Arquivo do mês: abril 2015

Racismo!

É uma campanha Portuguesa, mas caberia muito bem no Brasil.

Muito boa essa campanha contra o racismo vale uma reflexão!

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SEJA VOCÊ MESMO.

“Essere se stessi”, isto é, “seja você mesmo” e não se preocupe em representar. Quando se demonstra ser o que não é, em pouco tempo, a vida se encarrega de apresentá-lo verdadeiramente, além disso, muita energia já se despendeu e muita confiança já se desperdiçou.

Cada pessoa possui um universo completo a se descobrir, a se aprimorar, a se reinventar todos os dias e, o melhor, um universo genuíno, único e com tantas possibilidades. De fato, não há motivo para querer demonstrar o que ainda não alcançou. Ao contrário, deve-se investir a energia que Deus concede à sua criação e buscar, aos pouquinhos, a sua verdade.

A todos, foram concedidos direitos e deveres iguais, mas o livre-arbítrio é o que difere toda forma e percurso. Conforme o interesse pela caminhada, assim serão as paisagens apreciadas e o caminho percorrido.

Quando se é autêntico, tudo ao redor reconhece essa autenticidade e torna-se aprazível conviver com pessoas assim e também ter essas características. Bem melhor não viver sob a tensão de representar.

Ao longo da vida, a experiência ensina e enfatiza que a ilusão é como a fumacinha do trem, em segundos se perde e não mais existe, apenas uma muito efêmera imagem sem história.

Todos ainda precisamos nos desenvolver em inúmeros quesitos, no entanto, isso acontecerá sob o tempo da eternidade; o que se deve priorizar sempre é a originalidade de comportamento, a atuação na vida.

Se há o desejo de receber amor, consideração, simpatia, então, esses desejos já antes deverão ter sido lançados ao universo, com carinho e verdade, por meio do melhor a se realizar aos mais próximos, pelo menos, e consequentemente ao Planeta.

Não se pode negar que, dependendo de alguns acontecimentos, o humor modifica e isso é natural para o estágio considerado.

Entretanto, mudar querendo se passar pelo que ainda não conquistou é bastante prejudicial chegando a aflorar triste piedade por esse coração.

Tanto cada um pode valorizar em sua bagagem. O que é bom deve ser aproveitado; o que já se constatou como algo sem valor, torna-se exemplo a não mais ser revivido; o que se pode aprender beneficamente transforma-se em imprescindível lição e tudo o que ainda não alcançou e deseja converte-se em energia propulsora para os verdadeiros objetivos.

Ser sempre a pura essência pessoal e incomparável; ser sempre a realidade de um espírito que está em desenvolvimento; ser sempre você mesmo em busca de sua melhora em todos os segundos e aspectos, pois cada espírito é único em meio a um universo inteiro.

Quando se é autêntico, a credibilidade etérea e material se transforma em oportuna luz no caminho. Quando se representa um papel dramatúrgico na vida, o personagem e os espectadores sempre vão saber que aquilo tudo não passa de ilusão.

(Cínthia Cortegoso)

Fonte: https://contoecronica.wordpress.com/

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No justo momento.

No justo momento em que:
O fracasso lhe atropele o carro da esperança;
O apoio habitual lhe falte à existência;
A ventania da advertência lhe açoite o Espírito;
A aflição se lhe intrometa nos passos;
A tristeza lhe empane os horizontes;
A solidão lhe venha fazer companhia;
No momento justo, enfim, em que a crise ou a angústia, a sombra ou a tribulação se lhe façam mais difíceis de suportar, não chore e nem esmoreça. A água pura a fim de manter-se pura é servida em taça vazia. A treva da meia-noite é a ocasião em que o tempo dá sinal de partida para nova alvorada. Por maior a dificuldade, jamais desanime.
O seu pior momento na vida é sempre o instante de melhorar.

Autor: Vander Goya

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Por que adiar o inevitável?

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Um poderoso rei condenou um humilde súdito à morte. O homem, prestes a ser executado, propôs e teve a concordância do rei, permiti-lo ensinar o cavalo real a voar. Caso não conseguisse, no prazo de um ano, então sua sentença seria cumprida. 
– “Por que adiar o inevitável?” perguntou-lhe um amigo. 
– “Não é inevitável,” ele respondeu. “Dentro de um ano: o rei pode perder o trono, eu posso fugir, o cavalo pode fugir, eu posso ensinar o cavalo a voar.”

Freqüentemente nos vemos diante de obstáculos difíceis e aparentemente impossíveis de transpor. Por mais que busquemos soluções, elas parecem não existir. O primeiro impulso nos convida a desistir, mas é preciso que jamais esqueçamos todas as coisas são possíveis.

Assim como o súdito de nossa estória, aprendamos a olhar a situação com otimismo. Para cada possibilidade adversa, muitas favoráveis poderão ser encontradas, e, o que parecia impossível, logo será realidade. Mesmo que tudo indique o contrário, creia: o seu cavalo pode voar!
As vezes nossos problemas parecem não  ter solução.


Não diga para Deus que você tem um grande problema, mas diga ao problema que você tem um graaannnnnnnnnnnnnnde Deus!

Tudo posso Naquele que me fortalece!

Autor: Vander Goya

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Uma Caixa de Bombom?

Estava eu e meu esposo num hipermercado de Porto Alegre ontem á noite, tarde da noite, passando das 23hs. Eis que um menino, bem vestido, magro e envergonhado nos aborda.

-Tia, paga alguma coisa para eu comer?

Neste instante olhamos para o menino e quase num instinto falamos:

-Hoje não! Estamos com pouca grana.

Assim que o menino afastou-se, senti um incomodo.

Mas e se fosse minha filha? Ao olhar para meu marido , pude entender que o questionamento era o mesmo.

Chamamos o menino, que se encontrava pedindo para um outro comprador do mercado.

-Ei, menino venha até aqui.

O menino continuou por mais um tempo “se justificando” com o rapaz o qual estava pedindo. O menino veio em minha direção e meu esposo ficou para traz. Perguntei ao menino:

-O que você quer comer?

Ele baixinho falou:

-UMA CAIXA DE BOMBOM.

No mesmo instante fomos até o corredor de doces. E expliquei para o menino, que naquele momento o dinheiro que dispunha não daria para uma caixa de bom, mas que ele poderia sim escolher um chocolate, o que prontamente ele aceitou.

Neste momento escuto o rapaz falar para o meu marido:

-Doce não alimenta, doce eu não dou. Se fosse algo com sustância até poderia pensar.

Fomos até o caixa e pagamos nossa compra e chocolate do menino, que saiu saltitante com uma barra de chocolate na sacolinha.

E porque não dar o que o menino pediu? Afinal ele é uma criança! E o que faz uma criança feliz? Quem tem filho ou uma criança que tem afeição e vai num mercado e a criança pede um doce, como faz? Não dá porque não tem sustância?

Deixo aqui uma reflexão que me fez deitar a cabeça no travesseiro e dormir com minha consciência mais tranquila. Porque não dar o que ele necessitava naquele momento.

 

Acredito que este mandamento do Evangelho descreve nossa ação! Pensemos nisso!

Caridade e humildade, esta é a única via de salvação; egoísmo e orgulho, esta é a via da perdição. Esse princípio é formulado em termos precisos nestas palavras: “Amarás a Deus de toda a tua alma, e ao teu próximo como a ti mesmo; estes dois pensamentos contêm toda a lei e os profetas”. E para que não houvesse equívoco na interpretação do amor de Deus e do próximo, temos ainda: “E o segundo, semelhante a este, é: Amarás a teu próximo como a ti mesmo”, significando que não se pode verdadeiramente amar a Deus sem amar ao próximo, nem amar ao próximo sem amar a Deus, porque tudo quanto se faz contra o próximo, é contra Deus que se faz. Não se podendo amar a Deus sem praticar a caridade para com o próximo, todos os deveres do homem se encontram resumidos nesta máxima: Fora da caridade não há salvação.

 Autora: Daniela Ortiz

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O Velório

O momento da morte representa um impacto emocional muito forte para a maioria dos seres humanos.

Isto se aplica tanto aos próprios desencarnantes como aos seus entes queridos.

Como ninguém sabe ao certo quando será sua morte, ou, em outras palavras, por quanto durará o resto da sua própria existência física e a dos seus amigos e familiares, a morte quase sempre representa uma surpresa e um grande choque emotivo.

Sendo assim, a preparação para o enfrentamento da complexa transição desencarnatória consiste em uma tarefa espiritual relevante, urgente e contínua. De fato, a preparação para a morte, bem como a autoestruturação para a vida requer um processo de “educação continuada” para o Espírito que almeja passar bem por estes dois estágios da vida imortal.

Entretanto, grande número de criaturas desencarna diariamente na Crosta terrestre sem uma preparação prévia mínima para enfrentar esta difícil transição. O mesmo vale para a maioria dos amigos e familiares do desencarnante que muitas vezes não está preparada para encarar adequadamente este tipo de ocorrência, a começar pelo comportamento de disciplina espiritual requisitada no chamado “velório”.

O velório consiste em um período de mais ou menos 24 horas em que os indivíduos próximos “velariam” a alma desencarnante, em etapa preparatória para a fase decisiva e terminal do processo em questão, que seria a inumação definitiva dos despojos carnais. O velório funcionaria também como um momento de despedida e de assimilação emocional do choque por parte dos entes queridos.

Além disso, o velório ainda apresenta uma relevância pragmática e significativa, que obviamente tinha uma maior importância nos séculos passados, que consiste em evitar que o indivíduo seja enterrado vivo.

Antigamente, os critérios para certificação da morte, bem como a assistência médica, eram de qualidade precária. Isto ocorria em muitos rincões distantes das grandes cidades e em situações caóticas como a guerra, onde as certidões de óbito não eram proporcionadas ou eram emitidas de forma irresponsável.

Assim, o intervalo de tempo respeitado desde a pressuposta morte até o enterro seria de vital importância para que muitas pessoas não fossem inumadas vivas.

De fato, há muitos casos documentados no Brasil e no exterior de indivíduos que “acordaram” durante o seu próprio velório, em função de estados de letargia ou catalepsia associados à negligência e/ou imperícia dos responsáveis pela identificação e caracterização do óbito.

Do ponto de vista espiritual, a tradição de nossa sociedade de respeitar um período de vigília entre o óbito propriamente considerado e o enterro é totalmente justificada.

As preces e o amor dos amigos ajudariam muito o desencarnante nessa viagem, muitas vezes perturbadora, para o mundo espiritual.

Até porque as preces e as vibrações ambientes podem gerar, quando realmente elevadas, barreiras magnéticas que impeçam a presença de Espíritos sofredores e/ou vampirizadores que possam vir a prejudicar o desenlace de nosso irmão.

Respondendo sobre cremação, Emmanuel recomendou que se respeitasse um mínimo de 72 horas antes de se efetuar tal procedimento, pois isso evitaria sofrimentos desnecessários para o Espírito desencarnante, uma vez que tal período seria, a priori, suficiente para o total desligamento dos últimos liames que manteriam o perispírito conectado ao corpo físico.

Tal informação denota que a desvinculação do perispírito não seria algo trivial e, ademais, demonstra que o processo crematório pode gerar repercussões em relação ao perispírito do Espírito que ainda não se libertou totalmente das impressões do corpo. De qualquer maneira, a recomendação do Benfeitor Espiritual demonstra como é importante nossa atuação efetiva do ponto de vista espiritual durante o velório.

Considerando esse contexto relevante e complexo de natureza espiritual, seria interessante frisar alguns comportamentos interessantes para todos aqueles que se dirigirem a um velório:

1) Somente permanecer presente no velório enquanto puder manter uma postura de vigilância;

2) Orar com sinceridade em favor do desencarnante e de sua família, compreendendo que mais cedo ou mais tarde chegará a nossa hora e que, então, constataremos o gigantesco valor da prece a nós dirigida em situações como a desencarnação;

3) Esforçar-se para não lembrar episódios infelizes envolvendo o desencarnante, compreendendo que todo pensamento tem elevada repercussão espiritual;

4) Estar sempre disponível para o chamado “atendimento fraterno” com os irmãos presentes, mas não esquecer que o velório não é uma situação adequada a debates de natureza filosófico-religiosa;

5) Respeitar a religião de todos os presentes e os cultos correspondentes a essas crenças, buscando contribuir efetivamente para a psicosfera de solidariedade do ambiente mesmo que em silêncio;

6) Não perder o foco do objetivo maior da presença no velório que é o auxílio espiritual ao desencarnante e aos familiares assim como aos Espíritos desencarnados que estejam no local necessitando de auxílio fluídico através da oração para contribuir no desligamento do desencarnante;

7) Estar disponível, na medida do possível, para contribuir espiritual e/ou materialmente com os irmãos presentes, sobretudo aqueles que estiverem sob maior impacto pela morte do irmão;

8) Se convidado a enunciar prece ou algumas palavras de homenagem ao desencarnante, tomar o cuidado de manter sempre a brevidade, a objetividade e o otimismo, evitando quaisquer imagens negativas que possam ser sugeridas por nossas palavras em relação aos irmãos presentes, sejam eles encarnados ou desencarnados;

9) Aproveitar a ocasião para refletir sobre a impermanência de todas as situações materiais da vida física, fortalecendo o nosso desejo de amar e servir durante o tempo que ainda nos resta no corpo físico.

10) Guardar a certeza de que o Espiritismo é “O Consolador” prometido por nosso Mestre Jesus e que a mensagem da Imortalidade da Alma desvelada por Jesus e por Kardec é a base de todas as nossas buscas de amor e fraternidade, bem como nosso refúgio em momentos dolorosos como a morte, sendo antes de tudo uma mensagem de alegria e otimismo, verdadeiramente a nossa “Boa Nova”.

Leonardo Marmo Moreira

São José dos Campos, São Paulo, Brasil
FRATERLUZ – Fraternidade Espírita Luz do Cristianismo

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A Cadeira Vazia

Era uma singela igreja, freqüentada por moradores da região daquele distante bairro de Londres.
Os anos se passavam e o pequeno grupo se mantinha constante nas reuniões, ocupando sempre os mesmos lugares.

Foi por isso mesmo muito fácil ao pastor descobrir certo dia, uma cadeira vazia. Estranhou, mas logo esqueceu. Na semana seguinte, a mesma cadeira vazia lá estava e ninguém soube informar o que estava acontecendo. Na terceira ausência, o pastor resolveu visitar o faltoso. No dia frio, foi encontrá-lo sentado, muito confortável, ao lado da lareira de sua casa, a ler.

Você está doente, meu filho? Perguntou. A resposta foi negativa. Ele estava bem.

Talvez estivesse atravessando algum problema, ousou falar o pastor, preocupado.

Mas estava tudo em ordem. E o homem foi explicando que simplesmente deixara de comparecer. Afinal, ele freqüentava o culto há mais de vinte anos.

Sentava na mesma cadeira, pronunciava as mesmas orações, cantava os mesmos hinos, ouvia os mesmos sermões. Não precisava mais comparecer. Ele já sabia tudo de cor.

O pastor refletiu por alguns momentos. Depois, se dirigiu até à lareira, atiçou o fogo e de lá retirou uma brasa.

Ante o olhar surpreso do dono da casa, colocou a brasa sobre a soleira de mármore, na janela. Longe do braseiro, ela perdeu o brilho e se apagou. Logo, era somente um carvão coberto de cinza.

Então o homem entendeu. Levantou-se de sua cadeira, caminhou até o pastor e falou: tudo bem, pastor, entendi a mensagem.

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Educação x Escolarização

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