Arquivo do mês: maio 2015

A Arte de Raciocinar

Foto: Eduardo Rodrigues

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Raciocinar é uma arte que merece uma reflexão mais detida por parte de todos nós.
Mas, e o que é raciocinar?
Segundo os dicionários, raciocinar é fazer uso da razão para conhecer, para julgar da relação das coisas; ponderar; pensar.

De maneira geral nós estamos raciocinando a maior parte do tempo, pois pensamos, fazemos cálculos, tiramos conclusões.

Todavia, quando se trata de tomar decisões em nossas ações diárias, parece que nossa capacidade de raciocinar fica prejudicada ou é abafada pelo egoísmo.
Quando estamos no trânsito, por exemplo, e há um veículo atravessado na rua, cujo motorista espera que alguém lhe de a vez para poder seguir, a razão diz que se o deixarmos passar o tráfego fluirá melhor, beneficiando a todos, mas geralmente não é essa a nossa decisão.
Quando passamos por um lugar onde houve um acidente, e a aglomeração de pessoas está grande, ao invés de ouvirmos os apelos da razão para seguir em frente e não atrapalhar, as mais das vezes nos juntamos à multidão só para satisfazer a curiosidade e julgar a ocorrência sem conhecimento de causa.
Se vamos assistir a um espetáculo, um evento qualquer, o bom senso nos adverte que o melhor é ocupar os lugares mais distantes dos corredores, para facilitar a entrada dos que chegarão depois.
Mas o que acontece geralmente, é que nos sentamos nas primeiras cadeiras e quem chegar depois que passe nos espaços apertados que deixamos. E, por vezes, ainda reclamamos pelo fato de ter que encolher as pernas para que os outros passem.
Outra situação bastante despropositada é a das mães ou pais com crianças pequenas que ocupam lugares de difícil acesso.
Se for um evento em que se faz necessário o silêncio, quando os pequenos começam a chorar ou gritar, esses pais perturbam a metade da platéia até chegarem às portas de saída.
Todas essas situações poderiam ser evitadas se usássemos a arte de raciocinar, tomando sempre as decisões mais racionais.
Nas questões emocionais, o raciocínio sempre é bom conselheiro, mas o que acontece amiúde, é que não lhe damos ouvidos, preferindo agir como os irracionais.
Se necessitamos chamar atenção de um filho, ou outro familiar, por exemplo, e percebemos que este chega nervoso, irritado, a razão nos aconselha deixar para outro momento, mas, infelizmente, nem sempre a ouvimos e despejamos sobre ele uma enxurrada de palavras ásperas, agravando a situação.
Se o namorado ou namorada nos diz que já não somos mais o amor da sua vida, a razão pede que nos afastemos, mas nem sempre é assim que agimos. E é por esse motivo que muitos crimes passionais são cometidos.
Vale a pena prestar mais atenção nessa faculdade bendita que Deus nos deu, chamada razão.
Se lhe déssemos ouvidos, aliando-a ao sentimento, por certo, evitaríamos muitos males, tanto para nós quanto para os outros.
Pense nisso!
Fonte: http://fraterluz.blogspot.com.br
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“Seja um doador de órgãos”.

Uma campanha de doação de órgãos feita feito pela Fundação Argentina de Transplante Hepático retrata um idoso e seu cachorro de estimação.

Assista o vídeo:

Muito bom.

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Foto: Eduardo Rodrigues

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Tudo vem a seu tempo, sem pressa nem desespero.

Foto: Eduardo Rodrigues

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Certa vez um pai perguntou ao diretor de uma universidade se o currículo escolar não poderia ser simplificado para que seu filho pudesse “ir por um caminho mais curto”.

O Educador então lhe respondeu:
– Sem dúvida, tudo depende, porém, do que o senhor queira fazer do seu filho. Quando Deus quer fazer um carvalho, por exemplo, leva cem anos. Quando quer fazer uma abóbora, precisa apenas de três meses. É comum nos esquecermos de que as engrenagens das nossas vidas estão interligadas com as do Criador.

Fez uma pequena pausa e continuou:
– Assim sendo, como os dentes das engrenagens dos planos de Deus são mais fortes do que os das nossas, quando aceleramos mais que Deus, as nossas se quebram. E por essa razão, cansamo-nos, despedaçamo-nos. A natureza nos oferece muitas indicações de que o nosso ritmo alucinado não é normal.

– Quando saímos dos lugares superlotados, fugimos dos horário e andamos por entre as árvores que crescem devagar e as montanhas silenciosas que parecem estar sempre tranquilas, absorvemos um pouco da serenidade e da calma da natureza. No entanto, não devemos confundir paciência com passividade, inércia, e esperar que tudo seja feito por nós. Paciência é determinação de começar cedo a empregar o tempo para realizar coisas úteis.

Pensou um pouco e falou:
– Vou contar-lhe o caso da menina que disse à mãe logo depois que uma senhora de cabelos brancos saiu de sua casa: Mãe se eu pudesse ser uma velha assim, tão simpática e tão boazinha, não me importaria de envelhecer.

– Está muito bem, respondeu a mãe. Se você quer ser uma velha assim, convém começar desde já, pois ela não ficou assim às pressas.

– O Sol leva todo o tempo que lhe é necessário para nascer e se pôr.
Não é possível apressá-lo. O gelo no lago se derreterá quando a temperatura do ar for apropriada. As aves migratórias chegarão e partirão quando estiverem prontas para isso. Até as invenções, sobre as quais o homem aparentemente exerce absoluto controle, só chegam no tempo próprio, quando a oportunidade amadureceu e a cultura está pronta para recebê-las.

Uma vez mais o Mestre de Nazaré tinha razão ao dizer:
– Primeiro a erva, depois a espiga, e, por último, o grão cheio na espiga.
Quis com isso dizer que tudo vem a seu tempo, sem pressa nem desespero.

Autor Vander Goya

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