Arquivo do mês: outubro 2013

Portas no meio de praças conectam cidades européias

A SNCF – companhia ferroviária da França – já conectou cidades européias através de conferências, na época utilizando um cubo de três metros de altura. Agora a empresa repete a estratégia, mas com um resultado visual ainda mais interessante.

Misteriosas portas foram espalhadas em praças de diversas capitais da Europa. Quem abria a porta, se deparava com uma tela ao vivo mostrando pessoas em outra cidade.

A criação é da TBWA de Paris.

Seria bem legal uma campanha dessas por aqui, conectando varias cidades.

Fonte: http://www.brainstorm9.com.br/

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Vale tudo por um lanche grátis

Qual é o seu limite para ganhar um pacote de biscoitos grátis? Talvez foi essa pergunta que guiou a criação de uma máquina de vendas diferente para a Delite-O-Matic. A Clemenger BBDO da Austrália colocou a máquina no meio da rua e oferecia desafios estranhos para a pessoa ganhar seu pacote, como apertar 5000 vezes o botão. Como você verá no vídeo, teve gente que aceitou!

Não satisfeita com essa parte, os desafios foram evoluindo e as pessoas pagavam vários micos para garantir seu biscoito. Pelo jeito esse lanche é mesmo gostoso para merecer tanta esforço.

Fonte: http://blogcitario.blog.br

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Tomando Sprite na cara

O verão de Israel é tão quente quanto o nosso. Aproveitando essa característica, a BBR Saatchi & Saatchi criou para a Sprite uma ação para divertir quem estava na praia e aproveitar para gerar muitos compartilhamentos no Facebook.

A mecânica era muito simples: as pessoas ficavam na frente de uma câmera slow motion conectada à conta do Facebook para transmitir o momento que recebiam bexigas de refrigerante pelo corpo e era imediatamente publicado na timeline dela. Logo abaixo tem alguns exemplos.

Fonte: http://blogcitario.blog.br

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Uma frase, um olhar, uma vida

– Suas mãos são as mais lindas, mamãe.
Foram sempre essas as palavras usadas pelo filho amoroso e companheiro. Mãos que enormemente o amparavam.
O garoto completara doze anos havia poucos dias. Estava se tornando um rapazinho, mas se sabe que cada pessoa tem um caminho a seguir e uma forma necessária para percorrê-lo.
A mãe se dedicava, por completo, ao pequeno Jeremias; ele não tinha irmãos, então, o tempo lhe era camarada e sempre mais prolongado. Seu pai trabalhava numa empreiteira do pequeno município; só à noitinha chegava ao lar singelo demais e aconchegante.
Ele deixava as botas sujas do trabalho na calçadinha de fora da casa. Lavava as mãos e braços e, agora mais asseado, buscava ansioso a única entrada da morada. No canto direito do ambiente caseiro de um só cômodo, encontrava-se o filho Jeremias sobre sua cama.
Os sorrisos se abriam: o do pai para o filho e vice-versa. Do ângulo que o garoto olhava, o brilho dos seus olhos tornava-se foco vivo de luz.
– Oi, meu filho! Como passou o dia? Está tudo bem com você? – o pai perguntava, amoroso, em sua simplicidade.
Mas, de fato, a singeleza é puro bálsamo e sabedoria.
O filho sorria e seus olhos respondiam com alegria ao pai. Beijos eram selados no rosto, na cabeça, nos olhos, nas mãozinhas do pequeno. Quanto amor! E a mãe observava a cena cotidiana, no entanto, com emoção maior a cada novo dia.
Após o encontro de pai e filho, o marido agora abraçou a esposa com toda admiração. Eram, os três, companheiros da jornada para o progresso espiritual.
– Que bom estar de volta ao lar! – o pai e marido falava.
Ele, antes de se banhar, fora fazer alguns reparos no casebre visando sempre à melhoria para a família que tanto tempo permanecia ali. Também estava construindo um pequeno carro de mão para levar o filho a passear, sentir o vento no rosto, receber, pelo sol, ainda mais a luz da vida. Sem um meio de locomoção para o filho, os passeios diários eram quase impossíveis.
Enquanto isso, a mãe cuidava do seu menino, ajeitava-o para lhe dar a janta, uma sopinha preparada com o que era necessário para o seu corpo. Cada colherada também estava repleta do alimento mais benéfico e salutar: o amor.
E quando findava a comida, o filho sempre dizia:
– Suas mãos são as mais lindas, mamãe.
E aquelas mãos o limpavam, o acariciavam, o protegiam, o mantinham vivo.
No meio da tarde seguinte, um pouco mais cedo que o habitual, o pai chegou. Como sempre depois de toda doação ao filho, finalmente, ele terminou o carro para levar o pequeno ao desejado passeio.
Pai e mãe pegaram o menino querido e com todo cuidado o puseram no carrinho construído para ele.
Jeremias, depois de adequadamente colocado e seguro no carro de madeira puxado pelo pai, sentiu o brilho da vida em seu rosto tocando sua alma.
Para intensa alegria do filho, o pai acelerou os passos dando maior emoção; a mãe de mão dada com o pequeno já corria tão alegre só de ver sua felicidade.
Os três, naquela tarde, eram a realização do compromisso assumido. Espíritos comprometidos entre si por um bem maior: o amparo, o amadurecimento, a realização do amor.
E as flores passavam mais rápido, o céu avançava mais veloz e o sorriso virava gargalhada feliz.
De repente…
– Filho…– foi o grito da mãe.
Sem perceber, o pai passara por uma pedra mais saliente e lançara o filho para longe. Jeremias ficou ali caído sem se mexer, pois seu estado não lhe permitia, ele sofria de uma grave doença degenerativa; dependia de cuidado o tempo todo. Quando nasceu, os médicos informaram ao casal que ele nunca falaria uma palavra sequer, não expressaria nenhuma emoção e que não passaria de tenra idade.
Até agora, segundo os pais, ele sentia toda emoção e demonstrava pelo olhar, também falava, mesmo que uma única frase, e já completara doze anos.
Pai e mãe correram, desesperados, para acudir o filho. Com cuidado viraram o menino… e seus olhos brilhosos estavam abertos e sorrindo.
– Filho querido, meu amor, você está bem? – a mãe perguntou, limpando-o da terra.
– Meu Deus! Meu filho! O que eu fiz? – o pai, inconformado, pegou-o nos braços.
E assim foram até o casebre que os esperava de portas abertas. A mãe preparara o banho morno e tudo mais de que Jeremias necessitasse.
Em pouco tempo o susto havia passado e quase tudo estava normalizado. O pai trouxera o carro para o quintal e a mãe preparara um mingau de aveia do qual o filho tanto gostava.
Cada colherada levada à boca do pequeno era o amor mais compreendido e aumentado. O pai estava sentadinho ao lado se refazendo do susto e amando mais e mais aquele filho querido.
Depois de limpo e alimentado, em sua caminha construída pelo pai, o filho, com olhos calmos e reluzentes, falou a única frase que conseguia:
– Suas mãos são as mais lindas, mamãe e… “papai”.
A gratidão e o reconhecimento são o alicerce para o amor se desenvolver e prosperar.
E os olhos de Jeremias mantinham o fulgor da vida e a certeza de que o compromisso bem realizado desacata o desenvolvimento da medicina e comprova que a lei divina é soberana e incomparável, dispensa comentários e é operante nos recônditos menos prováveis da esfera da vida.
Visite o blog Conto, crônica, poesia… minha literatura: http://contoecronica.wordpress.com/
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Palestra “Do balanço da empresa ao balanço da vida, a vida que vale a pena viver” com Clóvis de Barros Filho

Sensacional!
Obrigado pela colaboração Gabriel Braz!

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O homem necessita ou não de religião?

Vimos postado numa das redes sociais um cartaz com os seguintes dizeres: “Um homem sem religião é como um peixe sem bicicleta”.
Traduzindo-o em português claro e direto: do mesmo modo que um peixe não necessita de bicicleta, o homem não precisa de religião.
Esse é um pensamento que se tornou um modismo nos dias que correm, mais comum, no entanto, entre os jovens, o que não é difícil de entender. Quem não enfrentou ainda as agruras de uma longa existência pode equivocar-se com relação a muita coisa. A religião seria apenas uma delas.
Com o passar dos anos, porém, muda a nossa visão com respeito a muitos assuntos, como ocorreu, por exemplo, com André Luiz, que assim se reportou ao assunto, logo na abertura de Nosso Lar, sua primeira obra psicografada pelo médium Chico Xavier:
“Em momento algum, o problema religioso surgiu tão profundo a meus olhos. Os princípios puramente filosóficos, políticos e científicos, figuravam-se-me agora extremamente secundários para a vida humana. Significavam, a meu ver, valioso patrimônio nos planos da Terra, mas urgia reconhecer que a humanidade não se constitui de gerações transitórias e sim de Espíritos eternos, a caminho de gloriosa destinação.
Verificava que alguma coisa permanece acima de toda cogitação meramente intelectual. Esse algo é a fé, manifestação divina ao homem. Semelhante análise surgia, contudo, tardiamente. De fato, conhecia as letras do Velho Testamento e muita vez folheara o Evangelho; entretanto, era forçoso reconhecer que nunca procurara as letras sagradas com a luz do coração. Identificava-as através da crítica de escritores menos afeitos ao sentimento e à consciência, ou em pleno desacordo com as verdades essenciais. Noutras ocasiões, interpretava-as com o sacerdócio organizado, sem sair jamais do círculo de contradições, onde estacionara voluntariamente.” (Nosso Lar, cap. 1, pág. 18.)
Outros vultos conhecidos no planeta perceberam, ainda em vida, o valor da religião e nesse sentido é forçoso lembrar uma das frases mais famosas atribuídas a Albert Einstein: “A ciência sem a religião é manca; a religião sem a ciência é cega”.
No livro Einstein e a Religião, de Max Jammer, professor de Física e colega de Einstein em Princeton, há informações interessantes sobre o relacionamento do notável cientista com a religião. No livro, Jammer menciona outra frase importante de Einstein, numa entrevista concedida em 1930 ao escritor James Murphy e ao matemático John William Navin Sullivan. “Todas as especulações mais refinadas no campo da ciência”, disse-lhes Einstein, “provêm de um profundo sentimento religioso; sem esse sentimento, elas seriam infrutíferas.”
Fisiologista e cirurgião francês, o dr. Alexis Carrel, laureado com o Prêmio Nobel de Medicina de 1912, notabilizou-se não apenas por suas experiências sobre enxerto de tecidos e de órgãos e sua sobrevida fora do corpo, mas também por suas obras filosóficas, dentre as quais se destaca O homem, esse desconhecido, best-seller na América do Norte em 1935.
Em fevereiro de 1942, a revista Seleções do Reader’s Digest revelou outra faceta do grande médico e pensador: sua fé em Deus e sua crença no valor incomensurável da oração, que Alexis Carrel definiu como sendo “uma invisível emanação do espírito de adoração do homem, a forma de energia mais poderosa que ele é capaz de gerar”.
Eis, resumidamente, o que disse sobre a prece e a religião o notável médico francês:
1. A prece marca com os seus sinais indeléveis as nossas ações e conduta.
2. A oração é uma força tão real como a gravidade terrestre. A influência da prece sobre o corpo e sobre o espírito humano é tão suscetível de ser demonstrada como a das glândulas secretoras.
3. Muitos enfermos têm-se libertado da melancolia e da doença graças à prece. É que, quando oramos, ligamo-nos à inexaurível força motriz que aciona o universo e, no pedir, nossas deficiências humanas são supridas e erguemo-nos fortalecidos e restaurados.
4. Não devemos, no entanto, invocar Deus tendo em vista meramente a satisfação dos nossos desejos. Maior força colhemos da prece quando a empregamos para suplicar-lhe que nos ajude a imitá-lo.
5. Toda vez que nos dirigimos a Deus, melhoramos de corpo e de alma. Não tem, porém, sentido orar pela manhã e viver como um bárbaro o resto do dia.
6. Hoje, mais do que nunca, a prece é uma necessidade inelutável na vida de homens e povos. É a falta de intensidade no sentimento religioso que acabou por trazer o mundo às bordas da ruína.
O pensamento de André Luiz, Einstein e Alexis Carrel deveria estar presente na mente de todos aqueles que, de modo infantil, redigiram ou divulgam a frase do cartaz a que nos referimos: “Um homem sem religião é como um peixe sem bicicleta”.
Pensem e comportem-se assim e verão o que os espera no seu retorno à verdadeira vida.
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Manual de uma geração mais feliz

Quantas vezes já se ouviu que a criança é o futuro da humanidade, mas antes o adulto precisa dar condições para isso acontecer!
Estudiosos dizem que é até os três anos a fase da grande formação da criança. Se o bebê já sente as emoções na barriga da mãe, confirma-se que é desde o início o investimento emocional e de orientação a ser doado. (Essa observação se restringe, aqui, à atual existência e não à referência da soma das vidas de um espírito em questão.)
Assim também para a criança ocorre a lei natural do universo; ela é alma num corpo delicado e infantil. Para aprender algo é necessário ser apresentada a ele. O recebimento do amor é o alicerce para a pequena aprender o sentido da vida; com esse aprendizado ela compreenderá bem melhor seu papel no mundo e poderá retribuir o mais nobre sentimento. Só se reproduz o que se aprendeu.
Conforme o tempo passa, a experiência e a observação são ampliadas e o adulto passa a perceber quanto se pode ajudá-la com simples atitudes no dia a dia. Ao conversar com a criança, as palavras pronunciadas com mais calma e carinho são, instantaneamente, apreendidas e mais respeitadas.
Já se observou, muitas vezes, um pai ou uma mãe chamando a atenção do filho de forma mais descompassada ou alterada; o resultado é o choro, a birra ou o trauma como sequela do medo, que é bem diferente do respeito.
Se a criança é o futuro, a ela se devem ensinar os mais elevados valores morais; dar amor; explicar, com educação e paciência, as novidades da vida, pois quase tudo lhe é novo; ensinar-lhe os direitos e os deveres que regem a sociedade e, acima de tudo, esclarecer-lhe que há o Pai, nosso criador de grandeza incomparável, objetivo maior; afinal, somos espíritos.
Os olhinhos estão sempre brilhosos, cheios de vida e com a curiosidade inerente. O tempo é agora para a semeadura de crianças do bem com grande probabilidade de se tornarem neste momento ou mais tarde adultos amorosos e coerentes com o futuro, pois também se tem a consciência do livre-arbítrio. Independentemente, sempre serão promovidas oportunidades para a boa colheita.
Se doamos amor… também o receberemos;
se lançamos a paz… com ela nos sentiremos;
se ministramos benéficas lições… a partir delas teremos bons alunos;
se queremos um futuro melhor… cuidemos de nossas crianças hoje.
A vida é de ida e vinda; é de doação recíproca. Constantemente receberemos a mesma energia lançada ao cosmo.
E como nos intitulamos família universal, há o compromisso com a educação e a responsabilidade com o nosso jovem irmão.
Criança precisa ser orientada e amparada no amor; afinal de contas, serão sempre elas o futuro do planeta Terra.
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Pegadinha destruidora da LG

Parece que a LG tomou gosto pela trollagem. Depois de dar susto no elevador, botar mulheres para espiar banheiro masculino e até simular o fim do mundo, a marca resolveu “destruir” o smartphone alheio para divulgar o G2.

LG_G2

Para atrair as “vítimas”, foi instalada em uma das ruas da França uma cabine que pedia o aparelho da pessoa com objetivo de melhorar o desempenho dele. Quando o aparelho estava dentro, surgia um cara para destruir totalmente o smartphone da pessoa. Assista às reações delas.

Fonte:http://blogcitario.blog.br/

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PENSE.REFLITA,NADA MUDA SE VC NÃO MUDAR!!!!

Uma mulher rezou durante anos para seu marido alcoólatra mudar. Sua fé foi tão grande que somente desistiu depois de 20 anos.

“Que Deus é este que permite o sofrimento de quem só faz o bem?” Este foi seu pensamento nos momentos finais de sua fé.
Seu raciocínio era simples: se o marido mudasse, ela viveria melhor.
Outra mulher rezou muito pedindo força e sabedoria para se transformar. Ela tinha um marido alcoólatra e sofria com isto.
Ela decidiu lutar para manter a família unida, mas sabia que para conseguir seu intento deveria aprender a não ser infeliz.
Esta outra mulher assumiu a responsabilidade de sua vida e de sua felicidade. Ao longo dos anos foi ganhando força, amadurecendo, aprendendo e desenvolvendo várias habilidades.
Ao invés de me preocupar, irei ofertar
Sou o responsável pela minha vida
Aceitar viver a vida intensamente
O marido continuou alcoólatra, mas ela estava cada vez mais evoluída. Tão evoluída que pouco sofria com o marido que tinha. Seus filhos tiveram nela o exemplo e a orientação sensata para crescerem sadios e trabalhadores.
Ela manteve sua fé. Seu pensamento era assim: “eu me ajudei, Deus me ajudou e juntos ajudamos minha família”.
Duas mulheres que partiram da mesma situação. Dois resultados muito diferentes.
Uma buscou culpados. A solução não vem dela, e sim de Deus e do marido. Ela não evoluiu, ficou do mesmo jeito por longos anos. Não enfrentou suas dificuldades, nem suas limitações e defeitos. Ela, assim como o marido, ficou paralisada.
A outra buscou a verdade: “todos têm que evoluir, vou assumir a responsabilidade pela minha vida e minha felicidade”. “Se eu evoluir em áreas nas quais nunca evoluí serei mais completa e, portanto, mais capaz de gerar minha felicidade”.
A evolução exige aprendizado. Aprendizado exige movimento, experimentação e descoberta. É por isto que amar é um verbo.
Ao abrir mão de evoluir, a primeira mulher paralisou o Fluxo da Vida. Desta forma, ela matou o renascer, o desabrochar, a descoberta e a emersão de uma vida de paz, realização e equilíbrio.
Regra um: o primeiro passo para mudar a realidade é mudar você mesmo. Se prepare para ser melhor e poder ofertar mais.
Regra dois: tente não depender de ninguém e nem de nada quando for produzir o bem e gerar virtudes.
Regra três: se possível trabalhe em equipe. Se não for possível escolha seguir o caminho que irá gerar os melhores frutos para o espírito que você é.
Regra quatro: respire fundo! Abandone os julgamentos e tenha bem estar!
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Comercial tailandês faz o mundo chorar

Comercial da operadora de telefonia True Move, produzido na Tailândia e publicado no YouTube no dia 11 de setembro, vem comovendo internautas do mundo inteiro com a história do dono de um restaurante que sempre ajudou ao próximo.

Com um desfecho inesperado, o vídeo procura mostrar como pequenos gestos podem mudar vidas.

Veja o comercial abaixo com legendas em português.

Aprendeu?

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