Posts Marcados Com: Doutrina Espírita

O que te imprime?

prece

– O que te imprime em cada coisa que tocas é o comprometimento
O que te evidencia perante a uma multidão é a segurança de quem tem domínio e entrega no que faz.
O que te dá a liderança não é ordem, mas tato.
O que te da poder não é nobreza em título, mas nobreza de ser.
O que faz com que as pessoa te confiem, não é palavra, mas cumprimento.
O que nos torna um rosto a ser visto, é humildade, entender que somos parte de um inteiro em que todas as peças tem o mesmo tamanho,
O que te da o poder de transformar é ouvir.
O que te torna promotor de mudanças, não é mudar a visão de quem quer seja, mas possibilitar escolhas.
E no fim o que te transforma, o que te molda, o que te resume, o que te assume. Tem de ser o melhor da tua própria natureza.
– Henry Dean S. Reche –

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Orações!

Novidade no canal Espiritualizando!
A primeira oração é São Francisco de Assis
Locução Daniela Ortiz

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Vídeo novo no canal Espiritualizando!

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Umbral

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“A Morte de Dimas” – curta-metragem

“Como ocorre a morte? Este é um curta metragem espírita baseado no livro ” Obreiros da Vida Eterna”, de André Luiz, editora FEB, que narra o processo de desencarnação de Dimas.”

Esclarecemos os nossos leitores menos familiarizados com o Espiritismo, que os romances mediúnicos, como este, fazem descrições necessariamente aproximadas, em linguagem que nós, os encarnados (os “vivos”) consigamos entender, por comparação com a realidade que nos é familiar.
Na Codificação (as obras básicas da doutrina Espírita), os Bons Espíritos esclarecem que não há linguagem humana para descrever com exactidão as coisas do Mundo Espiritual. Ainda assim, leituras e filmes como este, são edificantes e úteis.
Em nossa opinião, trata-se de um excelente trabalho, esta versão cinematográfica da obra do Espírito André Luiz.
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Segundo o Espiritismo, que é médium?

Vilma pergunta-nos se uma pessoa qualquer que não tenha nenhum conhecimento do Espiritismo pode ser médium.

A resposta é sim. A mediunidade não é propriedade dessa ou daquela religião e, portanto, pode haver médiuns em qualquer meio e em qualquer povo.

Moisés foi um médium poderoso, assim como Jeremias e mais tarde, na época do Cristo, João, o evangelista.

Maomé recebeu, em momentos de transe, as suratas que formam o Alcorão.

Em todos esses casos o mundo não conhecia ainda a Doutrina Espírita, que nos ensina que a faculdade mediúnica é inerente ao homem e, por isso, não constitui privilégio de ninguém em especial.

Segundo o Espiritismo, todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium, e raros são os indivíduos que disso não possuam alguns rudimentos.

Essa é a explicação por que certas pessoas que jamais viram ou ouviram Espíritos ao longo de uma existência, quando chegadas a certa idade puderam vê-los e mesmo ouvi-los, fato que também se dá nos casos de enfermidade prolongada que debilita o corpo físico e, com isso, favorece o desprendimento da alma.

Esclareça-se, no entanto, que para fins didáticos só chamamos de médiuns aqueles em que a faculdade mediúnica se mostra caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva.

Fonte: espiritismo-seculoxxi.blogspot.com.br

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O que é carma e como superá-lo?

A palavra “carma” [do sânscrito karman, ‘ação’] significa, nas filosofias da Índia, o conjunto das ações dos homens e suas consequências.
Descrito e codificado pelo gramático Panini no século V a.C., o sânscrito é uma língua indo-europeia do ramo indo-ariano na qual foram escritos os quatro Vedas e que se tornou, entre os séculos VI a.C. e XI d.C., a língua da literatura e da ciência hindus, sendo mantida, ainda hoje, por razões culturais, como língua constitucional da Índia.
Ensina nosso principal léxico que o carma se liga às diversas teorias de transmigração, e é por meio dele que se definem as noções de destino, do desejo como força geradora da vida, e do encadeamento necessário, por força desses dois fatores, entre os diversos momentos da vida dos homens.
Constituindo o conjunto das ações da criatura humana, o carma de uma pessoa pode ser positivo ou negativo. Ações boas e concordantes com a lei natural geram consequências positivas. Ações más e contrárias à lei de Deus estabelecem, como é fácil de entender, carma negativo.
Existe, contudo, além disso, o que alguns estudiosos chamam de carmas imaginários, que provêm de uma representação distorcida da realidade, na qual o homem amplia o próprio sofrimento por falta de sensatez e de amor a si mesmo. A prática do cilício, entre os hebreus, é um exemplo disso. O indivíduo ingênuo acredita que amplificando seus sofrimentos logrará diminuir as consequências naturais do seu carma, na suposição de que uma maior quota de dor eliminaria uma dor futura e o faria quite com a lei, o que não passa, evidentemente, de um equívoco.
A lei de causa e efeito, ensinada por Jesus e ratificada pela Doutrina Espírita, estabelece que aquele que matar com a espada morrerá sob a espada, que a cada um será dado segundo o seu merecimento e que na vida a semeadura é livre, mas a colheita compulsória.
Na questão nº 1.000 de O Livro dos Espíritos Kardec tratou do assunto quando perguntou aos instrutores espirituais se podemos desde esta vida ir resgatando nossas faltas. Os imortais responderam: “Sim, reparando-as”.
Na sequência da resposta, disseram eles que não bastam, para o resgate das faltas cometidas, algumas privações pueris e mesmo dotações pós-morte que algumas pessoas costumam fazer nos seus testamentos. Deus não dá valor a um arrependimento estéril, fácil, que nada custa. E só por meio do bem é que se pode reparar o mal.
Ao arrependimento – ensina a Doutrina Espírita – é preciso ajuntar a expiação e a reparação. Reunidas, são elas as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e suas consequências.
O arrependimento suaviza os travos da expiação e favorece a resignação – uma força ativa que o Espírito de Lázaro define como sendo o consentimento do coração. Mas somente a reparação, que consiste em fazer o bem àqueles a quem se fez o mal, pode anular o efeito, destruindo-lhe a causa.
O apóstolo Pedro ensinou-nos que o amor cobre a multidão dos pecados, conhecida frase que Divaldo Franco costuma exprimir de maneira ainda mais clara e expressiva: “O bem que fazemos anula o mal que fizemos”.
O pensamento equivocado de que viemos à Terra para sofrer deve, pois, ser substituído por uma outra ordem de ideias, ou seja, de que a vida é uma luta e que não viemos ao mundo para sofrer nem para gozar, mas sim para vencer.

Fonte:http://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com.br/

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