turma”, daqueles que fazem a gente rir por qualquer coisa, até de nós mesmos. Ou quando você está perto de uma pessoa muito, mas muito querida. Aqueles que gostam de animais, plantas ou têm qualquer hobby, respondam: como fica o seu astral nesses momentos? Entrar em uma igreja ou templo e respirar profundamente, fazendo uma oração. Participar de uma aula de Yoga tradicional ou simplesmente fitar a pintura ou foto de uma pessoa santa, olhando bem em seus olhos…
Perceba, então, que você não vive fechado em seu mundo, mas se relaciona o tempo todo com tudo e todos os que estão à sua volta. Influencia e é influenciado, afinal, vida é comunicação. O ideal seria que compartilhássemos de forma sadia toda essa energia infinita: doando e recebendo amor, alegria, generosidade.
Mas, ninguém é perfeito, não é mesmo?!! Nem mesmo você!!
O que acaba acontecendo é uma troca desenfreada de aspectos bons e negativos de nossa natureza. Compartilhamos também tristeza, medo, ansiedade, egoísmo, raiva, intolerância e todos os nossos traumas e recalques.
Fortalecendo o sistema imunológico
 

Algumas pessoas apresentam, uma sensibilidade tão grande que somatizam o estado de espírito de outras pessoas, chegando a apresentar depressão e manifestações físicas como sonolência, alteração de humor, bocejos, dor de estômago, peso na nuca e ombros, confusão mental, entre outros. Além se serem também muito vulneráveis ao padrão vibracional dos ambientes.

O que esses seres tão sensíveis precisam é fortalecer o “sistema imunológico sutil”.
 

Da mesma forma que certos vírus e bactérias são contagiosos, causando até epidemias, o baixo e o alto astral também são.

A raiva, a irritação e o descontrole emocional são tremendamente contagiosos. Vocês lembram dos vândalos de estádios de futebol e shows com centenas de pessoas?
Às vezes pouquíssimos indivíduos começam e bagunça, que se alastra rápida e descontroladamente. Parece que aquele estado de espírito vai tomando conta até de pessoas que normalmente não se comportariam assim. Perceba também o que acontece nas grandes cidades como São Paulo onde a irritação é constante em todos os moradores.
Se você vai ao médico reclamando de gripes constantes, há grande probabilidade dele dizer que o problema está no seu sistema imunológico, que deve estar debilitado. Vai, então, recomendar uma alimentação reforçada, descanso, controle do estresse e talvez uma reposição de vitaminas e minerais, certo? O foco vai estar no seu sistema de defesa e não necessariamente nos vírus da gripe.
O mesmo é válido para todos que reclamam de problemas com energias negativas: a deficiência está em você, a negligência consigo mesmo, a falta de informação, o excesso de sensibilidade, a baixa auto-estima, a falta de controle das próprias emoções e pensamentos é que debilitam o seu sistema de defesa energético. Não adianta colocar toda a responsabilidade nas pessoas que te circundam, nos ambientes carregados ou nesse mundo que, para muitos, está perdido.
Esqueça, portanto, essa idéia de arranjar um método infalível para se proteger das energias negativas. Existe sim um processo de educação, amadurecimento pessoal, conhecimento e controle das energias. O primeiro passo para se fortalecer energeticamente é assumir a responsabilidade sobre sua vida e tudo o que lhe diz respeito.Você não pode e nem deve se apartar das pessoas. Durante toda sua vida terá de aprender a conviver com a negatividade deste mundo e a lidar de forma a não se contaminar com ela. E num segundo momento ajudar a transmutar as energias negativas de pessoas e ambientes. Contaminando tudo a seu redor com Luz.
 
Exercícios
1. Para desenvolver a sensibilidade Não existem pessoas insensíveis, existe sim, aquelas que não acreditam nesse papo de “energia” e acabam se fechando para esse aspecto, há também a grande maioria, que não foi educada para prestar atenção ao que é mais sutil e a não dar valor ao que sente.
 
Para lidar com o mundo das energias é preciso muita paciência e observação. Para estimular sua sensibilidade comece a prestar atenção às suas reações tanto físicas quanto emocionais. Tente deixar o racional de lado e observar o que sente e não o que acha ou pensa. Muitas vezes o que você vai sentir é completamente diferente do que você acha que é certo, normal ou lógico. Procure não julgar, apenas sentir e observar.
 
Experimente fazer outro exercício nos próximos quinze dias: observe pessoas e lugares e sinta suas sensações aos estar nesses lugares ou com essas pessoas . Faça também um teste, observando como você se sente depois de um filme bem romântico, de outro de terror e uma comédia. Cada um deles nos remete a determinados estados de espírito. Esses exercícios farão com que você preste atenção a aspectos mais sutis de si mesmo é isso é imprescindível para que aprendamos a lidar com as energias.
 
2. Para proteção Invocação da Luz: você pode fazer essa prática antes de sair de casa, antes de entrar no ambiente de trabalho, todas as vezes que sentir que o ambiente está pesado ou quando estiver ao lado de pessoas que não estão num bom padrão de energia. E também, quando voltar para casa, antes de passar pela porta. “Mentalize um cilindro ou tubo de Luz Branca que desce do sol e te envolve por completo” Sinta-se totalmente envolto na Luz Divina. Você também pode mentalizar a seguinte frase: “Eu me submeto à Luz Maior”.
 
Paz e Luz a todos
 
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Embalagens super criativas

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afsdasda

Fonte: http://quasepublicitarios.files.wordpress.com

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O folheto invisível

Para alertar sobre como ajudar a encontrar crianças desaparecidas na Argentina, a Almacén criou para a Missing Childen esta ação na final de um torneio argentino, onde o rapaz distribui os folhetos e, como se espera, muita gente ignora o material, até ter uma surpresa minutos antes da partida começar envolvendo o folheto e o rapaz.

 
Deu até para sentir os segundos de silêncio que se faz diante do texto: crianças desaparecidas podem estar na nossa frente.

Fonte:http://blogcitario.blog.br

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O turista e o monge

Um turista foi na casa de um monge budista para conhecê-lo.
A casa não tinha quase nada e ele perguntou ao monge:
“Onde estão as suas coisas?”.
O monge respondeu com a mesma pergunta
“E as suas?”. O turista inconformado com a comparaçao disse:
“mas não tem nada a ver, estou aqui de passagem”
e o monge com um sorriso disse:
“Eu também”.

Fonte: http://www.sabedoriaoculta.com

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A CAMISA BRANCA E O CARVÃO

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
– Pai estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar:
– O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.
Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
– Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.
Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
– Filho como está se sentindo agora?
– Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
– Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo.
Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.
O pai, então, lhe diz ternamente:
– Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
Mateus 18:21-22 “Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso, o reino dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos.”
No nosso dia a dia, ficamos muitas vezes irados com as pessoas que nos ferem, e o rancor humano faz com que tenhamos raiva ou ódio de nossos semelhantes que pecaram contra nós, mas como este pequeno conto tão bem ilustra, o ódio traz mais conseqüências e marcas em quem odeia do que em quem é odiado, ouse perdoar a quem te machucou, ouse perdoar a seu semelhante, mesmo que ele não mereça, no final quem sairá ganhando com certeza será você…

Fonte:http://chicoxavier.spaceblog.com.br

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Sobre o sofrimento, a realidade e os valores – I

Defender que o ser humano só evolui através do sofrimento, ou que este é pelo menos uma parcela fundamental para o seu progresso, é o mesmo que dizer que uma criança só aprende por meio de açoites. Contrariamente aos que defendem tal aberração, as novas correntes pedagógicas já perceberam que a educação é, principalmente, a arte de bem dialogar, donde promovê-la significa acreditar que a palavra é o maior dos bens do Homem.Daí ser contraproducente e mesmo anti-natura apoiar o progresso humano no sofrimento. Por outras palavras, nem o progresso vem por esses meios, nem se verifica que os mesmos culminem em progresso. Em termos de fé, uma coisa é acreditar em Deus segundo um espírito livre e feliz, vendo Nele o Ser do sumo Bem, outra bem diferente é fazer de Deus uma terapia psicológica para os males que acontecem. Nem Deus é um comprimido, nem um sádico que traça caminhos dolorosos para chegar até Ele.Por outro lado, fazer do sofrimento a alavanca para desenvolver a fé é demasiado perigoso, pois a História prova até onde nos tem conduzido tal postura. Chegando ao ponto de não querer ser feliz, sob pena de ir parar ao Inferno, muitos houve que procuraram o caminho da dor, associada ao sofrimento, para antecipar a sua entrada no mundo das bem-aventuranças. Ora, nem a dor física é sofrimento, nem o sofrimento é dor física. É muito fácil flagelar o corpo, é bem mais difícil fazer a alma retroceder nos seus vícios, defende o Espiritismo.

Assim, se quisermos definir sofrimento debatemo-nos com a fagilidade da linguagem. Podemos dizer que é um estado d´alma, uma vez que pessoas em situações idênticas têm reacções opostas. E ainda que tracemos excepções, nomeadamente no que diz respeito à dor universal de perder um filho, o sofrimento é sempre mediatizado pelo factor cultural.

O Espiritismo propõe que é preferível perder um filho a vê-lo nos caminhos do ilícito, o que vem contrariar a máxima de que “enquanto há vida, há esperança.” A Doutrina espírita defende a morte como um bem, isto é, o desencarne, porque, se a vida continua além do corpo, em outra dimensão, então é preferível abandoná-lo a fazer mau uso da vida e do próprio corpo.

Todavia, o assunto não é pacífico, levanta uma infinidade de questões. Vejamos: Não será preferível uma vida difícil a vida nenhuma? Ainda que todos acreditem numa vida além da morte, não é preferível apostar mais nesta, que sabemos como é, a uma outra de que não temos informação, ou pelo menos não a temos de forma precisa? Defender a vida não é um valor prioritário? Desejar a morte, ou preferí-la à vida, não é pecado? Querer a morte por ser dfícil a vida não é uma fuga, um mecanismo de fraqueza? Quem deseja a morte a um filho com base na fé de que no além terá uma vida melhor? Semelhante postura não terá como pressuposto a velha máxima de que, ao morrer, entramos directamente no mundo da luz? Não estará, por ventura, tal desejo, se assim lhe podemos chamar, oposto ao que o próprio Espiritismo defende, a saber, que não entramos num mundo melhor a partir do momento em que neste trilhámos a senda dos vícios?

O que desejamos e o que devemos desejar são por vezes incompatíveis, no sentido de desconformes com os nossos interesses. Vivemos mediatizados por uma infinidade de situações que não construímos, nomeadamente a cultura, além de relações laborais, modelos de consumo normativos que não são nossos. Como contextualizar o sofrimento num mundo que, erroneamente, se tornou global, e no qual cada vez mais se faz o que não se quer nem como quer? Mais, como explicar e justificar a função espiritual do sofrimento quando ele se tornou um artifício manuseado segundo os interesses de quem governa?

Há que perceber que criar sofrimento tornou-se no ganha-pão de uns quantos. Reduzir os salários, a segurança no trabalho, na escola, a criação de ghetos, a identificação dos indivíduos segundo as marcas dos produtos que consomem, a redução do ser ao ter, a produção de novos ignorantes ou analfabetos nas escolas, mercê de métodos e técnicas pedagógicos elaborados em gabinetes e não a partir da experiência da realidade da sala de aula, a falta de perspectivas e de saídas profissionais para os jovens e a violência crescente entre os mesmos, tudo isto se tornou na alavanca dos pulsos de ferro do século XXI. (Continua)
Fonte: http://www.forumespirita.net

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