Arquivo do mês: setembro 2014

Não é possível mudar o passado da Síria, então vamos cuidar de seu futuro

Playgrounds não deveriam ser campos de guerra. Essa é a descrição de In Reverse, novo filme dirigido por Martin Stirling que pede o fim da guerra civil na Síria. O conflito, iniciado há pouco mais de três anos, já matou mais de 191 mil pessoas, segundo dados divulgados pela Organização das Nações Unidas.

Stirling é também o diretor de Most Shocking Second a Day Video, um esforço da Save the Children para conscientizar o mundo sobre como a guerra está afetando não só os adultos, mas principalmente as crianças. E a alguns dias da assembleia geral da ONU, a ONG britânica se uniu a outras entidades, como a Oxfam e Care, entre outras, para o lançamento de In Reverse.

Ao som de Youth, da banda Daughter, vemos um dia comum na vida dos sírios, com bombas explodindo e gente morrendo. Só que essa sequência aparece de trás para frente, como se uma ação conjunta conseguisse evitar os horrores da guerra.

É um filme forte e que mexe muito com a gente, provavelmente por conta da presença das cebolas-ninja. A produção é da Unit9 Films.

Fonte:http://www.brainstorm9.com.br

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Semáforo bailarino

Para diminuir, por curto período de tempo, a pressa das pessoas em esperar o sinal vermelho do semáforo, a Smart teve uma ideia interessante em  Lisboa ao instalar o “semáforo bailarino”.

Semaforo Bailarino

O avatar especial do semáforo se movimentava de acordo com a dança das pessoas. O movimento era transmitido em tempo real e ajudava as pessoas a se entreterem enquanto o sinal não abria para eles.

Fonte:http://blogcitario.blog.br

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Algumas ações da agência Lg2, muito bom!

Mágico por alguns segundos

A agência Lg2 teve uma simples ideia para divulgar um festival de mágica em Quebec, no Canadá, e entreter as pessoas oferecendo a oportunidade de realizar um truque com a ajuda do mobiliário urbano.

Quebec Magic

Assim como fizeram com o mobiliário urbano para O Lobo de Wall Street, a mecânica não tem muito segredo, mas certamente chama atenção das pessoas para o que está sendo anunciado.

Guerrilha que faz pessoas sumirem

Para divulgar o Quebec City Magic Festival, um festival de mágica, a agência canadense Lg2 criou uma ação simples e divertida para chamar a atenção das pessoas que passavam diante de uma vitrine. Foram instalados televisores que transmitiam a imagem da rua em tempo real, exceto duas, onde as imagens foram manipuladas para mostrar apenas a imagem dos atores envolvidos na ação.

Quebec magica

Desta forma, as pessoas paravam e não entendiam porque “desapareciam” nessas telas. Logo depois aparecia a promotora com o folheto explicando a ação. Assista ao vídeo para entender melhor a ideia.

Mágica publicitária

A agência canadense Lg2 está sempre criando ações que chamam atenção das pessoas para divulgar o Festival de Mágica de Quebec. Depois de fazer peças que fazem as pessoas sumirem e dar a elas poderes mágicos por alguns segundos, foi a vez de focar no profissional que cola as folhas do outdoor.

Outdoor Magico Quebec

Aparentemente, o rapaz controla o pincel apenas com o pensamento, deixando as pessoas intrigadas e com as atenções voltadas para a mensagem da peça, que é o que realmente importa. O truque é revelado no final do vídeo.

Fonte:http://blogcitario.blog.br

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Não envergonhe os outros!

Você já se sentiu envergonhado? Você já constrangeu alguém? Devemos evitar ao máximo envergonhar as pessoas. Não envergonhe os outros! Poucas coisas causam tantos ressentimentos quanto ferir os sentimentos de alguém, envergonhar alguém. Se for em público, então, o estrago é maior ainda.

Está certo que você pode fazer isso algumas vezes sem se dar conta, não é de propósito. Mas será que não podemos meditar um instante para analisar se o conteúdo do que dizemos não pode machucar alguém? Muitos de nós, a maioria, ainda é muito suscetível a mágoas e rancores. Não devia ser assim, e estamos evoluindo, mesmo que vagarosamente, para um dia não nos melindrarmos tanto com a vaidade ferida.

Mas ninguém quer ser constrangido em público, nem você, que se julga num nível um pouquinho mais elevado. Ah, não se julga? Então desculpe. Mas às vezes nos achamos assim. Até que somos colocados à prova, e percebemos que ainda falta muito… Mas já houve progressos, é o que importa.

O fato é que ninguém gosta de receber ordens autoritárias, ninguém gosta de ser repreendido duramente, ninguém gosta que comentem sobre seus defeitos, ninguém gosta de ser criticado. Não se trata de saber quem está certo e quem está errado. Fazer alguém se sentir envergonhado, além de ser um dos modos mais fáceis e rápidos de conquistar um inimigo, nunca resolve nada; na verdade só complica ainda mais.

Você percebe o que acontece quando uma criança é continuamente criticada? Você se dá conta de que a crítica a fere profundamente? E você que é chefe, que tem subordinados: Já criticou algum deles em público?

Não temos o direito de humilhar alguém perante si mesmo, muito menos perante os outros. Ninguém quer ser tratado como burro, mesmo que às vezes se pareça com um; ninguém quer ser taxado de tímido, mesmo que se esconda atrás das paredes, ninguém quer ver suas falhas e fraquezas expostas ao vento.

Algumas vezes é difícil se colocar no lugar de alguém, mas não nesse caso. Basta lembrar-se de uma situação vergonhosa de que se foi vítima, um episódio de humilhação qualquer. Todos já passaram por isso. Uma repreensão desajeitada pode causar uma desilusão irreversível, pode estragar uma boa imagem. Você não se revolta quando vê alguma manifestação de preconceito, em que a vítima é tratada com desprezo? Claro que sim!

Só que são os casos pontuais que provocam revolta. No dia-a-dia você  mergulha na correria e esquece que é civilizado, esquece que é espírito imortal em busca de experiência e aprendizado, e que o respeito irrestrito ao próximo é uma das lições que devemos aprender, é uma das provas que devemos gabaritar.

Procure valorizar o que os outros têm de bom. Em vez de envergonhar a pessoa falando de seus defeitos e erros, estimule-a ressaltando suas qualidades. Se a repreensão for inevitável, e às vezes é, repreenda depois; primeiro elogie.

As flores precisam da luz do sol para desabrochar. As pessoas precisam do elogio para florescer. Todas elas, mesmo aquelas que parecem frias ou duronas.

Sejamos mais cuidadosos e evitemos envergonhar as pessoas. Todos nós temos uma gota de autoritarismo circulando junto com o sangue, mas depende de nós permitir ou não que esse defeito milenar venha à tona ou que seja definitivamente transformado.

Todos têm direito à dignidade, e somos nós, que estamos sempre buscando o aperfeiçoamento moral, que devemos fazer valer esse direito. Não é mesmo?

– See more at: http://www.espiritoimortal.com.br/2012/05/#sthash.eSERL6s4.dpuf

Fonte:http://www.espiritoimortal.com.br/

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Comer carne ou ser vegetariano?

Comer carne ou ser vegetariano?

Tenho observado muitas discussões no meio espírita, sobre a conveniência de comer carne ou de se adotar uma dieta vegetariana. Confesso que já gostei mais de discussões e debates.

Quase sem querer, me deparei com esse assunto no Fórum espírita. É lastimável ver como todos querem ser donos da razão. Tenho pedido aos meus leitores que se sintam sempre à vontade para manifestar sua discordância a respeito do que eu escrevo. E agora peço algo ainda mais importante: Se você me achar radical, se achar que estou olhando para apenas um lado de determinada questão, por favor, me avise. Como é terrível o radicalismo!

Quando alguém pensa que a verdade está só com ela, quando alguém se nega a analisar qualquer questão sob outro ângulo, toda a boa intenção dessa pessoa vai por água abaixo, todo seu esforço em melhorar-se fica enclausurado nas grades do seu ego.

Eu não como carne. Acho que não devo me alimentar do sofrimento e da morte de um animal, que não deixa de ser um semelhante. Mas já comi carne, e muita. Como bom gaúcho, o churrasco era uma das minhas maiores diversões. Agora, porque resolvi parar de comer carne, não posso condenar sumariamente quem come carne.

Eu não me tornei uma pessoa melhor por não comer carne. Não me tornei mais caridoso, não me tornei mais humilde, não me tornei mais paciente, não me tornei mais compreensivo. Só parei de contribuir para o sofrimento e a morte de alguns animais, e me sinto contente por isso. Só isso. Não me transformei numa pessoa mais elevada. Não adquiri uma envergadura moral superior às demais.

Durante bastante tempo eu achava que não valia a pena parar de comer carne. Um ato tão pequeno, comparado com todas as coisas importantes que eu tinha que fazer para me aprimorar. Que adiantaria parar de comer carne e continuar sendo impaciente e irritável? Que adiantaria parar de comer carne e continuar orgulhoso e egoísta? Tentei primeiro me aprimorar moralmente, deixar de ser impaciente, irritável, orgulhoso e egoísta.

Não consegui. Vou continuar tentando. Não há um só dia em que eu não tente me livrar, cada vez mais, desses defeitos. Mas não consegui ainda. Se não consegui me livrar dos grandes defeitos, por que não tentar me livrar dos pequenos defeitos? Foi o que fiz. Por isso parei de comer carne. Mas em momento algum julguei ter dado um grande passo no caminho espiritual, ter subido um degrau decisivo rumo ao progresso do espírito imortal.

É um milhão de vezes mais importante e meritório um carnívoro paciente e humilde do que um vegetariano como eu. É um milhão de vezes mais importante e meritório um carnívoro solícito, prestativo, compreensivo, de boa vontade, do que um vegetariano como eu. Repito, para que fique claro: Acho que a importância de se parar de comer carne é mínima. Existem centenas, milhares de ações mais importantes e urgentes do que parar de comer carne.

Acontece que o fato de haver coisas mais importantes e urgentes para se fazer em busca do aprimoramento moral, em busca da reforma íntima, não invalida o mérito de parar de comer carne. É um passo pequeno, pequeníssimo, mas é um passo. Acho inconcebível que pessoas cultas, inteligentes, acostumadas ao estudo do espiritismo, fiquem presas à questão 723 do Livro dos Espíritos e agirem como crianças birrentas, repetindo a ladainha: a carne alimenta a carne, a carne alimenta a carne, a carne alimenta a carne. Procurem outro argumento, então!

Da mesma forma que alguns espíritas tomam a defesa ferrenha e irredutível da alimentação carnívora, só porque um espírito em meados do século XIX disse que “a carne alimenta a carne”, do lado oposto, do lado dos vegetarianos, também há radicais que só falta dizerem que os que se alimentam de carne irão queimar no fogo do inferno, que os que se alimentam de carne vão virar churrasco do diabo.

Tenho conhecido pessoas que fazem da defesa dos animais a causa de suas vidas. Ótimo! Parabéns a elas, de verdade! Eu já passei da adolescência há algum tempo e até agora não consegui definir uma causa pra minha vida.

Só que algumas dessas pessoas empenham-se com tanto afinco em seus ideais que se esquecem das qualidades morais que diferenciam os homens dos animais. Deixam de lado a civilidade, a compreensão, a capacidade de convívio e aceitação daqueles que pensam diferente. Nutrem raiva em relação aos que desrespeitam os direitos dos animais.

O mundo não se divide entre comedores de carne e não comedores de carne. Não precisamos ser condescendentes com os erros dos outros, não precisamos passar a mão na cabeça do político corrupto, do furador de fila, do funcionário mal educado, do desrespeitador dos direitos dos animais. Mas raiva também não, né? Eu prefiro comer carne do que sentir raiva de alguém. E você?

Fonte:http://www.espiritoimortal.com.br/

 

 

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ADELE IOLANDA PIASSAROLLO

Preciso de doadores de sangue de qq tipo para minha mãe até dia 20/09/14.
O nome dela é: ADELE IOLANDA PIASSAROLLO.
O local de doação é HEMOCENTRO. Hospital São José (Complexo da Santa Casa POA). Horários: De segunda à sexta-feira das 7h às 18h. Sábados das 7h30 às 11h30.

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Espírito, perispírito e corpo?

fonte:http://www.tvmundialdeespiritismo.com/programa.jsf?canal=1650

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“A Morte de Dimas” – curta-metragem

“Como ocorre a morte? Este é um curta metragem espírita baseado no livro ” Obreiros da Vida Eterna”, de André Luiz, editora FEB, que narra o processo de desencarnação de Dimas.”

Esclarecemos os nossos leitores menos familiarizados com o Espiritismo, que os romances mediúnicos, como este, fazem descrições necessariamente aproximadas, em linguagem que nós, os encarnados (os “vivos”) consigamos entender, por comparação com a realidade que nos é familiar.
Na Codificação (as obras básicas da doutrina Espírita), os Bons Espíritos esclarecem que não há linguagem humana para descrever com exactidão as coisas do Mundo Espiritual. Ainda assim, leituras e filmes como este, são edificantes e úteis.
Em nossa opinião, trata-se de um excelente trabalho, esta versão cinematográfica da obra do Espírito André Luiz.
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A relação do estereótipo com a publicidade

Um dos principais objetivos das campanhas publicitárias é transmitir uma mensagem clara para o seu público-alvo, que não dê espaço a outras interpretações. Por isso que o material é voltado para segmentos definidos, já que pessoas de diferentes classes sociais podem interpretar o material diferente do objetivo original, como é mostrado neste interessante vídeo.

estereotipo pai mae

Existem muitos motivos para os publicitários usarem o estereótipo nas suas ideias, como obter rápida identificação das pessoas. Não é à toa que até hoje ligam a expressão “comercial de margarina” a uma família que, há algumas décadas, era considerada padrão: pai, mãe e filhos. Pai, o responsável em levar o filho para o esporte, como neste clássico comercial da Gelol. A mãe fica com a parte do lar, do supermercado, etc.

Aí é que mora o perigo de usar estereótipos, ainda mais na sociedade que vivemos. Ela mudou ao longo dos anos e usar figuras estereotipadas pode ficar perto de ultrapassar a linha do preconceito. Um exemplo é a campanha do Shopping Iguatemi Salvador para o dia dos pais deste ano que utilizou o mote que pai é insubstituível ao mostrar como a mãe se comporta na aula de judô.

 

O shopping usou a mesma linha de raciocínio para o Dia das Mães do ano passado.

Apesar de claramente ser uma campanha bem humorada, onde brinca com a imagem formada no inconsciente coletivo sobre o papel do pai e da mãe, pode ser um caminho aberto para várias interpretações em relação à mensagem que está sendo passada, como aconteceu por esses dias no Facebook e nos comentários sobre o anúncio do shopping na página do blog. Não dá pra medir, em resultados práticos, se chega a afetar a imagem do shopping, que é frequentado por uma faixa de público muito grande.

Como a estrutura da sociedade está sempre mudando, usar personagens estereotipados nas campanhas exige mais cuidado que antigamente. Acredito que ainda pode ser um caminho válido, desde que o conceito e roteiro transmitam a mensagem sem margem a outras interpretações.

E você, o que pensa sobre o assunto?

Fonte:http://blogcitario.blog.br

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Tornado publicitário

Mobiliário urbano interativo não é novidade há algum tempo, mas algumas ideias simples como feita para divulgar O Lobo de Wall Street podem atrair algumas pessoas. Desta vez, a JC Decaux colocou na rua painel com realidade aumentada para o filme De Olho No Tornado.

No Olho Tornado Mobiliario

Como o filme é sobre um ataque de tornados nos EUA, a empresa veiculou na Austrália um mobiliário onde as pessoas viam o pedaço da rua sendo destruída por…tornados. Tem cara de ser “primeira ideia”, mas não deixa de ser interessante para chamar atenção de quem passa na frente da peça.

Fonte:http://blogcitario.blog.br/

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