Arquivo do mês: março 2014

Crianças e adultos com Síndrome de Down respondem às aflições de uma futura mãe

Crianças e adultos com Síndrome de Down respondem às aflições de uma futura mãe, que está esperando um bebê com a doença. Campanha da CoorDown para o Dia Mundial da Síndrome de Down.
Muito bom!!!

Fonte: http://www.brainstorm9.com.br

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Pepsi assusta e diverte pedestres com ponto de ônibus inacreditável

Se depender da publicidade, esperar ônibus pode ser tudo, menos entediante. Os pontos de transporte público tem sido alvo preferencial de diversas pegadinhas recentemente.
A mais nova vem da Pepsi MAX, que realizou a invasão alienígena, robôs gigantes e toda sorte apocalíptica para quem calmamente aguardava no ponto, batizado de “Unbelievable”, seguindo a assinatura do refrigerante.
Não é a primeira vez que a marca brinca com os viajantes. No ano passado, o mágico Dynamo fez um show de ilusionismo com os ônibus de Londres.

Fonte:http://www.brainstorm9.com.br

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Cinto da prevenção

O exame de prevenção contra o cancer de mama é essencial para muitas mulheres e muitos publicitários já criaram ideias como esta mamografia e um comercial surpreendente envolvendo o tema. Agora foi a vez de usar o cinto de segurança para lembrar as mulheres dos Emirados Árabes sobre a realização do procedimento.

Cinquenta táxis foram equipados com cintos de seguranças que vinham com algo que incomodava as passageiras na altura do peito até elas perceberem a mensagem: nem sempre cancer de mama é fácil de encontrar. Se o “caroço” fosse apertado, era possível ouvir mensagem de áudio incentivando a realização do exame.

Imagine o impacto que esta simples e eficiente ideia pode ter para um público que tem dificuldade de conversar sobre a doença em público.
Fonte:http://blogcitario.blog.br

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O que te define?

Ser ou não ser, eis a questão.

Uma das perguntas mais difíceis de responder é quem somos. Muitas coisas nos define: nosso jeito de ser, de reagir, de pensar, de enfrentar a vida, as coisas que gostamos e as que não gostamos, as pessoas com as quais convivemos, aquelas que admiramos e as que não gostamos, nossa história de vida, enfim, tudo isto e um pouco mais, nos ajuda a formar um conceito sobre nós mesmos. Em muitos momentos este conceito vem de encontro com o que a sociedade vê em nós e em outros momentos não. Mas ter clareza sobre si mesmo não é algo simples de alcançar, depende de grande maturidade emocional.

Lizzie Velasques é uma mulher que aprendeu com muita dor a definir quem ela é por ela mesma e não pelo seu entorno. Esta mulher, considerada a mulher mais feia do mundo, passou por situações dolorosas no processo de se conhecer e valorizar. Abaixo há um vídeo que conta sua história e superação. Vale muito a pena assistir.

Enquanto eu assistia pensei no quanto cada um enfrenta os dilemas da vida de maneira tão única. E como a vida depende muito mais deste enfrentamento do que dos acontecimentos. E que bom! Afinal de contas, não temos forças para impedir fatos, mas todos podemos desenvolver capacidade de enfrentamento. Quando entendemos que o que nos define é o que esta dentro de nós e não no externo tudo pode ficar muito diferente. 

Pois dificuldades na vida todos passam. Alguns em intensidade maior e outros menor, mas estar vivo é estar exposto e cada um tem seu quinhão de sofrimento. Há pessoas que passam por sofrimentos tão intensos que é difícil entender como sobreviveu a tudo aquilo, enquanto outros por questões (aparentemente) muito menores se abalam terrivelmente. A força de enfrentamento não depende dos fatos, depende de uma capacidade emocional que pode ser desenvolvida em todos nós.

 

Fonte:http://blogs.odiario.com/fernandarossi/

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O alento ao coração de uma mãe

Após o acontecimento, a casa não tinha mais as risadas, nem os olhos brilhosos, nem a alegria de simplesmente estar com quem tanto se ama e abraçar esse alguém. E o ambiente, naquele lar, deixara de ser leve e passou a ser triste, sem as cores da vida. A grande mudança se deu quando Leocádio, rapaz de seus dezesseis anos, sofrera um acidente com o veículo que o trazia do colégio. O motorista era um senhor, experiente, contratado por quatro famílias para levar os filhos à cidade vizinha, centro maior que proporcionava melhores estudos. Quantos dias, meses, fizeram esse percurso com chuva, sol, frio, calor, no entanto fora num dia de céu limpo, visão ampliada e nítida, que houve o ocorrido. Só faltavam poucos quilômetros para chegar à humilde cidade onde moravam, quando um animal, atordoado, passou em frente do veículo. Assustado e desorientado, o motorista perdeu a direção e caiu desfiladeiro abaixo. O carro capotou pelo menos três vezes até parar na superfície coberta de mato rasteiro. Algumas horas se passaram até que os acidentados recebessem ajuda e fossem levados ao hospital. O motorista, embora muito preocupado e amedrontado, estava bem, como os outros três rapazes. Porém, não era o caso do rapaz Leocádio, moço muito bonito, saudável e cheio de planos, pois ele havia sofrido traumatismo no pescoço e não suportara, vindo a falecer. Foi um acontecimento muito comovente. A reduzida população procurou ajudar a família do rapaz com amparo, atenção e muito carinho. Por ser uma cidade pequena havia ainda esse compartilhamento mais vivo de amizade, doação e benefício entre as pessoas. A mãe estava inconsolável e mais deprimida a cada nova hora. O pai também estava em verdadeiro teor da precariedade sentimental, espiritual; a tristeza o tomara, porém, mesmo com a debilidade da ocasião, sentia tímida mas, ainda assim, uma chama de fé e que havia um Pai Onipotente com a sabedoria de tudo. O tempo foi avançando entre amanheceres e anoiteceres. Na casa, a alegria não encontrava espaço, pois a energia gerada pelos sentimentos e pensamentos, principalmente os da mãe, era de grande dano físico e espiritual. O corpo estava desnutrido, apático, aberto somente às moléstias das mais simples às mais complexas e inexplicáveis. Do marido, a esposa se afastou, pois o desequilíbrio era tanto que se tornavam incompatíveis as palavras, atitudes, sentimentos e toda forma de expressão. E o momento chegara: aparentemente, as duas almas, marido e esposa, estavam desistindo do compromisso assumido, de um passo maior a ser dado. A mãe, chamada Esmeralda, só rogava por sua morte a fim de reencontrar o filho amado; o pai, embora com um pouco de fé, não estava decidido no caminho a seguir, os momentos de fraqueza eram maiores e investiam mais fortemente contra sua fé ainda abalável. O transtorno se fizera presente e se intensificava com a energia favorável à propensão. Após meses de cruel sofrimento pelos corações paternos, ainda mais visível no materno, certo dia no período noturno, desespero dos aflitos, quando a voz materna suplicava mais uma vez por sua partida para o reencontro com seu menino, com a face banhada com as lágrimas do pranto mais sofrido e, insustentavelmente, mais doído que o coração pudera aguentar, a mãe, fraterna companheira do espírito de seu filho, adormeceu como a criança exausta, nos braços do pai. A mãe, na hora do descanso noturno, sobre o leito que presenciara por meses o desfalecimento perturbador do corpo e da alma, recebera o bálsamo calmante ministrado por mãos etéreas que jorravam luz brilhante e refazedora. Quando a respiração tomou compasso mais ritmado e suave e o coração, mais tranquilo, se manteve, cada célula do corpo fora visitada pela energia benéfica e restauradora, oportunizando o iminente momento. O quarto recebeu uma proteção energética por meio de luz esplêndida isolando o ambiente. E com toda a preparação primorosa e eficiente, o espírito da mãe, inconsolável, foi amparado e guiado para a dimensão atemporal e imaterial. Ocasião de como se fora o início de um sonho, possivelmente comum, se não fosse o reencontro tão esperado da mãe com o espírito amado do filho querido. Esmeralda caminhava lentamente e segura por dois jovens, uma moça e um rapaz, que a amparavam um em cada braço, numa iluminação tão incomparável à terrena. Os três se aproximaram de um rapaz, sentado, e que parecia inspirar alguns cuidados e, por isso, estava acomodado na poltrona simples. Ao redor do jovem estavam também os que aparentavam ser os cuidadores. Eram dois homens, talvez de meia idade, mas robustos e vivazes, com semblante amoroso e calmo; aliás, um deles era um familiar muito amado. A mãe, quando perto se encontrou e reconheceu os olhos inesquecíveis e inconfundíveis, o rosto tão familiar, sentiu a sua face visitada pela lágrima da emoção feliz, que por fim banhara totalmente o rosto, o ser materno. – Filho amado! É você? – a mãe perguntou querendo tocá-lo. – Sim, mãe querida, sou eu! – o filho respondeu também com a saudade embargada. E o abraço na dimensão atemporal e imaterial ocorreu transbordante do amor mais puro: entre mãe e filho. Foi um tempo imensurável, impossível de ser descrito com os vocábulos usuais, pois o sentimento, contendo a verdade da emoção, transcende, ultrapassa as barreiras da razão e somente a essência eterna – espírito e alma – é capaz de compreendê-lo e retê-lo inteiramente. O filho, sentado, abraçava a mãe querida, ajoelhada a seu menino. Oportunidade que refaz e fortalece para a caminhada. Depois do abraço intenso e renovador, a mãe olhou para os olhos do seu Leocádio: – Meu filho, quanta saudade! Como você está, meu querido? Que lugar é este? Volte comigo, Leocádio, filho do meu coração! Esmeralda estava transtornada pela ocasião presente. Tanto chamara pelo filho e agora se encontrava diante dele! – Mãe querida… me escute! – o filho pediu, acariciando o rosto materno. – Por favor, mãe! Levante-se e sente-se à minha frente. Preciso lhe falar! – com ternura, disse o filho. A mulher se ajeitou numa cadeira branca bem em frente dos seus olhos amados. E o filho segurou as mãos maternas. – Mãe querida, antes de começar com minhas palavras, quero lhe dizer quanto a amo, a admiro e respeito – o filho o disse com emoção na voz. – Eu também, meu filho… como o amo! Não consigo mais viver… você é a minha razão, meu filho. Não sou capaz de fazer nada… ai, meu filho! – e a mãe beijou, entre lágrimas, as mãos mais jovens. – Minha mãe… é por isso que tive a permissão de poder vê-la e lhe falar – o jovem explicou. – Sim, meu querido, diga o que quiser… diga, meu filho… quanta alegria estar com você! – a mãe falava emocionada, feliz, chorava. – Mãe…, ouça-me! Muito me foi esclarecido quanto ao acontecimento. Mãe querida, para isso havia um propósito e um compromisso. Para que a senhora compreenda, no acidente, apenas “eu” fui vítima fatal… os meus amigos e o motorista quase nada sofreram, foi mais o susto que os abalou – e os olhos amorosos do filho olhavam sua mãe. Esmeralda, com as lágrimas que não secavam de sua face, ouvia, atenta, o filho amado. – Mãe, é necessário que a senhora modifique o pensamento e o sentimento… não há culpados, simplesmente, a ocorrência na hora determinada. Estou melhor a cada novo tempo, mas, mãe, o sofrimento e a revolta sentidos por seu coração não me felicitam, apenas me prejudicam e me impedem de dar os passos para a minha nova caminhada, pois posso experimentar o mesmo sentimento que a senhora vivencia, as mesmas lágrimas tristes que escorrem de sua face. A mãe olhava para seu menino e compreendia o sentido de cada palavra. O filho retomou: – Minha mãe querida, é preciso que a senhora entenda e continue me amando como antes, sentindo a mesma emoção, sorrindo tão lindamente como fazia, amparando as pessoas que esperam a sua ajuda, vivendo com alegria a vida, amando o papai, não culpando o motorista do carro, visitando a vovó, orando e agradecendo ao Mestre Jesus… Estou vivo, mãe, apenas neste momento estamos em dimensões diferentes, porém no tempo determinado poderemos nos reencontrar e viver, novamente, no mesmo tempo e espaço. – Meu filho amado, quanta felicidade poder te ver e ouvir essas palavras tão renovadoras para mim – a mãe se expressou. – Sim, mãe. Peço-lhe, então, que viva com alegria e ampare quem puder. A vida é presente e precisamos dela cuidar – deu uma pausa. – Mãe, agora preciso voltar. Peço-lhe, mãe querida, que sinta por mim o amor e o carinho de antes… posso ver o seu sentimento, mas só o benéfico pode me ajudar – o filho pegou as mãos da mãe. – Sinta sempre o meu amor, carinho e admiração. Sou seu filho e você, minha mãe, e este amor transcende tempo e espaço. Tenha alegria, mãe querida… precisamos caminhar. Esmeralda e Leocádio, mãe e filho, se abraçaram amorosamente e não puderam conter o choro, agora embargado da emoção compreendida e da oportunidade de estarem juntos para o esclarecimento… presente divino. Olharam-se mais uma vez… e uma vez mais se admiraram com o verdadeiro amor. E ao final, a luz se intensificou. Durante a ocasião, Esmeralda nem percebeu que um dos cuidadores do filho era um familiar tão estimado e próximo, ao qual tanto amava. Após o reencontro, a mãe retornou ao ambiente físico, no leito em seu quarto. Aos poucos despertou, extasiada com o acontecimento. Passou a mão em seus olhos e estavam molhados da lágrima da emoção. Abriu-os e experimentou um novo sentimento revigorado. Seu coração, emocionado, estava leve, sensação que desde o ocorrido não tivera. Pôde lembrar-se da ocasião com o filho, não os pormenores, mas a importante mensagem que ele lhe deixara. No amanhecer seguinte, Esmeralda modificou a sua atitude decorrente do pensamento renovado na compreensão e no amor. Como dose homeopática, a mãe, ao longo do dia, relembrava o benfazejo momento com o filho, revivia as palavras, todo o ensinamento que seu menino lhe passara. De fato, recebera um presente decisivo para sua caminhada, pois a partir disso seus pés buscaram o caminho novo; seus olhos observaram em maior tempo as boas coisas; suas palavras de amparo foram proferidas mais vezes a um maior número de pessoas; seu coração reaprendeu a sentir o puro amor e sua alma, bem mais leve e desprendida, recomeçou a alçar voo para o progresso, liberdade de todo espírito. Sua felicidade ganhava mais brilho por saber que, com esta nova postura, o amado filho também ficaria melhor e com condições favoráveis para conquistar o seu crescimento. E ao final da tarde quando o sol se deitava, Esmeralda olhou para o horizonte e disse, com a voz da mãe amorosa que era: – Pai Onipotente e Onipresente, conhecedor pleno de tudo e todos, agradeço-Lhe eternamente a bondade pelo reencontro com meu filho. Peço-Lhe, segundo a Sua permissão, fé, força e compreensão a todos os filhos que em tenra ou idade mais adulta deixaram o pai… a mãe e partiram para a dimensão real do espírito com o conhecimento do propósito, ou em alguns casos ainda não, da realização de seus compromissos – deu uma pausa e respirou fundo. – E ainda, Senhor… Pai de amor e de infinita misericórdia, peço-Lhe pelos pais e mães que sentiram a despedida prematura, aparentemente, de seus filhos amados. Que esses pais do momento recebam a luz da esperança, renovação e entendimento para prosseguirem com seus passos diante da empreitada contínua da vida. Que possamos ser sempre amparados com a luz e o amor. Obrigada, Senhor. E com a prece tão verdadeiramente sentida por Esmeralda, o sol terminou de se pôr, dando lugar à lua, acompanhada das mais lindas e brilhantes estrelas do céu com o fundo azul-escuro perfeito. Esmeralda e Leocádio, a partir do reencontro, retornaram à vida. A mãe, animada com a oportunidade compreendida, se revigorou na descoberta de seu melhor no plano material; e o filho sentiu a liberdade e a renovação para caminhar nas trilhas do progresso no plano real do espírito. Com compreensão, amor e fé, as almas e os espíritos conquistam a sustentação da qual necessitam para os degraus mais altos e cada vez mais sublimes. E na cidade pequena, Esmeralda tornou-se a mãe protetora dos desvalidos, a irmã compreensiva dos irmãos em desequilíbrio, a alma benfeitora na seara do bem. As manhãs e as tardes, a partir do novo tempo, ganharam o brilho do sol laranja e as noites foram abraçadas pela luz das estrelas e guiadas pelo clarão da lua. 
Fonte: http://contoecronica.wordpress.com/

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Ação da Coca-Cola pede ao público para ficar quieto no cinema

Quem nunca teve a experiência de assistir a um filme no cinema arruinada por outros espectadores, incapazes de ficar em silêncio? Em janeiro, mostramos aqui uma produção da M&M’s criada especialmente para solicitar que o público desligasse seus celulares antes de a sessão começar, mas agora a Coca-Cola foi um pouco além com uma ação que pede às pessoas que prestem atenção aos barulhos que fazem no cinema, mostrando como elas podem atrapalhar a exibição de um filme.

Criada pela Saatchi de Copenhagen, SLURP! usou aquela sequência exibida antes do filme – geralmente com orientações de segurança e pedindo às pessoas que desliguem seus celulares – para inserir os próprios espectadores na tela. Pouco antes de a sessão começar, eles foram filmados no saguão do cinema, com uma tela verde ao fundo.

As imagens capturadas foram, então, inseridas no pré-filme, surpreendendo o público que começou a se ver na telona, no maior estilo papagaio de pirata. O resultado ficou divertido e cumpriu o objetivo de mostrar que o filme fica muito melhor se as pessoas não impuserem sua presença.

Projeto muito bacana, que teve a produção da Duckling, também de Copenhagen. Vale o play.

Fonte:http://www.brainstorm9.com.br

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Descarga para o paraíso

No nosso tempo, está cada vez mais comum ter ações publicitárias até no banheiro, como a LG fez no masculino e um remédio para diarréia no aeroporto. Agora foi a vez de uma marca de aromatizador para privada.                                                                                                     A agência espanhola Shackleton surpreendeu as mulheres que precisavam usar o banheiro de um shopping ao levá-las para o “paraíso” por alguns segundos depois de dar descarga.

Fonte:http://blogcitario.blog.br

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Uma campanha para salvar as crianças da Síria está chocando o mundo.

Só porque não está acontecendo aqui não quer dizer que não esteja acontecendo.

Muito bom!

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Observações sobre programação reencarnatória

Uma pessoa pediu-me que lhe falasse algo em termos práticos sobre a chamada programação reencarnatória, um tema que tem sido focalizado bastante no meio espírita, sobretudo nos últimos anos.
A duração de uma existência corporal, a profissão a ser desempenhada, a família, os ascendentes, os descendentes, as provas de natureza material, as provas morais, eis tópicos que formam, como sabemos, a programação reencarnatória de um Espírito, fato que não deveria causar surpresa alguma, uma vez que em nossas relações cotidianas o planejamento há muito passou a ocupar um lugar importante.
A família decidiu, por exemplo, passar o mês de férias no litoral catarinense. Onde ficarão seus componentes? Usarão um imóvel alugado ou emprestado? Em que dia partirão? Irão de carro ou de avião? Quando ocorrerá a volta? Há recursos financeiros suficientes? No local do veraneio há bancos? Chove ali nessa época do ano? Se chover, costuma fazer frio?
Todas as perguntas apresentadas e as respectivas respostas compõem um rol, que nada mais é do que o plano de férias. E note o leitor que se trata de uma simples viagem que durará talvez menos de 30 dias!
A reencarnação é, ao contrário disso, uma longa viagem cujo objetivo não é, como no exemplo mencionado, curtir férias. Trata-se de algo mais profundo, com metas psicológicas e objetivos complexos, que envolvem um grupo grande de pessoas, cujos destinos estão, por assim dizer, entrelaçados.
André Luiz relata num de seus livros o caso de uma família bem simples, casal e quatro filhos, que de repente passou a enfrentar uma dura provação com o falecimento por suicídio do chefe da casa. Como os suicídios não fazem parte de nenhuma programação, a evasão daquele pai causou uma dificuldade inesperada para a esposa e as crianças, o que tornou necessária para aquelas pessoas a revisão do programa, ou seja, uma reprogramação.
Fatos assim ocorrem no dia a dia de nossas existências. O veículo que nos transportava sofreu uma pane. Perdeu-se, assim, a conexão com o voo programado e, a partir daí, uma sucessão de problemas que exigirão, por sua vez, a revisão do plano antes estabelecido.
Quando vim para Londrina, aos 18 anos de idade, meu objetivo era um só: cursar a Faculdade de Matemática. Saí de Minas Gerais com esse propósito, que constituía, à época, o sonho de minha vida. Para tanto, demiti-me do emprego, deixei as aulas no colégio da cidade em que lecionava e viajei para um lugar que não conhecia, situado a mais de 1.100 km de minha cidade natal.
Cheguei em um domingo. No dia seguinte, fui à Faculdade para me inscrever no vestibular. Ocorre que não existia Faculdade de Matemática em Londrina, nem em localidade alguma situada num raio de 150 km. A mais próxima ficava em Jacarezinho. Meu irmão, com quem vim morar, havia-se equivocado e, por causa disso, passou-me uma informação inexata.
A vontade, em face da frustração, foi voltar imediatamente. Mas acabei ficando, cursei outra faculdade e, com o passar dos anos, compreendi que tinha de vir para Londrina e só viria assim, seduzido por um sonho que não se realizou mas deu lugar a outro que, sem dúvida alguma, estava previsto na chamada programação reencarnatória.
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“Morreu, descansou”: será isso verdade?

A propósito do tema morte, há quem ainda persista na ideia de que ninguém jamais voltou para dizer se a vida realmente continua.
Fato curioso é que os cristãos creem na continuidade da vida pós-morte e demonstram essa crença quando invocam os chamados santos, que, em verdade, são pessoas como nós que um dia passaram por aqui e retornaram ao mundo espiritual, uma vez mortos seus corpos.
Crer na assistência dos santos não teria nenhum sentido para os que admitem que a vida cessa com a morte corporal ou que os mortos não possam vir em nosso auxílio.
Os fatos, contudo, têm-nos mostrado que a alma sobrevive à morte corpórea e que, havendo permissão superior, pode, sim, comunicar-se com os chamados vivos.
Os que conseguem essa permissão trazem-nos notícias do mundo espiritual, falam do trabalho que realizam e das preocupações que os movem, além de informar-nos que são muitas as ocupações e missões que desempenham, tendo por objetivo a harmonia do Universo. Dizem-nos eles que sua ocupação é contínua, mas nada tem de penosa, uma vez que não estão sujeitos à fadiga nem às necessidades próprias da vida terrena.
Engana-se, pois, quem imagina que os seres desencarnados se encontram descansando, sem obrigações e deveres a cumprir. Desencarnados ou não, são eles incumbidos de auxiliar o progresso da Humanidade, dos povos ou dos indivíduos, dentro de um círculo de ideias mais ou menos amplas, mais ou menos especiais, cabendo-lhes ainda velar pela execução de determinados acontecimentos.
Alguns desempenham missões mais restritas e, de certo modo, pessoais ou inteiramente locais, como assistir os enfermos, os agonizantes, os aflitos, velar por aqueles de quem se constituíram guias e protetores, dando-lhes conselhos ou inspirando-lhes bons pensamentos.
Existem tantos gêneros de missões quantas as espécies de interesses a resguardar, tanto no mundo físico como no moral, e o Espírito se adianta conforme a maneira pela qual desempenha sua tarefa.
No tocante ao mundo dos encarnados, os Espíritos ocupam-se com as coisas que nos dizem respeito de conformidade com o grau de evolução em que se acham. Os superiores só se ocupam com o que seja útil ao nosso progresso. Os inferiores ligam-se mais às coisas materiais e delas se ocupam.
A felicidade dos Espíritos bem-aventurados não consiste, pois, na ociosidade contemplativa, que seria uma eterna e fastidiosa inutilidade. Suas atribuições são proporcionadas ao seu grau evolutivo, às luzes que possuem, à sua capacidade, experiência e ao grau de confiança que inspiram ao Supremo Criador.
Há, no entanto, ao lado das grandes missões confiadas aos Espíritos superiores, outras de importância relativa, concedidas a Espíritos de todas as categorias, podendo afirmar-se que cada um tem a sua, de modo que todos têm deveres a preencher a bem do semelhante e que é, portanto, equivocada a conhecida frase “Morreu, descansou”.
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