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Vibração Energética do Espirito!

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Por que Kardec não considerou espiritismo uma religião?

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Orações!

Novidade no canal Espiritualizando!
A primeira oração é São Francisco de Assis
Locução Daniela Ortiz

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O Discípulo

mongetibet

” Uma vez o discípulo chegou a seu mestre dizendo-lhe que já havia sobre a vida tudo aprendido e que mesmo em sua preparação queria sorver lhe mais os conhecimentos.
O mestre vendo a inconsciente pretensão e a falta de lucidez de seu discípulo.
Ordenou-lhe que tivesse com Deus, e lhe fizesse o mesmo pedido.
Ávido por obter mais conhecimentos fez o que seu mestre havia dito.
Deus então lhe disse que o maior conhecimento não vem de reconhecer-se como mestre, mas sim em conhecer-se como eterno aprendiz.
Perguntou-lhe se achava preparado para o maior dos saberes.
O aprendiz prontamente lhe afirmou estar.
Deus então lhe disse;
-Eis o maior saber de todos. Tudo o que conheces não é verdade!
Os aspectos da vida que supunha dominar são falsos, a razão que lhe fala na cabeça não existe e o conhecimento que julga ter não serve de nada.
O aprendiz sem entender o que se passava, pegou-se desesperado quando as palavras do Senhor lhe acertaram em cheio.
– Mas como? Eu sei tudo quanto sabe meu mestre, conheço as dores da vida, respeito aos meus iguais e minha maior missão tem sido fazer a vida algo possível.
Mas não houve resposta.
Sentindo-se enganado e preterido por tudo o que já lutou, desistiu de sua jornada. Passou a humildemente observar a vida, a querê-la para si, e a se apaixonar por ser surpreendido por ela.
Nos últimos de seus dias, seu velho mestre que agora já se via um pedaço de homem, chegou-lhe e disse:
– Parabéns és um mestre!
O aprendiz sem entender pergunta:
-Mas como? Se o Senhor me disse que é impossível tal coisa, e que tudo o que eu havia visto não valia de nada.
– Meu filho, quando pedimos algo a Deus, com o coração e com sincera humildade ele nos agracia com sua verdade. Mas quando chegamos a ele com nosso orgulho e falsa razão, ao invés de dar-nos sua verdade,
Ele nos presenteia com uma nova chance de alcançar esta verdade por nós mesmos, de forma que no decorrer desta jornada, nos lapidemos para compreender esta verdade e aceitá-la como nossa.
Hoje, o que me diz da vida? Aprendes-te a apreciá-la sem julgar-se a cima dela, sem querer modificá-la ou devorar-lhe os segredos.
O que antes não conseguia se quer enxergar, hoje você viveu!
O aprendiz pensando responde;
– Agora eu entendo e sei qual era a grande verdade do Senhor.
– E qual era meu filho?
– Que quando pensamos ser senhores da verdade e da razão, não estamos próximos do que mais queremos, que é alcançar o saber que nos torne mais lúcidos, mas sim estamos nos distanciando de nosso intento.
É preciso humildade pra entender a vida, e principalmente para aprender com ela.
Nada está sob nosso poder, somos aprendizes, crianças que desejam aprender tudo sobre esse jardim gigantesco que é a obra do pai e o que ele tem a nos oferecer.
E por vezes nos achamos próximos de compreendê-lo em sua totalidade, quando na verdade estamos é deixando de lado o principal, que é aprender com a humildade, viver e fluir junto a vida que nos foi presenteada sem achar-nos conhecedores dela, mas abertos a habitá-la de forma sincera.”
– Henry Dean S. Reche –

o principal, que é aprender com a humildade, viver e fluir junto a vida que nos foi presenteada sem achar-nos conhecedores dela, mas abertos a habitá-la de forma sincera.”
– Henry Dean S. Reche –

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Desigualdade das riquezas

 

Nas questões 808 a 816 de O Livro dos Espíritos há um estudo sobre o assunto que, apesar de sintético, somente nove questões, é bastante abrangente, esclarecedor, e serve de alerta para todos nós.
 
Fica claro que a igualdade da riqueza é uma utopia e algo impossível de se realizar, porque a riqueza é consequência das ações do homem. Não se pode pretender que o preguiçoso e o trabalhador tenham o mesmo sucesso. A não ser por meios escusos. Não se admite que o líder, inteligente, possa ser contemplado igualmente ao que ainda não tem condições de discernimento e, por enquanto, precisa ser comandado.
 
O homem equivocado crê que a distribuição equitativa de todos os bens do mundo seria a solução. No entanto vemos o fracasso do comunismo. E mesmo os kibutz de Israel não passam de um paliativo para abrigar os de menos capacidade. Uma interessante forma de caridade com os menos competentes. Socializam seus poucos bens para que nada lhes falte. Parece bom, mas não se pode esperar o mesmo estímulo de quem ganha pelo esforço e pela produção.
 
O que o texto deixa bem claro é que a riqueza nada tem de mal, de per si, mas o seu uso é que causa danos ou conforto moral ao seu possuidor. As riquezas chegam às mãos dos homens, pelo trabalho, por heranças corretamente construídas ou deixadas por herdeiros que a  acumularam de maneira desonesta. As questões acima tratam das várias opções e deixam claro que não importa como a riqueza chegou às mãos de uma pessoa, mas o que ela faz dessa riqueza.
 
Cita um exemplo importante quando pergunta se alguém sabendo que o dinheiro que chegou às suas mãos tem origem na desonestidade se ele é culpado por usá-lo. E ele não é, se o usar bem. Poderá servir, inclusive, de alívio para o desonesto que morreu e agora se dá conta dos equívocos cometidos. Desencarnado e percebendo que toda a sua ganância resultou em nada, porque na espiritualidade já não precisa da fortuna, sente-se oprimido pelas dores da consciência que o cobram pelos desmandos realizados e pela infelicidade que tenha causado a muita gente. Caso perceba que seu herdeiro está dando bom aproveitamento ao dinheiro deixado, sente-se redimido e agradecido pelo gesto do seu beneficiado.
 
Muito interessante essa análise para mostrar que ninguém é culpado por erros alheios, mas apenas pelas suas próprias falhas. Mesmo sabendo que a riqueza que lhe chegou às mãos tem origem suja, poderá reparar e dar a ela um valor divino. Enquanto o outro comprava luxúria, o herdeiro, com o mesmo dinheiro, distribui caridade. Enquanto o primeiro entesourava, o que recebeu a dádiva sabe distribuir, dividir, minorando as dores do próximo.
 
Funciona com dito na parábola dos talentos. Não é a riqueza em si que está em julgamento, mas a aplicação boa ou má que o homem faz dessa riqueza.
 
Como sempre, a beleza do Espiritismo está ai para solucionar assuntos de aparente conflito, mas que são envolvidos por toda lógica e, acima de tudo, por puro bom senso. “A cada um segundo suas obras”, já aprendemos com Jesus: em Cesareia de Filipe, após interrogar seus discípulos acerca do que diziam os homens a seu respeito, Jesus declara: “Porque o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e, então, dará a cada um segundo as suas obras” (Mateus 16:27).
 
Não há injustiças sobre a Terra, porque ninguém está pagando dívidas alheias ou que não tenha contraído. Essa é a verdadeira justiça e, portanto, exige de nós resignação diante dos problemas que enfrentamos; porque são os nossos problemas. Ninguém os causou-nos. Nós os criamos. Somos herdeiro e herança da nossa própria vida
Por Octávio Caúmo Serrano
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Sobre o sofrimento, a realidade e os valores – I

Defender que o ser humano só evolui através do sofrimento, ou que este é pelo menos uma parcela fundamental para o seu progresso, é o mesmo que dizer que uma criança só aprende por meio de açoites. Contrariamente aos que defendem tal aberração, as novas correntes pedagógicas já perceberam que a educação é, principalmente, a arte de bem dialogar, donde promovê-la significa acreditar que a palavra é o maior dos bens do Homem.Daí ser contraproducente e mesmo anti-natura apoiar o progresso humano no sofrimento. Por outras palavras, nem o progresso vem por esses meios, nem se verifica que os mesmos culminem em progresso. Em termos de fé, uma coisa é acreditar em Deus segundo um espírito livre e feliz, vendo Nele o Ser do sumo Bem, outra bem diferente é fazer de Deus uma terapia psicológica para os males que acontecem. Nem Deus é um comprimido, nem um sádico que traça caminhos dolorosos para chegar até Ele.Por outro lado, fazer do sofrimento a alavanca para desenvolver a fé é demasiado perigoso, pois a História prova até onde nos tem conduzido tal postura. Chegando ao ponto de não querer ser feliz, sob pena de ir parar ao Inferno, muitos houve que procuraram o caminho da dor, associada ao sofrimento, para antecipar a sua entrada no mundo das bem-aventuranças. Ora, nem a dor física é sofrimento, nem o sofrimento é dor física. É muito fácil flagelar o corpo, é bem mais difícil fazer a alma retroceder nos seus vícios, defende o Espiritismo.

Assim, se quisermos definir sofrimento debatemo-nos com a fagilidade da linguagem. Podemos dizer que é um estado d´alma, uma vez que pessoas em situações idênticas têm reacções opostas. E ainda que tracemos excepções, nomeadamente no que diz respeito à dor universal de perder um filho, o sofrimento é sempre mediatizado pelo factor cultural.

O Espiritismo propõe que é preferível perder um filho a vê-lo nos caminhos do ilícito, o que vem contrariar a máxima de que “enquanto há vida, há esperança.” A Doutrina espírita defende a morte como um bem, isto é, o desencarne, porque, se a vida continua além do corpo, em outra dimensão, então é preferível abandoná-lo a fazer mau uso da vida e do próprio corpo.

Todavia, o assunto não é pacífico, levanta uma infinidade de questões. Vejamos: Não será preferível uma vida difícil a vida nenhuma? Ainda que todos acreditem numa vida além da morte, não é preferível apostar mais nesta, que sabemos como é, a uma outra de que não temos informação, ou pelo menos não a temos de forma precisa? Defender a vida não é um valor prioritário? Desejar a morte, ou preferí-la à vida, não é pecado? Querer a morte por ser dfícil a vida não é uma fuga, um mecanismo de fraqueza? Quem deseja a morte a um filho com base na fé de que no além terá uma vida melhor? Semelhante postura não terá como pressuposto a velha máxima de que, ao morrer, entramos directamente no mundo da luz? Não estará, por ventura, tal desejo, se assim lhe podemos chamar, oposto ao que o próprio Espiritismo defende, a saber, que não entramos num mundo melhor a partir do momento em que neste trilhámos a senda dos vícios?

O que desejamos e o que devemos desejar são por vezes incompatíveis, no sentido de desconformes com os nossos interesses. Vivemos mediatizados por uma infinidade de situações que não construímos, nomeadamente a cultura, além de relações laborais, modelos de consumo normativos que não são nossos. Como contextualizar o sofrimento num mundo que, erroneamente, se tornou global, e no qual cada vez mais se faz o que não se quer nem como quer? Mais, como explicar e justificar a função espiritual do sofrimento quando ele se tornou um artifício manuseado segundo os interesses de quem governa?

Há que perceber que criar sofrimento tornou-se no ganha-pão de uns quantos. Reduzir os salários, a segurança no trabalho, na escola, a criação de ghetos, a identificação dos indivíduos segundo as marcas dos produtos que consomem, a redução do ser ao ter, a produção de novos ignorantes ou analfabetos nas escolas, mercê de métodos e técnicas pedagógicos elaborados em gabinetes e não a partir da experiência da realidade da sala de aula, a falta de perspectivas e de saídas profissionais para os jovens e a violência crescente entre os mesmos, tudo isto se tornou na alavanca dos pulsos de ferro do século XXI. (Continua)
Fonte: http://www.forumespirita.net

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