Arquivo do mês: julho 2014

OS Bons Morrem Primeiro?

Nem é verdade, nem é justo. Geralmente vemos nosso ente querido como o melhor do mundo, sem defeito algum e quando ele parte, achamos que foi antes do tempo. Se os bons morressem primeiro, a Terra estaria pior do que se encontra. Perguntemos: “Chico Xavier, Madre Tereza, Irmã Dulce não eram bons? Pois morreram com idade avançada.”
Quando uma pessoa malvada escapa de um perigo, frequentemente dizemos: “SE FOSSE UM HOMEM DE BEM, TERIA MORRIDO.” Pois bem, ao dizermos isso, visualizando o lado espiritual, estamos com a verdade, porque, efetivamente Deus concede muitas vezes, a um Espírito malvado, uma prova mais longa. E poderá conceder a um Espírito bom, em recompensa por mérito, uma prova mais curta. Mas quando empregamos esta frase visualizando o lado material, não duvidemos de que estamos cometendo uma blasfêmia.
Se morrer um homem de bem, vizinho de um malvado, logo dizemos: “SERIA BEM MELHOR SE TIVESSE MORRIDO AQUELE.” Cometemos então um grande erro, porque aquele que parte talvez tenha terminado a sua tarefa, e o que ficou talvez nem a tenha começado. Por que, então, queremos que o mau não inicie sua tarefa ou termine antes da hora e que o outro continue preso à luta terrena? É como se desejássemos que o prisioneiro que cumpriu sua pena continue preso.
Quando a morte vem ceifar em nossas famílias, os jovens em lugar dos velhos, dizemos freqüentemente:“DEUS NÃO É JUSTO, POIS SACRIFICA O QUE ESTÁ FORTE E COM FUTURO PELA FRENTE, PARA CONSERVAR OS QUE JÁ VIVERAM LONGOS ANOS, CARREGADOS DE DECEPÇÕES; LEVA OS QUE SÃO ÚTEIS E DEIXA OS QUE NÃO SERVEM PARA NADA MAIS; FERE UM CORAÇÃO DE MÃE, PRIVANDO-O DA INOCENTE CRIATURA QUE ERA TODA A SUA ALEGRIA.” Precisamos compreender que o bem está muitas vezes onde pensamos ver a cega fatalidade. Por que medir a justiça divina pela nossa medida? Como podemos pensar que o Senhor dos mundos queira, por um simples capricho, nos aplicar penas cruéis? Nada se faz sem uma simples finalidade inteligente, e tudo o que acontece tem a sua razão de ser. Se sondássemos melhor as dores que nos atingem, sempre encontraríamos nelas a razão divina, razão regeneradora, e nossos miseráveis interesses ficariam em segundo plano.
 Dizemos também que é uma terrível desgraça, que uma vida tão cheia de esperanças seja cortada tão cedo! Mas de que esperanças queremos falar? Das esperanças da Terra onde aquele que se foi poderia brilhar, fazer sua carreira e sua fortuna? Temos sempre essa visão estreita, que não conseguimos elevar acima da matéria! Sabemos, por acaso, qual teria sido o futuro dessa vida jovem tão cheia de esperanças, segundo nosso entendimento? Quem poderia nos dizer que ela não poderia estar carregada de amarguras?
Mas, nós, espíritas, sabemos que a alma vive melhor quando livre de seu envoltório corporal. Mães saibam que seus filhos bem-amados estão perto de vocês, sim, eles estão bem perto; seus corpos fluídicos lhe envolvem, seus pensamentos lhe protegem, sua lembrança os inebriam de contentamento; mas também as suas dores sem razão os afligem, porque revelam uma falta de fé e constituem uma revolta contra a vontade de Deus.
Habituemos a não censurar o que não podemos compreender, e crer que Deus é justo em todas as coisas. Freqüentemente, o que nos parece um mal é um bem. Mas as nossas faculdades são tão limitadas, que o conjunto do grande todo escapa aos nossos sentidos obtusos. Esforcemos por superar, pelo pensamento, a nossa estreita esfera, e à medida que nos elevarmos, a importância da vida terrena diminuirá aos nossos olhos. Porque, então, ela nos aparecerá como um simples incidente, na infinita duração da nossa existência espiritual, a única verdadeira existência. (Sansão e Fénelon, O Evangelho segundo o Espiritismo, cap.V, item 21/22)
Fonte: http://vomariaconga.blogspot.com.br/
Categorias: Espíritas | Tags: | Deixe um comentário

Por que alguns morrem tão cedo?

Um leitor amigo, depois de informar que seu pai faleceu por afogamento na idade de 42 anos, indaga por que há pessoas que desencarnam tão cedo.

A pergunta é mais comum do que se pensa e vem de todos os lados, de espíritas e de não espíritas.

Conforme o que ensina o Espiritismo, excetuados os casos de suicídio direto ou indireto, a duração de uma existência corpórea está diretamente ligada à programação reencarnatória da pessoa e às provas por que ela deva passar.

Quanto à forma como se processa a morte corpórea, isso geralmente decorre do estilo de vida, da natureza das provas e das expiações previstas na mencionada programação.

É preciso que entendamos que as inumeráveis existências por que passamos na Terra se encadeiam, de tal modo que uma acaba influenciando a seguinte ou as seguintes. Se não existisse um programa a executar, seria realmente difícil entender por que alguns desencarnam crianças, outros falecem ao se formarem na faculdade e diversos numa idade em que muito poderiam ainda oferecer à sociedade e, todavia, são retirados do nosso convívio de repente, aparentemente sem motivo algum.

É bom, no entanto, que nós espíritas entendamos e divulguemos sempre que não existe morte e que a vida prossegue além-túmulo. O que perece é a forma física, o envoltório corpóreo, que utilizamos enquanto necessário ao cumprimento das tarefas assumidas.

Fonte: http://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com.br/

Categorias: Espíritas | Tags: | Deixe um comentário

Os animais no mundo espiritual

Trecho da entrevista com o médium e pesquisador Wagner Borges, publicada na revista Caminho Espiritual 32.

O que acontece quando o animal desencarna?

Wagner Borges – No caso de animais que vivem em seu habitat natural, primitivo, eles desencarnam e ficam pouco tempo no plano espiritual.

Logo reencarnam. Essa informação pode ser encontrada, também, na obra de Allan Kardec, no século XIX. Mas, quando o animal convive com o ser humano, isso muda completamente, porque o chakra cardíaco dele começa a abrir. Quando ele desencarna, começa a procurar a companhia de humanos, no plano espiritual.

Então, no plano espiritual, existem colônias de recepção de animais domésticos que desencarnam, sendo que a reencarnação destes não é imediata, como no caso daqueles que vivem soltos na natureza. No caso dos animais domésticos, eles podem levar anos até reencarnar e, muitas vezes, se o contato entre ambos for bastante sadio, o dono, ao desencarnar, ainda pode ficar um bom tempo ao lado do seu animalzinho extrafísico, no plano espiritual!

E os animais extrafísicos só descansam ou trabalham também?

Lembre-se dos relatos nos livros do espírito André Luiz, psicografados por Chico Xavier. André Luiz chega a narrar casos de mentores espirituais que vão às regiões do Umbral com matilhas de cães desencarnados para destruir formas mentais densas. Eu mesmo vejo, muitas vezes, em volta de centros espíritas, de Umbanda ou mesmo ocultistas, por exemplo, protetores espirituais com campos energéticos, muitos desses protetores ficam com grandes cães extrafísicos. Existem, inclusive, mentores espirituais que treinam certos animais, como cachorros, para auxiliar na desagregação de energias mais densas, na perseguição de certos espíritos, fazer a proteção de certos perímetros energéticos, etc… mais ou menos como ocorre aqui, com cães que trabalham para a polícia.

Por incrível que pareça, já vi espíritos acompanhados de grandes felinos desencarnados, como pumas, panteras… todos treinados, fazendo a proteção de certos ambientes e impedindo que espíritos mal-intencionados passassem por ali. Esses animais têm uma magnetismo muito forte.

Muitas vezes, em projeções astrais, sou levado a regiões no umbral para aplicar passes em espíritos desencarnados. Certa vez, havia uma verdadeira fila de espíritos para receber passes, quando percebi atrás de mim os mentores espirituais, canalizando energia e, ao meu lado, duas panteras, me dando proteção.

Fonte: http://www.rcespiritismo.com.br

 

Categorias: Espíritas | Tags: , , , | Deixe um comentário

Entre o que vemos e que podemos

Em geral a sociedade exclui, não tolera o diferente. Rotula. Menospreza. Impede.

Porém, esquece que todos somos diferentes, que todos somos deficientes em alguma medida. Pois ser deficiente é ser humano. Algumas deficiências só são mais visíveis do que outras.

Contudo, ou isto é escondido ou menosprezado. Escondido no sentido de que tentamos não mostrar as deficiências que temos. Nos envergonhamos delas, a entendemos como inadequadas. E menosprezado no sentido de ter piedade – fica rotulado que não conseguimos e com isto não nos damos a chance de tentar.

Diego, o protagonista do filme, tem uma deficiência, ele nunca saberá o que é uma cor no sentido exato do termo, o brilho do amarelo, o fosco do preto, o incomodo do branco. Isto ele não sabe. Porem ele não foi retirado da escola por isso, não ficou livre da tarefa, os pais não se condoeram pelo exercício, nem foram reclamar com os professores. A tarefa foi dada e todos o estimularam a fazer, entenderam que ele era capaz.

O cego, o surdo, o mudo, o gordo, o alto, o magro, o gênio (ou nerd), o burro, o estabanado, o tímido, o falante, o órfão, o muito bonito, o muito feio, e tantos outros, todos estão na escola (alias na vida!). E todos se destacarão. E serão expostos a sarro, ou no jargão atual a bullying*. Todos passarão por desafios grandes ou pequenos, muitas vezes dolorosos, mas mais do que impedir tais coisas de acontecer, precisamos ser adultos que os ajudem a enfrentar tais situações.

Este vídeo – baseado em fatos reais – fez isto! E o que Diego criou foi lindo. Ele foi estimulado a ser criativo, ninguém o achou incapaz, mesmo entendendo que era uma tarefa difícil. A lição que Diego nos dá é de que ver é muito mais do que ter visão. E assim pode ser com toda deficiência. O que uma criança precisa é ser estimulada, alias isto é o que todos precisamos, não é mesmo?

Fonte: http://blogs.odiario.com/fernandarossi/

Categorias: Diversos | Deixe um comentário

Sedentarismo emocional

sedentarismo emocional

O sedentarismo emocional é tão perigoso a saúde quanto o sedentarismo físico.
E o que é sedentarismo emocional? É a preguiça de pensar, é o adiar o enfrentamento de uma emoção ou situação seja por medo ou qualquer outra razão. É o deixar para depois. É o não resolver o que precisa. É o engolir sapos e lagartos ou o contrario explodir por minimas razões.
Claro que para todas essas razões podem haver impedimentos inconscientes. Mas estes podem ser descobertos, trabalhados e superados.
Tal como os exercícios físicos demandam dedicação e força de vontade. Só que o resultado vem e é ótimo!
Nós enganamos ao pensar que esse enfrentamento – seja físico ou emocional – será muito cansativo. Afinal, as consequências diárias do sedentarismo são pequenas?

Fonte: http://blogs.odiario.com/fernandarossi/

Categorias: Diversos | Deixe um comentário

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.