Arquivo do mês: novembro 2013

ESPÍRITOS PRESOS A TERRA

 
Pode uma alma, após a morte, permanecer presa à Terra?
Sim, pode. Isso acontece muitas vezes. As almas presas à Terra são pessoas que, após a morte, não conseguiram desligar-se dos seus corpos físicos e da vida que levavam. Eles permanecem envolvidos pelo magnetismo terrestre,presos ao nivel da crosta planetária, e não conseguem se desprender do apego à existência que já se encerrou. Geralmente eles acreditam ainda estar vivos, e não entendem por que as pessoas não falam mais com eles. Essas almas possuem um acesso bem fácil aos encarnados, e podem mesmo se ligar psiquicamente a eles. Com isso, eles atrasam sua entrada nos planos mais sutis e permanecem em estado de perturbação e sofrimento.
O médium mineiro Francisco Cândido Xavier diz o seguinte: Quando o corpo é reclamado pelo sepulcro, o espírito volta à pátria de origem, e, como a natureza não dá saltos, as almas que alimentam aspirações puramente terrestres continuam no ambiente do mundo, embora sem o revestimento do corpo carnal.
É possível a alma evoluir nesse estado de prisão?
A evolução encontra-se em todos os estados e condições, mas pode-se dizer que ela é insignificante quando a alma está presa à Terra. O ser desencarnado atrasa muito seu desenvolvimento espiritual, fica quase que estagnado; é como se ele ficasse congelado ou cristalizado dentro dos parâmetros de mente e comportamento. Nesse sentido, eles tendem a repetir estereotipadamente os padrões da última personalidade e também do momento da transição. Por exemplo, um rapaz morre num acidente de carro e fica chamando pelos seus pais. Ele pode ficar invocando a presença dos pais por períodos bem longos, sem perceber que sofreu um acidente e não possui mais corpo físico. Também contribui consideravelmente para a prisão no plano da Terra uma morte rápida e trágica. A alma não tem tempo de perceber o que ocorreu e pode ficar confusa com o impacto da súbita transição.
O que uma alma faz quando fica presa à Terra?
Algumas vezes ela tenta realizar as mesmas atividades de quando estava encarnada; outras vezes fica próxima de parentes e amigos, tentando um contato. Em outras situações, como já dissemos, ela fica repetindo os mesmos padrões de ação e comportamento de sua última existência. Em casos não tão raros, ela fica perambulando por locais que lhe foram familiares em vida ou peregrina por locais desconhecidos. Quando isso ocorre, na maioria das vezes ela acaba se conectando com um encarnado, e participa de seus prazeres e de sua vida. Sem que o encarnado se dê conta, ela pode guiar seus pensamentos, desejos e até as principais escolhas de sua vida. Porém, o mais grave é a vampirização de energias vitais que se processa nessa conexão psíquica entre ambos. A alma presa à Terra necessita da vitalidade de pessoas para se manter no nível da crosta terrestre. Na maioria das vezes, suga as energias sem perceber o prejuízo que lhes causa.
Podeis enumerar um outro motivo da alma permanecer presa a Terra?
Geralmente, o ceticismo extremo ou mesmo o dogmatismo religioso podem ser a causa do aprisionamento. Os céticos conservaram ao longo da vida arraigadas concepções sobre a inexistência da vida após a morte, e, ao se deparar com uma realidade que negaram ao longo da existência corpórea, eles se recusam a enxergar sua nova condição. Não acreditam que possam estar mortos e ainda assim vivendo, pois sempre guardaram uma inquebrantável convicção que a morte é o encerramento definitivo da existência humana.
Os céticos da vida após a morte podem experimentar duas condições mais gerais: a primeira é um estado de perturbação pós-morte, uma firme negação de sua nova condição, o que gera confusão e até desespero. Por outro lado, os céticos podem unir-se a outros céticos, numa experiência coletiva, e podem acreditar que foram transladados para outro mundo, um local estranho que eles não sabe como chegaram ali, mas creem ainda estar vivos.
O mesmo ocorre com os fanáticos religiosos; a ortodoxia, o sectarismo e o dogmatismo são grandes entraves a visão da realidade pós-morte. O religioso fundamentalista crê firmemente que, caso estivesse mesmo morto, deveria estar agora nos céu, no reino de Deus que sempre almejou em sua passagem pela Terra. Ele acreditava na sua salvação, e não pode admitir que, após a morte, ele não fosse recebido pelo ícone do seu culto. Essa prisão é fato corrente para um número significativo de religiosos fanáticos, aprisionados em suas próprias concepções cristalizadas.
Por outro lado, ele pode encontrar-se frente a frente com suas convicções religiosas, que nada mais são do que suas próprias criações mentais produzidas quando encarnados. Ele pode envolver-se nessa ilusão de suas formas de pensamento e viver de acordo com elas. Porém, isso possui algo de providencial, pois a vida após a morte seria algo doloroso demais se as almas não pudessem, de certa forma, adaptar suas crenças ao novo ambiente e viver de conformidade com eles, caso ainda não estejam prontos para uma comunhão com estados sutis mais reais.
Há outros motivos para a fixação no nível da crosta terrestre?
Sim, esses motivos variam conforme a individualidade de cada alma. Mas existem motivos gerais a se considerar:
  • Não cumpriram seu roteiro kármico (proposta encarnatória).
  • Suicidaram-se e deixaram assuntos inacabados.
  • Possuíam extremo apego a Terra e aos desejos materiais.
  • Vicios
  • Tinham medo de morrer e após o desencarne continuaram negando a morte.
  • Dificuldade de aceitarem que passaram pela transição e não têm mais corpo físico.
  • Morte súbita (os espíritos não tiveram tempo de perceber que morreram).
  • Ódio e vingança a algum desafeto.
  • Apego a entes queridos ou a pessoas próximas.
  • Ceticismo fortemente arraigado.
Que dizer sobre as estórias sobre espíritos aprisionados em locais específicos?
Essas estórias podem ser reais. Alguns espíritos podem fixar-se em lugares em que eram muito afeiçoados durante a sua vida. Muitos ficam presos a sua própria residência; outros aos lugares onde ocorreu sua transição; outros ainda se unem a outras almas que escolhem um local propício a sua permanência. Esse é o fundamento das chamadas “casas mal assombradas”, que reúnem grande número de almas perdidas e presas em locais específicos. Ocorre com certa frequencia uma ligação psíquica entre a alma recem-desencarnada e pessoas que compraram o imóvel onde a alma passou a maior parte de sua vida.
Disseste que uma alma pode ficar presa à Terra em decorrência do ódio a desafetos. Podeis explicar melhor?
Enquanto o ódio aprisiona, o amor liberta. No Novo Testamento está escrito:Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte. (João 3: 14). Isso significa que, aqueles que não amam, permanecem presos no ódio e aprisionados no nível terrestre após o passamento. Não é possível neutralizar o ódio com o esquecimento, pois em épocas futuras esse ódio regressará numa outra roupagem, numa outra forma de manifestação. O ódio só pode ser dissipado com amor e o perdão. O amor vem da consciência de que todos nós estamos interligados, que somos uma mesma família universal e estamos numa mesma missão cósmica; todos somos almas ainda inferiores, dependentes, ignorantes e limitadas. Compreender isto é uma forma de libertação de todo o ódio. Devemos também compreender que ninguém pode nos tirar nada, nem destruir qualquer de nossos bens sem a nossa participação. Nosso corpo pode ser queimado, torturado, destroçado e morto; mas nossa alma só sera tocada se assim permitirmos. Esse foi o caso de Jesus: enquanto o corpo físico e a personalidade humana de Jesus estavam sofrendo dores lancinantes na cruz, sua alma, seu espírito imortal estava completamente ausente e invulnerável a mortificação de sua carne. Ele assistia tudo de fora, sem se envolver no sofrimento que lhe acometera. As maiores maldades podem ser realizadas conosco, mas uma alma de luz, um ser mais evoluído, não pode ser atingido, pois ele sabe que não é matéria, não é esse ego nem essa personalidade; ele é algo infinitamente maior e que não pode jamais ser destruído. O espírito é indestrutível, é perene; vive para sempre e não é subjugado pelo caráter transitório da matéria e do mundo da manifestação. As almas que carregam o ódio dentro de si invariavelmente se prendem nos liames da matéria e podem permanecer longos períodos esperando para consumar sua vingança. Ela desconhece que estará tão presa e ficará tão mal quanto aquele que deseja prejudicar.
Almas de luz não poderiam resgata-las se assim desejassem?
Já dissemos que uma alma pode fixar-se em seus pensamentos, imagens mentais e padrões após a morte. Pois bem, quando ela fica nesse estado, a comunicação com o que está a sua volta é perdida. Ela está tão envolvida por uma auto hipnose, tão cristalizada dentro de suas repetições, está de tal forma mergulhada em suas tendências, criando ilusões atrás de ilusões, que seu pensamento e percepção ficam girando em torno de si mesmo. Dessa forma, ela se fecha em seu mundo psíquico e não entra em contato e nem enxerga o que está ao seu redor. Quando é este o caso, as almas de luz sequer conseguem chegar até ela. Muitas vezes, esse resgate, caso ocorresse, seria uma violação de seu livre arbítrio. Se a alma ainda deseja estar naquele nível, uma alma mais evoluída não poderia contrariar sua própria vontade, mesmo que ela esteja seguindo um caminho que lhe seja prejudicial. O mesmo ocorre na Terra.
Quando uma alma não fica presa à Terra, qual será o seu destino?
O grau de densidade de seu corpo etérico diminui, conforme ela vai se desvinculando de sua existência física. Os resíduos de materialidade do seu antigo corpo físico vão se dissolvendo, e ela aceita sua nova condição vibratória. Ela deixa para trás sua última vida, sem apego, assimilando as lições que necessita, revendo seus erros e compreendendo o que precisa fazer para melhorar-se. Conforme o tempo vai passando, seus níveis de maior densidade e materialidade vão sendo dissipados. Ela vai descartando os envoltórios menos pesados e adquirindo outros mais sutis. Muitas tendências grosseiras vão sendo depostas na matéria primordial de seu nível, e isso a permite ascender a planos mais sutis.
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LG instala projetores no lugar dos faróis de um carro

LG

Para promover seu projetor MiniBeam, a LG apresenta o artista Juan e uma ideia engenhosa: instalar os equipamentos como se fossem faróis em um carro.

Como resultado, projeções ultra-realistas nas ruas. Talvez não tão reais como no vídeo ou tudo ensaiado, mas a proposta foi criativa, rendendo mais de 3.4 milhões de views até agora.

Fonte:http://www.brainstorm9.com.br

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O emocionante comercial do Natal 2013

Lá fora, o comercial de Natal da loja de departamentos John Lewis é aguardado com muita expectativa, pois a marca sempre veicula um filme digno de nota.

Desta vez, a agência Adam&eveDDB inovou e misturou na animação a clássica técnica de desenho à mão com elementos em 3D para contar a história do urso que nunca celebrou o Natal por ser a época da sua hibernação, até que a lebre tem uma grande ideia para ajudar o amigo.

Em cinco dias, o vídeo já atingiu mais de 5 milhões de views. Se você ficou curioso para saber como a animação foi feita, assista ao making of aqui.

Fonte: http://blogcitario.blog.br

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Relação maternal polêmica

Ações e comerciais para combater o fumo estão sendo veiculados com abordagens cada vez mais diretas, como aconteceu nesta guerrilha com crianças fumantes. Agora foi a vez da Cancer Society of Finland chocar a audiência com o vídeo criado pela agência Havas Worldwide.

Mae_fumante

A peça tem um ponto de virada muito forte que prefiro explicar depois de você assisti-lo.

Com o forte texto “uma mãe pode ser o pior inimigo de um bebê”, o objetivo é alertar sobre o perigo da fumante praticar seu vício enquanto espera o nascimento da criança.

Quem já teve que criar para este tipo de job sabe como é difícil comunicar esta causa em uma campanha e defendo ideias mais ousadas nesta questão, mas estou em dúvida se esta mensagem seria bem recebida se fosse veiculada na TV, por exemplo.

E você, o que achou da ideia? Deixe seu comentário.

Fonte: http://blogcitario.blog.br

 

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O equívoco do aborto e suas consequências na visão espírita.

 
Foi em março de 1858 que o tema aborto apareceu pela primeira vez na Revista Espírita, quando Kardec reproduziu um diálogo mantido com Dr. Xavier, médico recentemente desencarnado, cujas palavras a respeito do aborto seriam aproveitadas pelo Codificador na redação das questões 358 e 359 que integram a segunda e definitiva edição de O Livro dos Espíritos, publicada em março de 1860.
Sabemos desde então que, na visão espírita, o abortamento de uma criança deve ser evitado, exceto na hipótese em que a continuação da gestação possa oferecer risco à vida da gestante.
O fundamento da restrição espírita ao aborto encontra-se no trecho adiante, constante da resposta dada à questão 358: “Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando.”
Ao interromper, sem motivo justo, a gestação, quem assim age “impede uma alma de passar pelas provas” a que, evidentemente, se submeteu quando da elaboração de sua programação reencarnatória.
Na resposta dada à questão 360 do mesmo livro, o respeito à continuidade da gravidez se acentua de modo evidente.
Eis o teor da citada questão:
360. Será racional ter-se para com um feto as mesmas atenções que se dispensam ao corpo de uma criança que viveu algum tempo?
“Vede em tudo isso a vontade e a obra de Deus. Não trateis, pois, desatenciosamente, coisas que deveis respeitar. Por que não respeitar as obras da criação, algumas vezes incompletas por vontade do Criador? Tudo ocorre segundo os seus desígnios e ninguém é chamado para ser seu juiz.”
A recomendação contida no texto transcrito aplica-se por inteiro às situações em que se estima que o feto possa apresentar alguma deficiência, como ocorre nos casos de anencefalia e retardamento mental.
Os anos se passaram e muitas informações procedentes do plano espiritual reforçaram a ideia que devemos inicialmente ao Dr. Xavier. Assim é que no cap. 9 da parte terceira do livro Obsessão/Desobsessão, editado em 1981 pela Federação Espírita Brasileira, Suely Caldas Schubert comenta três comunicações mediúnicas relacionadas com o aborto e suas consequências.
A primeira é de um médico que, enquanto encarnado, dedicou-se a essa prática. Ora, o abortamento – exceto quando realizado para salvar a vida da gestante posta em perigo – é considerado um crime aos olhos de Deus e nada há que o justifique, ainda que a lei dos homens o autorize. O médico desencarnado apresentou-se, portanto, extremamente perturbado e dizia-se perseguido por vários Espíritos. Acusando-se a si mesmo de criminoso, estava aterrorizado com seus atos. O arrependimento já lhe havia chegado, mas ele demonstrava muito medo de seus perseguidores, entre os quais se contavam algumas das vítimas de seu bisturi.
O segundo comunicante era uma mulher que havia morrido durante a realização de um aborto. Atormentada pelo remorso dessa ação, nutria um ódio especial pelo médico que a atendera, a quem agora perseguia, desejosa de vingança.
A terceira entidade a se comunicar era também uma mulher que cometera um aborto em sua última existência na Terra. Sendo pobre e lutando com muitas dificuldades para a manutenção dos filhos, ela se desorientou ao engravidar e procurou uma forma de abortar aquele que seria o sexto filho. Praticado o crime, o arrependimento foi-lhe terrível e imediato, pois jamais ela se perdoou por esse gesto e, desse modo, sofreu duplamente ao carregar pelo resto de seus dias o peso do remorso. Sua existência foi longa e difícil. Enfrentou as asperezas e dificuldades da vida e, ao fim de prolongada moléstia, desencarnou.
O plano espiritual reservou-lhe, porém, uma surpresa. Ao desencarnar, encontrou-se com o Espírito do filho rejeitado e grande foi seu abalo ao verificar que ele era um ente muito querido ao seu coração, companheiro de lutas do passado, que renasceria em seu lar com a finalidade precípua de ajudá-la a tornar menos amargos os seus dias.
Espírito de certa elevação moral, ele há muito lhe havia perdoado a atitude infeliz, mas ela jamais se conformou com o ato praticado e agora, no plano espiritual, tomara a si a tarefa de socorrer as pessoas tendentes a cometer o mesmo erro, para mostrar-lhes que o destino é construção individual e que o aborto, longe de ser solução para as dificuldades da vida, será sempre o agravamento dos nossos males, quando não a porta que se fecha para os nossos melhores amigos.
 
 
 
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Sangue publicitário

Parece que os produtores de Carrie, a Estranha, estão mesmo empenhados em divulgar o filme de forma criativa em algumas partes do mundo. Depois desta incrível ação em cafeteria nos EUA, foi a vez dos russos receberem uma guerrilha para gerar mais buzz em torno da produção.

Carrie_Sangue_Filme

E os caras foram ainda mais coerentes ao aplicar a ideia em uma festa de Halloween. Depois de fazerem suas necessidades no banheiro, as pessoas eram surpreendidas no momento de lavar as mãos.

Fonte: http://blogcitario.blog.br

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Saia do sofá

Se você acha que tem um bom motivo para não fazer exercício, confira nossas 10 soluções para abandonar o sedentarismo e se tornar um corredor

Ando exausto. Mal tenho tempo de curtir meus filhos. A vida passou rápido, estou velho. Detesto acordar cedo. Meu trabalho me consome. Sou muito preguiçosa…

Sempre dá para achar um motivo para não levantar do sofá. Mas, se a lista de desculpas é grande, a de benefícios da atividade física é maior ainda: o esporte reduz o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, depressão e estresse. E ainda o deixa mais disposto e confiante, mais produtivo no trabalho, melhora o sono e também sua relação com a balança e com o espelho.

A seguir, você encontra uma solução para cada desculpa “clássica” para não se exercitar. E um plano para se tornar um corredor em menos de dois meses. “São treinos leves, acompanhados de dicas em cada uma das semanas de exercícios, para que você aproveite ao máximo esses benefícios. Apenas lembre-se de, antes de começar, fazer uma avaliação médica com um clínico geral ou um cardiologista e contar com a orientação de profissionais capacitados para acompanhar seus treinos e que também possam indicar uma alimentação equilibrada”, afirma o treinador José Carlos Fernando, diretor técnico da assessoria esportiva ZTrack Esporte & Saúde, de São Paulo.

Cada pessoa tem uma dinâmica própria de funcionamento. Existe a turma que está mais disposta de dia, existem os notívagos, que aceleram quando o sol vai embora. Para começar a se exercitar, tente escolher um horário que não vá contra a sua natureza. Mas não desista se só puder treinar no momento em que tem menos pique. Apesar de estudos indicarem que exercícios pela manhã o deixam mais produtivo e disposto para encarar o trabalho, o melhor horário é aquele em que você tem disponibilidade. Com o tempo, seu corpo vai se adaptar e aquela hora supostamente impensável para correr pode se tornar aquela em que você mais tem energia. Mas isso será ali na frente. Agora é o momento de começar. Para não se sabotar, pense em possibilidades como caminhar ou trotar na esteira. Se você é da galera outdoor, providencie roupas adequadas para ficar confortável diante das variações de temperatura. Invista, por exemplo, em casacos leves, que servem apenas para cortar o vento. Se estiver muito frio ou muito calor, pense em horários alternativos, como o almoço no frio e o começo da noite no calor.

A engenheira paulistana Tatiana Pimenta, de 32 anos, sempre detestou acordar cedo e dizia que a corrida não era para ela. “Depois de dois meses de início de vida ativa, fui para uma assessoria esportiva e ganhei novo ânimo para treinar. Sem falar que tive um excelente efeito colateral: perdi 8 kg. Hoje madrugo feliz da vida para participar de provas”, diz.

A corrida é um esporte individual e coletivo ao mesmo tempo. Você se supera mas também conhece muita gente bacana nos treinos e provas. “Encontre uma companhia para caminhar ou correr no seu ritmo. Fazer parte de um grupo de corrida também ajuda a desenvolver um novo círculo de amizades, com objetivos muito parecidos”, diz Márcio Marega, fisioterapeuta e educador físico do Centro de Medicina Preventiva do Hospital Albert Einstein, em São Paulo (SP). “Existem momentos de troca, como as sessões de alongamento, os cafés da manhã pós-treino… O astral é animado e estimulante”, diz o treinador José Carlos Fernando. Essa relação com companheiros de treino também se transforma em comprometimento e regularidade.

Além disso, existem cada vez mais provas de revezamento. Participar de eventos em equipe é divertido e sempre se aprende algo novo. Já temos versões desse tipo de prova em muitas cidades brasileiras. Entre elas, a tradicional Maratona de Revezamento do Pão de Açúcar (www.maratonaderevezamento.com.br), com a possibilidade de equipes com dois, quatro e oito atletas, para correr um total de 42 km. Esse evento acontece em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Fortaleza. Sem falar nas inúmeras provas que são realizadas em todos os cantos do Brasil. Você pode combinar de correr com seus amigos e curtir o astral da corrida ao lado de um monte de gente.

Tenha sempre em mente as vantagens de praticar uma atividade física. Depois de conhecer a sensação de bem-estar pós-treino, o corpo começa a “pedir” exercício. “Crie pequenas metas e também comemore cada uma delas. Envolva mais gente da família”, diz Márcio Marega. Reserve dois dias por semana aos treinos e aumente aos poucos a dedicação. Uma dica: se tiver esteira no prédio ou na academia, vá no horário em que normalmente assiste TV. Também pode ser bom procurar um grupo de corrida: você fica mais comprometido, integrado e vê que pode sim ter um estilo de vida mais saudável. A preguiça ainda vai dar as caras de vez em quando, só não deixe que essa sensação tome conta de você todos os dias. E tem mais: muitas vezes a falta de pique é reflexo de uma dieta desbalanceada. “A refeição equilibrada, com porções de carboidrato, proteína e gordura saudável, é fundamental para quem quer se exercitar”, diz a nutricionista esportiva Flávia Araújo. Além das refeições principais, invista em lanches intermediários. “E pegue leve à noite. Se você comer demais, o organismo precisa trabalhar na digestão em vez de desacelerar para repousar.”

O paulistano Julio Cardoso passava longe do esporte até o alarme soar em um check-up. “Precisava entrar em forma para ganhar energia e vitalidade. Há um ano e meio procurei orientação de profissionais. Meu objetivo é manter a saúde, não buscar performance. Mas, quando você encaixa a corrida na rotina, fica viciado em endorfina”, afirma o empresário de 65 anos.

Idade também não serve como desculpa. Você pode ter sido sedentário a vida inteira e aos 60 anos começar a acompanhar seu filho na corrida. Encare isso como uma oportunidade. “Quando uma pessoa mais velha começa a se exercitar, ela ganha muita qualidade de vida. Melhoram as condições do aparelho locomotor e diminuem os riscos de queda. O importante é respeitar as limitações e ter acompanhamento profissional. Qualquer pessoa sedentária que comece a se exercitar entre 35 e 79 anos pode aumentar em até 2,15 anos sua expectativa de vida”, diz Márcio Marega.

Não existe fórmula mágica, mas o receio de se machucar é minimizado pelo fato de você buscar orientação profissional e respeitar seus limites. Sair do zero e querer correr quatro vezes na semana logo de cara é sinônimo de uma coisa: dor. Se você está há tanto tempo sem praticar exercício, comece aos poucos. “Se a pessoa está com sobrepeso, nem pode sair correndo de cara. Precisa caminhar, aumentando a frequência e a duração do exercício gradualmente. Ela vai emagrecer e não sobrecarregará as articulações”, diz o treinador José Carlos. Para acelerar a perda de peso, consulte um nutricionista. “Dietas malucas, que cortam grupos de nutrientes, como carboidratos, não servem. Seu organismo precisa de equilíbrio entre a diversidade de alimentos e a quantidade”, afirma a nutricionista Flávia Araújo. Fique atento às reações do seu corpo: mesmo com caminhadas leves, ele já vai sinalizar do que sente falta. Se é energia, se é água, se são músculos mais fortalecidos para dar conta das solicitações físicas. Pequenas séries de exercícios de fortalecimento, duas vezes por semana, resolvem. E invista em um tênis próprio para corrida.

Aos 24 anos, a dentista Mary Stella Fernandes teve que fazer o teste de corrida em um concurso, começou e não parou mais de correr. “Hoje são 12 anos de estrada e me machuquei apenas duas vezes: uma torção durante um treino longo e um ferimento na sola do pé em um treino na areia. O segredo é ter cautela e responsabilidade”, afirma a carioca.

A corrida é o esporte mais democrático que existe e pode ser feito por praticamente qualquer pessoa. A explicação é simples: o movimento é natural do seu organismo. Você anda e sabe como acelerar, se for preciso. Isso é quase inconsciente. Muito diferente de tentar jogar tênis, por exemplo.

O processo de evolução na corrida, assim como em qualquer esporte, deve ser gradual. Caminhar, caminhar mais rápido, intercalar caminhada com trote leve, correr leve e assim por diante. “Quem cria as impossibilidades é a própria pessoa sedentária. No momento em que ela sai da posição de vítima, percebe que o impossível é possível e que não apenas consegue como até tem potencial para evoluir”, diz José Carlos Fernando. Segundo o treinador, o ambiente em torno da corrida é envolvente, sadio e contagiante. “Se o primeiro passo é dado, os seguintes acontecem naturalmente, e com prazer.”

Clique Aqui e saiba como se tornar um ex-sedentário.

Dor ou incômodo não é questão exclusiva de corredor. Todo esporte praticado sem orientação e sem respeitar os limites pode acarretar processos inflamatórios. Mas talvez as dores que você sente sejam exatamente por levar uma vida sedentária. “Às vezes um problema no joelho ou na região lombar — que servem de desculpa para não se exercitar — está mais relacionado ao comportamento no dia a dia e ao sedentarismo. Má postura diante do computador, uso excessivo de salto alto e diversas atividades geram lesões”, explica o fisioterapeuta esportivo David Homsi.

E é comum esses incômodos desaparecerem quando a pessoa começa a se exercitar. Claro que existem casos em que a dor é um fator limitante, por isso é importante ter a orientação de um ortopedista. “Intervir de forma ativa nas causas é sempre melhor do que não se movimentar”, diz o cardiologista Fábio César dos Santos, do Instituto de Prevenção Personalizada e da clínica P4B, em São Paulo.

Aquela “dorzinha do lado” servia de desculpa para a gaúcha Letícia Oliveira. Com estimulo da irmã nutricionista, deu um jeito na dieta e procurou uma assessoria esportiva “Deu certo. Corro há dois anos e o esporte é uma terapia. E me orgulho de ser um exemplo para minha filha, que tem 17 anos”, afirma a professora de 47 anos.

A verdade é que você tem tempo, mas ocupa as horas do dia com outras atividades. “É sempre uma questão de prioridade e de mudança de pensamento”, diz o fisioterapeuta Márcio Marega. Para incluir alguns minutos de caminhada na rotina, pense em pequenas alterações de hábito, como usar as escadas em vez do elevador ou estacionar o carro um pouco mais distante. E use parte do fim de semana para iniciar caminhadas e trotes leves. Pense que o exercício pode trazer benefícios práticos para a sua rotina, como fugir do trânsito se treinar depois do trabalho, por exemplo. Identifique locais que sejam fáceis para você, como calçadões, parques ou academias próximas do trabalho ou de casa. Anote os treinos na agenda, como um compromisso, e organize mentalmente seu dia para não se enroscar no escritório e “perder a hora” de ir treinar. Não abra e-mails na última meia hora antes de sair do trabalho. A chance de uma bomba cair antes de você pegar a mochila é grande. Caso precise, abra sua caixa de entrada depois do treino, em casa, mas deixe para responder no dia seguinte. Quando possível, leve um estímulo com você; pode ser o parceiro ou a parceira, um amigo ou seu cachorro.

“A falta de tempo sempre esteve no meu discurso de gente ocupada, mas sedentária. Até que fui fazer uma bateria de exames de rotina e levei uma ‘sacudida’ da médica”, afirma a publicitária paulistana Claudia Mendes, de 42 anos. Em janeiro de 2012, resolveu cuidar de si e se apaixonou pela corrida. “Hoje é sinônimo de prazer, de saúde. Perdi 15 kg e ganhei vitalidade.”

Por mais que você não tenha como bancar academia ou um grupo de corrida, sempre existe um plano B. Só não vale deixar de se movimentar por causa disso. Afinal, para começar a correr você não precisa de muitos equipamentos, só um tênis. Existem modelos mais simples mas com muita qualidade — que são mais do que suficientes para quem está começando — por até 200 reais. Parques, praças, calçadões e canteiros de avenidas são excelentes lugares para você treinar. Ruas tranquilas no próprio bairro também, apenas redobre a atenção nos cruzamentos e nas calçadas irregulares — você não quer que um tropeção bobo afaste você de seu objetivo, certo? Também diminua o volume do tocador de músicas para ficar ligado nos sons da rua.

Para fortalecer a musculatura, existem equipamentos instalados por muitas prefeituras em praças e calçadões. Consulte o site da sua cidade e confirme onde eles estão. Ali, placas dão orientações sobre a execução dos exercícios. Na página 57 você também vai encontrar um plano elaborado por um treinador profissional para dar os primeiros passos. Mas se, além da falta de grana, você sente que precisa de estímulo de outros corredores, existem grupos em parques e em instituições como o Sesc que se reúnem para se exercitar sem custo ou a um preço bem simbólico. Sua saúde merece esse esforço, acredite.

Quem não gosta de se reunir com amigos e jogar conversa fora? Mas esses encontros podem acontecer depois dos treinos. Além disso, o exercício também ajuda a relaxar: durante a caminhada e a corrida, seu organismo produz neurotransmissores, que proporcionam a sensação de euforia, bem-estar, relaxamento. Na corrida, os principais são endorfina, serotonina e dopamina. A primeira é responsável pelo combate ao estresse, melhora o humor, aumenta a disposição física e mental, alivia as dores. Ela é produzida durante a atividade física, mas seus efeitos chegam a durar horas. A serotonina acalma, estimula o bom humor e promove o equilíbrio das substâncias químicas no cérebro. E a dopamina, além de também contribuir para o bom humor, melhora a memória. E tem mais: o hormônio cortisol é liberado como resposta ao estresse e à ansiedade. Pesquisas comprovam que a atividade física regular reduz a produção de cortisol. Portanto, caminhe ou corra para afastar os malefícios causados pelo estresse, como noites mal dormidas, tensão e irritabilidade. E depois, se quiser, tome uma gelada sem ter que se preocupar com as calorias e a barriguinha de chope.

O executivo de vendas Luismar Lima, de 45 anos, assume que respirava trabalho e usava a happy hour também para fazer negócio. Resultado: passou dos 100 kg (para 1,78 metro de altura) e o colesterol disparou. “Troquei o sofá pela corrida e fiz uma reeducação alimentar. Perdi 17 kg de um jeito saudável, com prazer. Tudo melhorou”, afirma o paulistano.

Fonte: http://runnersworld.abril.com.br

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Pegadinha do terror

Parece que o elevador virou a nova queridinha das “ações-pegadinha” que surgem por aí, como um “assassinato” ou o chão que cai. Desta vez, parece que a menina fantasma da famosa pegadinha do Sílvio Santos inspirou a Age Isobar a criar ações para divulgar o Outubro Arrepiante, programação de terror do canal Space.

Space_Outubro_Arrepiante

Nos elevadores de universidades, as pessoas viam a notícia que um defunto tinha fugido do velório. Adivinha quem aparecia quando as portas se abriam? O defunto também deu as caras no terminal do Tietê, um dos locais mais movimentados de São Paulo.


Esse ficou com cara de ter utilizado atores para se assustar com a presença do defunto, já que tem câmeras filmando o defunto passeando nos corredores antes de chegar ao elevador. Mesmo que tenha sido real, acho que muita gente nem ia se importar mais em olhar a tela novamente pra saber que é uma ação do Space.

Mas a ação também foi feita no cinema, dando um grande susto na plateia com blecaute antes dos trailers.

fonte:http://blogcitario.blog.br

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A bagagem de fato

Quantas coisas materiais acumulamos nesta vida! São objetos atuais ou mais antigos, clássicos, úteis, sem tanta utilidade assim. E juntamos mais, e doamos menos, e adquirimos ainda mais para preencher, equivocadamente, o coração ou alegrar nossa alma. Mas se sabe que o espírito não é deste mundo.

E o tempo passa tão rápido! Daqui a pouco já é hora do retorno ao plano imaterial. E quando essa hora apontar, serão os sentimentos, palavras, atitudes e pensamentos realizados no bem que conduzirão o espírito a uma posição um pouquinho mais vislumbrante em sua jornada.
Em muitas bibliotecas particulares, centos e centos de livros deveriam estar reunidos à espera de utilização como faróis para o progresso… mas estão lá, acumulados, apenas para a decoração do ambiente.
Roupas que, às vezes, nunca serão vestidas, no entanto, estão presas a nenhuma utilidade. E incontáveis outros objetos supervalorizados que visam preencher, através do olhar humano, vidas sem luz, sem paz, sem direção.
“Olhai os lírios do campo”, já dizia o poeta.
Na simplicidade da natureza se encontra a grandeza da vida; nas flores do campo, a esperança em cores; na ajuda ao próximo, um irmão a mais na conquista da existência. A alma deve-se voltar ao alimento eterno; ao Pai; ao céu; ao ar; ao horizonte, início do infinito; ao conhecimento adquirido no dia a dia; deve-se voltar ao valor real, à essência do que se pode sentir, não só tocar.
Poucos minutos apreciados na companhia do próprio eu, com uma xícara de chá unida a saborosas bolachinhas, são gotas do bem-estar físico e acalanto para o espírito que não se compram em lojas, pois não se encontram à venda. Momentos esses que fazem a alma crescer: recolhimento.
O acúmulo das coisas benéficas e salutares é tesouro; o acúmulo das supérfluas e sem objetivo direcionado é energia gasta sem aproveitamento.
A viagem de regresso para casa pode acontecer a qualquer instante e o espírito só levará o que nele, impresso, estiver. Este é um Planeta de matéria, certo de que é preciso suprir as necessidades da hora, entretanto, sem olvidar esta autêntica frase: Estamos na carne, somos espíritos.
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Finados, sua origem e sua importância

A origem do dia de Finados nos leva ao ano de 998, há mais de 1.000 anos, quando o abade da Ordem dos Beneditinos em Cluny, França, instituiu em todos os mosteiros da Ordem naquele país a comemoração dos mortos no dia 2 de novembro, culto que a Santa Sé aplaudiu e oficializou para todo o Ocidente.

Como sabemos, é um dia especial para os católicos, dia em que é costume a ida aos cemitérios para uma reverência especial aos entes queridos que partiram.
Se existem pessoas que o observam somente para atender a uma tradição, há pessoas que, inequivocamente, dedicam esse dia a uma espécie de reencontro espiritual com seus amados.
E os chamados mortos? Eles se sensibilizam com tais lembranças? O Espiritismo afirma-nos que sim.
Ficam eles contentes e sensibilizados com a lembrança dos seus nomes. Se são pessoas felizes, essa lembrança aumenta ainda mais sua felicidade; se são infelizes, o fato constitui para eles um alívio.
No dia consagrado aos mortos, eles atendem ao apelo do pensamento dos que buscam orar sobre seus despojos, como em qualquer outro momento.
No dia de Finados os cemitérios ficam repletos de Espíritos, mais do que em outros dias, porque há evidentemente em tal ocasião um número maior de pessoas que os chamam.
É um erro, porém, pensar que é a multidão de curiosos que os atrai ao campo santo. Não. Cada um que ali comparece age assim por causa de seus amigos e não pela reunião dos indiferentes que, muitas vezes, visitam os cemitérios como maneira de passar o tempo.
Reportando-se ao dia de Finados, Charles Nodier (Espírito) explica que nessa data os Espíritos vão aos cemitérios porque os pensamentos e as preces dos seres amados ali se apresentam.
Nodier aproveita o ensejo para nos deixar – a nós que ainda estamos encarnados – uma lição preciosa: “Conforme a maneira por que tiverdes vivido aqui embaixo, sereis recebidos perante Deus. Que é a vida, afinal de contas? Uma curtíssima emigração do Espírito na Terra; tempo, entretanto, em que pode amontoar um tesouro de graças ou preparar-se para cruéis tormentos”. (Revista Espírita de 1860, pág. 408.)
Segundo o que aprendemos no Espiritismo, não é indispensável comparecer ao cemitério para homenagear o ente querido que partiu. A visita ao túmulo é um modo de manifestar que se pensa no Espírito ausente – serve de imagem –, mas é a prece que santifica o ato de lembrar, pouco importando o lugar, se ela é ditada pelo coração.
Isso significa que as pessoas impedidas de locomover-se, seja pelas condições de saúde, seja pela idade avançada, poderão enviar pelas ondas poderosas do pensamento o seu abraço, a sua vibração, o seu carinho aos entes queridos que voltaram à pátria espiritual antes de nós.
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