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Animais – Companheiros em Evolução

Com alguma frequência recebemos mensagens de correio electrónico, ou na nossa caixa de comentários, contendo dúvidas dos nossos companheiros que frequentam o Blog de Espiritismo.
Uma das recentes foca a questão de como a filosofia espírita vê os animais.
Vamos tentar responder, dentro dos limites do nosso conhecimento doutrinário.
Nas obras básicas do Espiritismo, nomeadamente em O Livro dos Espíritos, no capítulo Os Três Reinos, ficamos a saber que Deus nada cria sem uma intenção elevada. Gabriel Delanne, em A Evolução Anímica, explica como, a par com a evolução material das espécies, existe uma evolução espiritual.
Entre a planta e o animal mais simples, já existe uma distância evolutiva considerável. Entre animais como as estrelas-do-mar, e animais como os cães, por exemplo, vai outra distância considerável. Entre estes e os primatas, idem, e entre os primatas e os homens, ainda mais. Bem sabemos que os seres humanos são biologicamente primatas, também, mas têm uma capacidade de raciocínio e liberdade de escolha bem superiores.
Consideramos que os seres humanos já são Espíritos encarnados, enquanto que os animais ainda são animados por um princípio espiritual, são Espíritos em estado embrionário.
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Sacrifício de animais enfermos

Uma leitora enviou-nos as seguintes perguntas relacionadas com as criaturas do reino animal:
1) Uma irmã tem uma cachorra cega que, devido a uma enfermidade, não está conseguindo levantar-se nem comer. O veterinário decidiu sacrificá-la. Temos o direito de tirar a vida desse animal?
2) Quando autorizamos o sacrifício de um animal, por ele estar em sofrimento e doente, teremos responsabilidade por esse ato?
3) Não tendo os animais consciência dos próprios atos e não sendo dotados de razão e discernimento, eles não sofrem expiação. Em que, então, esses sofrimentos os ajudariam?
Com relação ao problema da dor que acomete os animais, o assunto já foi tratado por nós na seção “O Espiritismo responde” da edição 186 da revista espírita “O Consolador”, que os interessados podem ler clicando em http://www.oconsolador.com.br/ano4/186/oespiritismoresponde.html
Os animais não estão realmente sujeitos à expiação, e a dor por que passam é explicada num dos textos contidos na obra Ação e Reação, de André Luiz, na qual o Instrutor Druso diz que podemos identificar na experiência terrestre três tipos de dores: a dor-evolução, a dor-expiação e a dor-auxílio.
Referindo-se diretamente ao caso dos animais, Druso afirma: “A dor é ingrediente dos mais importantes na economia da vida em expansão. O ferro sob o malho, a semente na cova, o animal em sacrifício, tanto quanto a criança chorando, irresponsável ou semiconsciente, para desenvolver os próprios órgãos, sofrem a dor-evolução, que atua de fora para dentro, aprimorando o ser, sem a qual não existiria progresso”.
A dor-evolução, cujo objetivo notório é o aprimoramento do ser, nada tem que ver com atos do passado. É o que ocorre com os animais, não somente aqueles que vivem em nosso meio, como os cães, vítimas de tantas enfermidades e problemas, mas sobretudo com os que vivem em plena selva. Imaginemos o sofrimento de uma presa abatida por seu predador e estraçalhada antes mesmo de ocorrer sua morte corpórea.
Quanto ao sacrifício dos animais enfermos, recorremos ao que pensava o saudoso confrade Marcel Benedeti, médico veterinário desencarnado em fevereiro de 2010, que escreveu um livro sobre os animais e seu destino espiritual.
Em entrevista publicada pela Revista Cristã de Espiritismo, ed. 29, em 2004, perguntaram-lhe como ele analisava a questão da eutanásia praticada com animais. Benedeti respondeu: “O ser humano tem o carma, o animal não. O animal tem consciência, mas muito mais restrita, em relação ao ser humano. Ele segue muito mais os seus instintos. Então, como não tem carma, a eutanásia deve ser o último recurso utilizado; o veterinário deve fazer todo o possível para salvá-lo. Se o animal estiver sofrendo muito e não existir outra maneira, o plano espiritual não condena, porque é um aprendizado tanto para o animal quanto para o dono que precisa tomar a decisão”.

Fonte:http://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com.br

 

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Lavadora que funciona no frio

Para divulgar sua lavadora EcoBubble, que lava roupas com eficiência em temperaturas muito baixas, a Samsung criou um vídeo para a internet mostrando a equipe tirando fotos da máquina para fazer a campanha em um parque do Canadá coberto de neve quando aparece um convidado inesperado: um urso.

SamsungEcoBublle

O animal, logicamente, foi usado de propósito para viralizar o vídeo. Veja como a marca conseguiu transformar o urso é um bom garoto-propaganda da lavadora e divirta-se.

 


Tá com cara de que o vídeo vai alcançar o objetivo de se transformar em viral, já que em apenas um dia já tem 7000 views. Mas só o tempo vai confirmar se vão atingir a meta.
Fonte:http://blogcitario.blog.br/

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A renovação do homem?

Como podemos ver, a violência está enraizada no ser humano, que a tem vivido e até mesmo cultivado através dos milênios. Não estamos falando aqui nada que a maioria das pessoas desconheça, apenas alertando para um problema que existe e é real. A solução passa por uma transformação, uma renovação do homem como forma de mudar a sociedade da qual ele é membro efetivo e atuante. “O homem iluminado interiormente pela flama cristã da certeza quanto à sobrevivência do espírito ao túmulo e de sua antecedência ao berço, sabendo-se herdeiro de si mesmo, modifica-se e muda o meio onde vive, transformando a comunidade. A vida humana resulta dos espíritos que a compõem”, afirma Joanna de Ângelis em Após a Tempestade.

Assim, o ser humano se despoja do homem velho para dar lugar ao novo, a fim de renovar suas atitudes sociais e morais. A reencarnação é o meio adequado para esta renovação, pois, a cada vivência, o espírito evolui através de enganos e acertos. O mal é persistente, organizado e pungente, mas o bem o supera, pois ele é amor, lei natural e criação divina, ao passo que o mal é apenas um desvio temporário nos atalhos da evolução.

Portanto, todos nós, principalmente os espíritas, devemos nos unir para sempre buscarmos o bem, seja por meio de grupos de orações, evangelho no lar, sociedades envolvidas com a manutenção da paz ou eventos como a Cúpula do Milênio sobre a Paz, ocorrida em 2001, na qual diversos líderes religiosos e espirituais se juntaram para encampar um compromisso com o pacifismo global. “O homem supera a natureza desde o momento em que se torna capaz de se organizar em sociedade. Neste momento, deixa de ser o animal gregário das cavernas para adquirir uma nova natureza: um ser social”, afirma José Herculano Pires em seu livro O Espírito e o Tempo.

A luta está aí e é necessário que façamos o “bom combate” com as armas do amor, a fim de alterarmos nosso padrão vibratório e, conseqüentemente, o do planeta Terra, que é o nosso lar. É uma luta minha, sua e de todos aqueles que acreditam em um mundo melhor, no qual o bem se sobreponha ao mal e que seja um local de regeneração. Nossa principal arma não é a violência, mas o evangelho de Jesus, pois é através dele que poderemos erradicar o mal da Terra um dia. Levará algum tempo para que isso ocorra? Com certeza, sim, mas não nos esqueçamos das palavras de André Luiz no livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier: “Uma existência é um ato; um corpo, uma veste; um século, um dia; um serviço, uma experiência; um triunfo, uma aquisição; uma morte, um sopro renovador”.

Artigo publicado na Revista Cristã de Espiritismo, edição 17.

Fonte:http://www.rcespiritismo.com.br

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